quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Treinamento para quem tem Hérnia de Disco

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  • A hérnia de disco é uma doença provocada pelo desgaste dos discos intervertebrais estruturas que amortecem o contato entre as vértebras. Quando algum destes discos se rompe ou se desgasta acaba comprimindo terminações nervosas, causando dores, formigamento ou fraqueza nos braços, tronco ou pernas.

    A hérnia de disco se forma após várias lesões no disco da coluna. Postura e movimentos inadequados podem danificar o disco, deixando-o com uma espessura menor. E se esses hábitos não forem corrigidos o quanto antes, em poucos anos, esse dano se tornará uma hérnia.

    A hérnia pode surgir em 3 tipos e uma pessoa pode ter mais de uma hérnia discal, que pode aumentar a gravidade com o tempo. São eles:

    1. Protusão discal

    Este é o tipo mais comum e se caracteriza pelo fato do núcleo do disco se alargar, mas permanecer intacto, embora o mesmo já tenha perdido seu formato oval. E, devido ao alargamento, as paredes do disco poderão tocar em regiões e áreas de grande sensibilidade nervosa, causando dores e incapacidade de realizar alguns movimentos.

    2. Hérnia de disco extrusa

    Este caso é grave, pois o núcleo do disco já se encontra deformado, fragmentado ao ponto do núcleo pulposo perder completamente seu formato original e ficar parecendo uma "gota". Quando há esse rompimento do disco, o líquido gelatinoso sai por meio de uma fissura na membrana, perdendo o contato entre os fragmentos e seu meio interno.

    3. Hérnia de disco sequestrada

    Este tipo é mais grave ainda, porque o disco já está tão danificado que pode chegar a partir ao meio. Quando esse rompimento acontece, o líquido gelatinoso adentra o canal medular e pressiona a raiz nervosa, causando compressão contínua e inflamação. Este tipo de hérnia é o que provoca a chamada "dor química", pois quando o líquido gelatinoso está fora do seu ambiente natural, suas propriedades químicas ácidas provocam dores insuportáveis.

    Quando há apenas a desidratação do disco, ou seja, pequenas rachaduras, não há sintomas. Para descobrir esse caso, é necessário a realização de uma ressonância magnética, pois somente quando a hérnia tomou forma e a coluna já está deslocada (estágio de protrusão) é que surgem os sintomas.

    Quem trabalha em escritórios ou passa muitas horas sentado está mais propenso a desenvolver a hérnia de disco, justamente por essa falta de movimentação da coluna. Além disso, evitar esforço físico intenso, como carregar peso excessivo, também contribui para prevenir o problema.

    Prescrever exercícios resistidos para indivíduos com histórico de dor na coluna vertebral não é tarefa simples e implica, além do conhecimento sobre os fatores determinantes da dor, a compreensão do processo de estabilização da coluna vertebral, o domínio da técnica de execução, para garantir que os músculos sejam ativados de acordo com os objetivos, e noção apurada das progressões dos exercícios.

    Um dos exercícios mais feitos nesse caso são os isométricos que desenvolvem tensão no músculo sem alteração em seu comprimento externo, basicamente como quando carregamos compras: os músculos estão sob tensão, mas estáticos.

    Ao tratar a hérnia de disco com a musculação, os movimentos no quadril, tronco e coluna devem ser mais leves, para não agravar o caso. Se houver crises, o treino deve ser suspenso e o médico deve ser procurado.

    Com a prática moderada de exercícios físicos, sempre com supervisão de um profissional para garantir uma execução perfeita, é possível fortalecer a musculatura da coluna e melhorar a movimentação das vértebras.

    Os exercícios nunca devem ser feitos em casa ou sem a ajuda de um profissional da educação física.



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  • sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

    Goleiro de Futebol deve apostar no condicionamento físico

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  • Tempo de reação do goleiro é um dos mecanismos de defesa mais importantes para um time de futebol. A reação mais rápida e precisa do goleiro, menor a probabilidade de a bola está para entrar na net. A maioria dos jogadores exigem uma boa dose de prática e treinamento para melhorar suas habilidades para reagir rápido o suficiente para parar a bola de entrar no gol. Porém, para "suportar" esse treinamento tão importante, é preciso ter um bom condicionamento físico.

    Não são apenas os jogadores de linha que precisam manter um condicionamento físico de alto nível. É verdade que o goleiro é menos exigido nesse sentido, pois atua em momentos pontuais do jogo. No entanto, ele precisa estar sempre atento como parte essencial do esquema tático e dar o suporte com os pés ou sair do gol em bolas aéreas, por exemplo.

    Por isso, cuidar da parte cardiovascular é muito importante. Um goleiro bem preparado fisicamente terá reflexos positivos na sua agilidade, no seu apuro técnico e na força necessária nos tiros de meta.

    Lembre-se de realizar tanto os treinamentos básicos e avançados quanto apostar em exercícios capazes de melhorar o seu rendimento como um todo. Atividades que potencializam sua força, velocidade, elasticidade, segurança e reflexo, por exemplo, devem ser abordadas.

    Também é importante praticar exercícios que aprimorem o tempo de reação, que nada mais é que o tempo que o goleiro leva para reagir após um chute.

    Como treinamento físico, inclua na sua lista de atividades a corrida, que vai contribuir com a capacidade respiratória e melhorar a sua resistência. Já o alongamento é responsável por aumentar a elasticidade, o que vai ajudá-lo a alcançar todas as bolas.

    Não se esqueça também de realizar o deslocamento lateral e frontal, exercício que vai auxiliar na questão da agilidade. Já o deslocamento de costas e de frente, mesclando média e alta velocidade, é capaz de aprimorar a noção de espaço e tempo nos cruzamentos.

    Tão importante quanto os treinamentos físicos é dedicar um bom tempo também ao treinamento técnico. Quer alguns exemplos? Comece com jogadores realizando uma série de 6 a 10 chutes frontais, à altura do tórax do goleiro.

    Depois, faça o mesmo exercício, mas com o deslocamento lateral desta vez. É indicado também treinar chutes a meia altura com queda, mas sem saltar — basta que o atleta pegue a bola e caia.

    Para melhorar a impulsão, o treinador deve jogar a bola para o alto — ao menos 2 metros acima do goleiro —, que por sua vez vai saltar, levantando o joelho direito e revezando esquerdo. Essas são apenas algumas das opções. O ideal aqui, como já dito, é ter o auxílio de um treinador bem capacitado que vai conseguir elaborar um cronograma adequado para o aluno.

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