quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Fatores determinantes para bom desempenho desportivo

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    1. Requisitos antropométricos (Tamanho do corpo, peso, proporções, local do centro de gravidade)

    2. Características físicas como, resistência aeróbica e anaeróbica, força dinâmica e estática, velocidade da ação e reação, flexibilidade, entre outras.

    3. Requisitos técnico-motores referentes a velocidade de equilíbrio, percepção espaço – temporal e rítmica, aptidão de esportes aquáticos e ou com bola etc, capacidade de expressão, musicalidade.

    4. Capacidade de aprendizagem, como capacidade de compreensão, observação e análise.

    5. Prontidão para o desempenho, como prontidão para esforço, disciplina, aplicação ao treinamento, tolerância a frustrações.

    6. Capacidades cognitivas, como concentração, inteligência motora ( inteligência em jogos), criatividade, tática.

    7. Fatores afetivos, como estabilidade psíquica, prontidão para competições, severidade e capacidade de controle do estresse durante as competições.

    8. Fatores sociais, como capacidade de assumir um papel dentro de um trabalho em equipe, capacidade de trabalho em equipe.


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  • O que é ergoespirometria?

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  • A ergoespirometria – combinação de espirometria e ergometria – não é um procedimento científico novo. Os primeiros estudos ergoespirométricos feitos por Lavoisier podem ser de 1790. O termo foi derivado da escola germânica e introduzido por Knipping em 1929. Mas foi somente a partir de 1950 que a instrumentação alcançou níveis científicos mais elevados, possibilitando uma maior aplicação técnica. É interessante constatar que, muitos embora o limiar anaeróbico seja uma variável de grande relevância para a prescrição do exercício, ainda existe considerável discordância sobre os mecanismos responsáveis pela quantificação e determinação precisa.

    No nosso meio, a determinação do limiar anaeróbico tem sido o fator propulsionador da ergoespirometria, notadamente para avaliação de atletas. Todavia, atualmente a ergoespirometria pode ser importante também para a avaliação funcional de pacientes cardiopatas e pneumopatas do que para a dos atletas, especialmente no que se refere ao diagnóstico diferencial da dispnéia e da intolerância ao esforço. Conforme é representado em literatura no esquema de Wasserman, a capacidade de utilização do oxigênio e de eliminação do gás carbônico produzido pelo metabolismo depende da integração e funcionamento de vários sistemas e, mais particularmente, dos aparatos cardiovascular e respiratório. Dessa forma, não é de se estranhar que informações cardiorrespiratórias colhidas durante o exercício possam ser de utilidade clínica.

    A quantificação precisa da potência aeróbica máxima (VO2máx) através da ergoespirometria representa a vantagem mais óbvia em relação à ergometria convencional (na qual estima-se a condição aeróbica a partir de equações em que o trabalho máximo realizado é a principal variável). Acredita-se que o erro típico na predição da potência aeróbica máxima por esses métodos situe-se, pelo menos, entre 10 a 20% - o que é inaceitável dentro do ponto de vista científico. Esse provável erro tende a exceder os efeitos obtidos com um programa de treinamento físico em cardiopatas, o que dificulta a interpretação de eventuais resultados comparativos pré e pós intervenção.

    A determinação do limiar anaeróbico – índice mais relacionado à capacidade laborativa e desportiva e ainda mais treinável do que a potência aeróbica máxima – representa uma outra importante razão para a realização da ergoespirometria, especialmente para a prescrição do exercício.

    A possibilidade de identificar a etiologia da dispnéia associada ao exercício é exclusiva da ergoespirometria.

    Certamente, a ergoespirometria não se trata de um luxo (ainda que bastante caro!), sendo ainda opcional em alguns casos e uma necessidade em outros, especialmente quando se precisa:

    (1) quantificar precisamente a condição aeróbica;
    (2) determinar o limiar anaeróbico;
    (3) quantificar resultados de intervenções terapêuticas sobre a capacidade de se exercitar;
    (4) avaliar o inotropismo cardíaco ao esforço de modo não-invasivo;
    (5) avaliar a relação ventilação-perfusão durante o esforço;
    (6) determinar a eficiência mecânica durante o exercício e,
    (7) determinar a etilogia da dispnéia e da intolerância ao esforço.


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  • segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

    Medindo intensidade de exercicio

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  • Como regra geral, para se conseguir melhoras na capacidade aeróbica de um indivíduo com o treinamento, faz-se necessário aumentar sua frequência cardíaca durante o exercício de até aproximadamente a 70% do máximo em repouso ou 50% à 55% da capacidade aeróbica máxima do indivíduo. É desnecessário exercitar-se acima deste limite para se obter melhoras mais eficazes.    Embora possa haver um limiar de intensidade mínimo abaixo do qual não se processará nenhum efeito de treinamento, existe também o teto máximo, por isso foi estabelecido uma margem de treinamento chamada de Zona Alvo de Treinamento, ou seja, 60% à 85% da Frequência cardíaca máxima do indivíduo (ver como medir). O condicionamento dos sistemas aeróbicos se processa desde que a F.C. no exercício seja mantida dentro desta zona, priorizando exercícios leves perto de 60%, moderados perto de 70% e intensos perto de 85% da F.C.M. do indivíduo.

    Como Medir a Pulsação

    Artéria Radial: Coloque os dedos indicador e médio juntos na veia radial que fica na base do polegar no pulso da outra mão (alguns defendem esta posição devido a interrupção da frequência ao se apalpar a carótida ) ;

    Artéria Carótida: Coloque os mesmos dedos logo abaixo do osso do maxilar na região da garganta (pescoço). Não aperte os dedos ou coloque nos dois lados ao mesmo tempo, pois, pode mascarar a mensuração adequada da frequência cardíaca.

    Conte por 10 segundos as batidas do coração e em seguida multiplique por 6 para conseguir valores da frequência cardíaca em 1 minuto. Os pés devem continuar se movimentando durante a contagem e o local da medida deve ser rapidamente localizado durante o exercício afim de não se quebrar o rítmo das batidas. Se observar que está muito baixa a frequência basta intensificar mais o exercício ou diminuir em caso de excessiva elevação da mesma.

    Média: A média da frequência cardíaca em repouso para mulheres sedentárias fica em torno de 78-84 bpm (batimentos por minuto) e para homens fica em torno de 72-78 bpm. Mas indivíduos em boas condições aeróbicas apresentam valores de F.C.R.inferiores (para medir em repouso é só medir a pulsação logo que se acorda sem que saia da cama por três vezes, some e divida por 3)

    Recomenda-se que a pulsação deva ser medida pelo menos no início, pico da atividade e durante o resfriamento ( ao final saberemos a velocidade com que o coração recobra sua frequência C. inicial, ou seja, quanto mais rápido maior a eficiência cardíaca do indivíduo e também se o indivíduo precisará de mais tempo para recobrar sua frequência inicial após a atividade ).

    OBS: indivíduos com necessidades especiais como grávidas, cardiopatas , etc..., devem estipular sua frequência de esforço junto ao médico .



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