quinta-feira, 25 de junho de 2015

Considerações sobre a agilidade no Basquete

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    Treino é algo que não pode ser pensado sem o conceito de esporte e que não tem significado se não for treino para uma atividade.

    A boa performance em basquetebol não é só associada  às habilidades técnicas adequadamente utilizadas nas diferentes situações táticas de jogo, mas também aos aspectos da força, da velocidade, da agilidade e da capacidade de resistir ao esforço intermitente e continuado no tempo. Dentre outras capacidades coordenativas e condicionais destaca-se a agilidade. Aliás, um aumento dos níveis de agilidade é um dos objetivos principais de um programa geral de condicionamento em basquetebol.

    A agilidade aplicada ao basquetebol é definida como a capacidade de rapidamente mudar de direção. Uma das formas de se treinar essa agilidade é desenvolver a velocidade máxima em um espaço de, no máximo, 30 metros tendo em vista as características da quadra e a especificidade do jogo de basquetebol, portanto, trata-se de desenvolver a maior velocidade para tais distâncias tendo o cuidado de não utilizar métodos de treinamento de velocidade de outras modalidades esportivas, por exemplo, o atletismo.

    O treinamento de velocidade se divide em três etapas que são: velocidade cíclica, velocidade acíclica e velocidade de reação.  A velocidade de reação ou tempo de reação é desenvolvida para que possibilite ao jogador de basquetebol reagir ao estímulo provocado pelo jogo no menor tempo possível.  O tempo de reação é uma situação que não se consegue antecipar, não se pode saber quando vem o estímulo (± 180ms), porém é algo treinável, mas depende do número de escolhas a que se deve reagir. O tempo de resposta é a somatória do tempo de reação e do tempo do movimento.

    O tempo de reação é influenciado por alguns fatores com, por exemplo: número de alternativas, compatibilidade entre estímulo e resposta, quanto à prática e a tentativa de antecipação. A velocidade cíclica é a capacidade de realização motora com a máxima intensidade e tempo mínimo. Ela pode ser treinada com corridas em linha reta, sem obstáculos, com máxima rapidez, com ou sem bola.

    A agilidade aplicada ao basquetebol é definida como a capacidade de rapidamente mudar de direção. Então, a associação com exercícios para treino da velocidade é essencial para que essa agilidade seja desenvolvida



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  • terça-feira, 23 de junho de 2015

    10 principais benefícios fisiológicos da prática do golfe

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  •   Como planificar adequadamente um treinamento esportivo - Princípios que  todo esportista deveria saber

    O golfe é um desporto muito versátil. Frequentemente, podemos assistir diferentes gerações a jogar a mesma partida, sem preocupação com a idade ou condição física.

    Seguem 10 benefícios fisiológicos associados a esta modalidade:

    Endorfinas

    Jogar golfe não é só fisicamente saudável, é também uma potente e natural forma de promover a produção de hormonas que nos dão prazer, na nossa corrente sanguínea. Estas hormonas dão-nos prazer. Esta produção acontece quando jogamos uma volta de golfe descontraída, na companhia de amigos, de preferência com uma temperatura amena e o sol a brilhar.

    Exercício Físico

    Para a maioria dos golfistas o jogo faz-se a andar o que, jogando uma vez por semana, representa cumprir entre 5 a 7 km, em 4 a 5h. As últimas recomendações para obter benefícios na saúde apontam para um volume de actividade física moderada, na ordem dos 150 a 300 min/semana. Estes benefícios passam pela promoção do sistema cardiovascular, a diminuição do colesterol "mau", facilitar a perda de peso e aumentar o metabolismo basal. Um jogo de golfe num indivíduo com um peso médio de 75 kg, tem um gasto calórico entre 300 a 400 Kcal/h, se carregar os tacos.

    Saúde dos ossos

    Exercícios que suportem o peso do corpo são excelentes para a saúde dos ossos. Sabe-se que este tipo de exercício regular ajuda a promover a manutenção da massa isenta de gordura (músculos), que ajuda a suportar um esqueleto forte. Este tipo de exercício físico ajuda, também, a prevenir a degeneração da massa óssea, incluindo a osteoporose. Para beneficiar ao máximo da gravidade, é fundamental carregar os tacos às costas.

    Redução do stress e do colesterol

    O golfe também reduz o stress e o colesterol. Um único jogo pode queimar mais do que 1000 Kcal, o que é uma boa maneira de ficar em forma, assim como usar o excesso de gordura corporal. Um jogo promove a frequência cardíaca, aumenta a circulação sanguínea, transformando este desporto numa boa actividade cardiovascular. Uma boa condição cardiovascular, por sua vez, está associada a uma diminuição do stress e do "mau" colesterol.

    "Brain Power"

    Fazer um jogo de golfe pode ajudar a promover a eficiência cerebral. Alguns estudos demonstraram que são criadas novas células cerebrais e mais sangue é bombeado para o cérebro, quando um indivíduo é activo em determinados tipos de exercício aeróbio. Estimular o cérebro, associado a uma alimentação saudável e à prática de exercício físico pensa-se que pode ajudar a prevenir Alzheimer, já que é estimulada a circulação sanguínea, assim como a promoção das ligações nervosas. O golfe está constantemente a desafiar a mente em termos de coordenação, concentração, visualização e estratégia, na preparação de cada tacada. Assim como todas as acções não verbais que ocorrem enquanto se espera pela vez de jogar: como por exemplo, o ritmo de jogo, a selecção de tacos dos outros jogadores, o sucesso ou insucesso.

    Social

    O golfe é um desporto que pode ser jogado em vários locais do país. A actividade social deste desporto torna-o especial, promovendo o bem estar físico e mental, já que é realizado em interacção com a natureza, como atestam vários estudos realizados.

    Vitamina D

    Esta vitamina é essencial para a saúde dos ossos e regula a quantidade de cálcio e fósforo no sangue. Ajuda, também, a regular o crescimento das células da pele. Enquanto se pode ingerir alimentos ricos em vitamina D, o corpo pode produzi-la, bastando apanhar algum raios de sol, como acontece ao jogar golfe ao ar livre.

    Sono

    A ciência tem mostrado como a prática de exercício regular promove tudo de bom que o sono nos traz. Adormecer mais rapidamente e ficar num sono profundo durante mais tempo, pode ser melhorado com a prática regular de golfe, melhorando a recuperação e reparação muscular.

    Auto confiança, concentração

    A natureza deste desporto requer que se treine a mente para a concentração e todos os sucessos promovem a auto-confiança. Quer seja um jogador profissional ou "weekend putter walking in the nature", os sucessos são sempre experiencias positivas e construtivas.

    Emocional

    Como em todos os desportos, a emoção traz experiências enriquecedoras. O golfe não é excepção. Este jogo de eleição, praticado ao ar livre e num ambiente de descontração, pode trazer emoção a cada tacada, a cada buraco e a cada jogo.

    Artigo escrito por José Pedro Almeida ao abrigo da parceria entre a ZPPT Golfe Performance com o Jornal SOL.

     



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  • terça-feira, 16 de junho de 2015

    Treinamento físico moderado e sistema imunológico

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    O exercício físico pode ser classificado de acordo com a intensidade do esforço como: leve, moderado e intenso. Essa classificação toma como base a realização de alguns testes de esforço máximo para avaliar a concentração de lactato no sangue, o consumo máximo de oxigênio (O2max), e/ou a freqüência cardíaca máxima (FCmax).

    O efeito de um exercício físico agudo (carga súbita de esforço físico) sobre as células do sistema imunológico já está bem estabelecido(6,9,37-39). Diferentes tipos e cargas de esforço podem ter repercussões distintas no sistema imunológico. O exercício moderado parece melhorar os mecanismos de defesa do organismo, enquanto que o exercício intenso parece enfraquecê-los(9-10,37).

    Essa queda da imunidade ocorre porque ela diminui nos músculos a glutamina, um aminoácido não essencial que tem um fluxo direto e contínuo dos músculos para o fígado, intestino, rins e sistema imunológico. Como o sistema imunológico necessita de muita glutamina para a manutenção de suas funções, e o exercício físico induz o aumento da atividade dessas células

    Em resposta a um exercício físico intenso ocorre neutrofilia, linfopenia e monocitose(7). A redistribuição destas células no compartimento vascular em resposta ao exercício parece ser mediada pela adrenalina, e em menor grau pela noradrenalina(29,33,40-41). A expressão de b-receptores nas diferentes células imunes pode fornecer a base molecular para ação das catecolaminas(11). Contudo, a densidade de receptores adrenérgicos e a eficiência do sistema de transdução AMPc diferem nos vários tipos de células imunocompetentes(42-43). Os neutrófilos e as células NK parecem apresentar maior número de receptores, sendo seguidos, por ordem decrescente, pelos linfócitos TCD8+, pelos linfócitos B e, finalmente, pelos linfócitos TCD4+(22,42,44).

    O exercício físico intenso pode induzir inibição de muitos aspectos da defesa do organismo, incluindo a atividade das células NK, a resposta proliferativa dos linfócitos e a produção de anticorpos pelos plasmócitos(3,7,18,45). Estas alterações comprometem a defesa do organismo contra agentes infecciosos e oncogênicos, assim como nos processos alérgicos e na auto-imunidade(10,31). Gillis et al.(46) observaram inibição na produção do fator de crescimento de linfócitos T induzida pelo aumento de glicocorticóides. Woods et al.(47) verificaram diminuição na produção de superóxido por macrófagos peritoneais de ratos em resposta a uma carga intensa de exercício físico. Estes estudos suportam o conceito de imunossupressão induzida pelo estresse, pois, conforme referido acima, os linfócitos e os macrófagos atuam, de forma determinante, contra a carcinogênese e a auto-imunidade.

    Por outro lado, o exercício físico moderado parece estar associado ao aumento da função de leucócitos. Muitos pesquisadores verificaram que o exercício físico moderado auxilia a quimiotaxia, desgranulação, fagocitose e atividade oxidativa dos neutrófilos uma hora após exercício físico a 60% O2máx(6,48-50). Woods et al.(47) verificaram aumento da aderência, a produção de ânion superóxido, a taxa de metabolismo do nitrogênio, a atividade citotóxica e a capacidade fagocítica de macrófagos. Pedersen e Tvede(51) estudaram a resposta das populações de linfócitos em ciclistas dinamarqueses durante uma hora de exercício físico e verificaram aumento na atividade citolítica de células NK e da linfocina ativadora de células NK (LAK). Recentes estudos relatam que não ocorre alteração na concentração salivar de IgA e de IgE, no soro, durante um exercício moderado(42,52-54). De fato, já é bem estabelecido que o exercício físico moderado está associado ao aumento da função imunológica e a diminuição da suscetibilidade às doenças(55). Diante de tais evidências, é plausível estabelecer um elo entre o treinamento físico de intensidade moderada e as alterações ocorridas no sistema imunológico.

    Ao contrário da grande quantidade de estudos realizados com exercício físico agudo, os relatos sobre a relação entre o treinamento físico e o sistema imune são poucos. É difícil controlar variáveis intervenientes como a dieta dos atletas, o período de competição, as viagens e o estresse psicológico, que podem, de forma independente, influenciar a função do sistema imune.

    O texto completo, com todas as referências, estão nesse link.


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  • quarta-feira, 10 de junho de 2015

    O treino diário contribuindo para o sucesso do atleta

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  • Treinamento Desportivo é o conjunto de atividades que tendem a desenvolver as qualidades mentais e físicas com o objetivo de alcançar o máximo de rendimento individual. Esse aumento do rendimento individual traz vitórias, títulos e, claro, sucesso na modalidade praticada.

    Esse sucesso é construído a cada dia de esforço e tempo dedicado ao treino. Não há segredos em relação a isso. É MUITO difícil uma pessoa que não treina, não se dedica, conseguir o rendimento máximo, seja qual for a modalidade escolhida. O treinamento consegue condicionar sua mente e o seu corpo para ter um determinado desempenho com uma postura ou abordagem específica, transformando-se na sua atitude em competição.

    Geralmente, todos os atletas têm a característica de serem comprometidos e buscam estabelecer metas ambiciosas em relação suas limitações. A satisfação de alcançar o resultado planejado pode estar diretamente direcionada em desfrutar ao máximo a execução da atividade, por isso,  o treino diário costuma enriquecer sua vida ao ponto de valer a pena todo o esforço e disciplina necessários.

    Existem algumas estratégias mentais que são consideradas relevantes na contribuição para o sucesso de atletas nas mais variadas atividades esportivas:

    1) Trabalhar a atitude - O atleta deverá focar-se a 100% na recompensa do seu treino, e não nos aspectos negativos.

    2) Trabalhar a tenacidade mental - Ao desenvolver a sua resistência mental, aumenta largamente a capacidade de dar indicações a si próprio nos momentos difíceis, focando-se com discernimento naquilo que é importante para a obtenção de um bom resultado.

    3) Extrair os aspectos positivos - Os bons hábitos diários criam vias poderosas que aumentam a auto-eficácia do atleta e consequentemente o seu sucesso. Por este motivo, o atleta deve propor-se a este exercício mental de extrair os aspectos positivos do seu treino, e associar-lhe uma pista poderosa para poder voltar a utilizar numa próxima sessão de treino e/ou em competição, aumentando-lhe a percepção de auto-eficácia e a confiança e consequentemente a performance.

    4) Diminuir os efeitos da dor - Uma das maiores habilidades que a mente possui a favor do atleta é a sua capacidade de diminuir a dor. Praticamente todos os atletas têm a noção dos seus limites e das suas capacidades, isto é realmente bom, pois permiti-lhes continuarem a esforçar-se para tentar ultrapassar esses mesmos limites. No entanto, esta percepção de limites torna-se por si incapacitante em algumas situações, dado que o atleta já conhece a sua zona de sofrimento.

    5) Evitar o excesso de informação - Os atletas possuem a habilidade de focarem-se naquilo que pretendem. Esta característica mental torna-se preponderante na realização do seu desporto, exercício ou disciplina técnica, mas apenas se conseguirem dirigir a atenção para as "pistas" ou "atalhos" que promovem a boa performance. Igualmente significativo é perceber o que não é relevante para a execução de uma boa performance, e assim, conhecer o motivo de distração e sabotagem de uma boa execução.

    A repetição e aplicação são necessárias nas práticas diárias do treino. Por isso, é muito importante o desenvolvimento da tenacidade mental através do refinamento da capacidade de foco naquilo que o atleta reconhece como sendo as suas pistas para a boa performance.


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  • quarta-feira, 3 de junho de 2015

    5 utilidades do monitor cardíaco no treinamento

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  • A corrida é uma atividade com diversos benefícios físicos como queima de gordura, treinamento do sistema cardiovascular proporcionando força para o coração, que realiza menos esforço para bombear a mesma quantidade de sangue para o corpo, traduzido na frequência cardíaca. Além disso, a corrida proporciona ganho de condicionamento físico. Ela é uma das modalidade que o uso do monitor cardíaco se torna necessário.

    exercícios

    O monitor cardíaco ou frequencímetro vem sendo usado há bastante tempo por praticantes e atletas das mais diversas modalidades para acompanhar o desempenho do coração durante o exercício. A frequência cardíaca pode ser usada como medida da intensidade do exercício; também pode ser referência para a criação de zonas-alvo, auxiliando o professor/treinador para adequar as características do treino e melhorar as capacidades físicas do corredor.

    O Frequencímetro ou monitor cardíaco tem inúmeras utilidades e podemos citar cinco pontos que acentuam a importância do uso deste aparelho na corrida:

    1. Parâmetros de treinamento: é a melhor ferramenta para estabelecer parâmetros de segurança para o exercício. O monitor cardíaco aponta a intensidade do exercício que estamos realizando através da medida da frequência cardiaca que reflete o esforço realizado pelo coração.

    2. Intensidade de treinamento: Adequar a intensidade do exercícios aos seus objetivos. Conhecer sua zona de frequência cardíaca (FC) e treinar respeitando esses indicadores assegura que você está se exercitando na intensidade adequada para melhores resultados. Quando medimos a FC durante a atividade, descobrimos a intensidade do exercício. Se a intensidade mostrar-se muito baixa (FC abaixo da zona prescrita pelo professor), não terá todos os benefícios que atividade pode proporcionar ao corpo. E ao contrário, se trabalhar com FCs muito altas, pode não atingir seus objetivos e ainda correr riscos de agravos ao coração e sistema cardiovascular, lesões musculares, articulares e outras mais graves.

    3. Cansaço e Recuperação: O monitor também mostra o nível de cansaço e recuperação do corpo. Quando o corredor está mais cansado (seus batimentos se revelam mais altos que o habitual), quando está melhorando seu condicionamento (os batimentos não sobem tanto no esforço e a recuperação é rápida), quando a temperatura ou outros fatores externos estão interferindo no rendimento (no calor, por exemplo, os batimentos aumentam) enfim, ajuda o corredor a conhecer melhor seu corpo e seus limites.

    4. Segurança: Muita gente que não tem condição de ter um técnico/personal, então, deveria ter, no mínimo, um monitor cardiaco para minimizar os riscos possíveis do treinamento de corrida e aprender a usá-lo. Claro que antes é aconselhável passar por uma orientação médica específica para definição dos parâmetros seguros de frequência cardíaca, com base em vários fatores, como idade, peso, altura, nível de condicionamento físico e objetivos.

    5. Prevenção: Pessoas com problemas de saúde – como hipertensão, diabetes, colesterol elevado – correm sérios riscos ao se exercitarem sem orientação e sem controle de frequência cardíaca. Essas, mais do que ninguém, devem usar um monitor cardíaco.

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    Podemos resumir da seguinte forma a orientação do uso de frequencímetros pelos praticantes: iniciantes podem ser dispensados do uso do monitor cardíaco, já que nesta fase de treino, o importante é adequar-se a rotina, realizar exercícios educativos de corrida (ou outra atividade) e tornar a atividade uma rotina nas atividades da vida diária. Já os praticantes profissionais e experientes podem ou não usar este aparelho de acordo com o tipo de treinamento a ser realizado, por exemplo, em treinos intervalados para melhorar a força explosiva e velocidade ou outra característica programada no treino.

    O Monitor cardíaco ajuda a manter a zona de treinamento adequada prescrita pelo treinador e principalmente entender a importância e utilidade desta divisão de intensidade baseada na frequência cardíaca  ajuda na melhora e segurança do treino. 



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