terça-feira, 29 de setembro de 2020

Condicionamento físico no Rugby

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  • O treinamento físico de um atleta de rugby deve prepará-lo para a prática desenvolvida dentro do campo com a máxima especificidade possível.

    Levando em consideração que a força é um dos fatores mais importantes no desempenho dos atletas na maioria das modalidades (WEINECK, 2003), no Rugby o ideal é que os jogadores apresentem o maior nível de força máxima possível, para assim desempenhar melhor suas funções dentro da modalidade.

    No Rugby os jogadores precisam de quantidades variáveis de potência e resistência que demanda também altos níveis de força, velocidade e agilidade de seus jogadores. Existem poucos esportes coletivos que requerem uma gama tão diversificada e abrangente de atributos físicos.

    As diferentes demandas das diversas posições do jogo também deve influenciar a forma como você treina. Por exemplo, os cinco primeiros jogadores no scrum precisam de energia e resistência para realizar os scrums efetivamente, enquanto um asa vai fazer sprints mais freqüentes durante todo o jogo e, como resultado requerem níveis mais elevados de velocidade e velocidade de resistência.

    Para um jogador estar fisicamente preparado - para estar verdadeiramente Rugby Ready - a competência funcional básica deve estar implementada. Por exemplo, um jogador deve desenvolver uma boa base geral em termos de força, estabilidade, mobilidade e resistência como uma plataforma sobre a qual construirá maior velocidade e qualidade de energia.

    Para uma análise precisa e relevante quanto as necessidades, você deve procurar a ajuda de um treinador registrado ou credenciado em condicionamento para projetar e implementar o programa de condicionamento. As principais considerações são:

    1. Seu preparador fisico atual deve usar testes físicos padronizados e avaliação funcional
    2. Qualquer história de lesão
    3. Histórico de treinamento: deve ser levado em conta a idade de treinamento (o número de anos que foram especificamente preparado para Rugby) e idade de treinamento fisico (o número de anos que foi supervisionado por um preparador físico credenciado)
    4. Necessidades especificas relacionadas com o jogo (posição que atua, arbitragem, etc.)

    Uma vez que as necessidades individuais foram determinadas com base nestes critérios, as questões específicas relacionadas com a reabilitação / pre habilitação e fraquezas percebidas pode ser focado em um programa de treinamento e pode ser projetado e implementado para atender essas necessidades.

    O acompanhamento regular e avaliação de seu progresso exigirá um procedimento de testes. Isso irá garantir que o programa está constantemente mudando e evoluindo para atingir novos objetivos.



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  • terça-feira, 15 de setembro de 2020

    Como começar na carreira de Treinador Desportivo

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  • Uma das grandes vantagens do profissional de Educação Física é que ela permite diversas possibilidades de carreira. Dentre elas, o treinamento esportivo vem se destacando e fazendo com que um número maior de profissionais busquem qualificação para atuar nessa área.

    O treinamento desportivo tem como objetivo principal a melhora do desempenho físico, motor e esportivo dos indivíduos praticantes de algum tipo de modalidade esportiva, seja ela uma simples corrida ou a prática de um esporte com exigências motoras mais complexas. Seja ele individual ou coletivo.

    A preparação física dos atletas é um dos pilares que determinam se um jogador terá ou não sucesso em sua carreira. A habilidade técnica e o entendimento tático também são importantes. Porém, se o atleta não tem capacidade física para realizar as tarefas que estão sendo propostas, os outros dois elementos provavelmente não serão executados com eficiência. 

    O planejamento da preparação física completa, principalmente em esportes coletivos, deve ser organizado para que o treinador consiga observar a evolução de cada atleta. O ideal é que o preparador físico coloque em uma planilha todos os dados de desempenho dos atletas. É um trabalho gigantesco mas que traz resultados excelentes.

    Qualquer esporte tem calendários, que traz os eventos mais importantes e menos importantes. Portanto, é necessário prestar atenção nesse calendário, para que a preparação física não atrapalhe o compromisso esportivo. Normalmente, um time passa por três importantes períodos durante uma temporada: a preparação, a competição e a recuperação.

    O treino físico, o do dia a dia, deve considerar esses períodos e desenvolver, entre outras atividades, musculação, treinamento funcional, condicionamento físico e exercícios em água. Estas variam conforme o objetivo do treinador e, inclusive, podem sofrer alterações de atleta para atleta, principalmente por causa do risco de lesão.

    É importante lembrar que os treinos específicos para as habilidades dos fundamentos de cada esporte devem estar presentes no planejamento, com o  atleta também está trabalhando a parte física. Sendo assim, os preparadores também devem considerar o trabalho realizado com bola, por exemplo.

    Até a próxima!

    Cursos online e Ebooks de vários esportes para estudo!




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  • terça-feira, 8 de setembro de 2020

    Metodologias do Treinamento Funcional

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  • O treinamento funcional se baseia nos movimentos naturais do ser humano, como: pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar.

    Dentro do Treinamento Funcional podemos verificar as diversas abordagens no que se refere a metodologias. Atualmente em nosso país, existem três linhas metodológicas que são utilizadas dentro de um TF, que são: TF para a especificidade esportiva; TF baseado no pilates, possuindo como foco o treinamento do CORE e, por último, TF baseado em exercícios integrados para melhoria das capacidades funcionais.

    Desta forma, cabe ao profissional que for prescrever os treinos saber qual das três linhas de trabalho são a mais adequada para as necessidades, funcionalidades e objetivos de seu aluno.

    Neste post, abordaremos as metodologias propostas por D'Elia e D'Elia (2005) e Monteiro e Evangelista (2010).

     Metodologia de D'Elia e D'Elia (2005):

    Transferência de treinamento: Onde o grau de similaridade e equiparação entre os exercícios utilizados no treinamento físico funcional sejam próximos aos movimentos utilizados no cotidiano, pois, quanto maior for este grau, maior será a permuta dos resultados obtidos para a atividade em questão.

    Estabilização: Com o treinamento funcional o atleta recruta mais a musculatura estabilizadora, na qual o individuo aproveita da estabilidade para conservar o exercício em pratica através do equilíbrio.

    Desenvolvimento dos padrões de movimentos primários: No treinamento funcional, sete movimentos são considerados como movimentos-chave, sendo também considerados como movimentos necessários para a sobrevivência humana e para a performance esportiva, que são: agachar, avançar, abaixar, puxar, empurrar, girar e levantar.

    Desenvolvimento dos fundamentos de movimentos básicos: existem quatro tipos principais de movimentos básicos dentro do TF, que são, habilidades locomotoras (como andar, correr...), habilidades não-locomotoras ou de estabilidade (como virar-se, torcer, balançar...), habilidades de manipulação (como arremessar, chutar, agarrar...), consciência de movimento (que corresponde a percepção e resposta às informações sensoriais necessárias para executar uma tarefa). Estes quatro movimentos básicos podem ser empregados em quaisquer modalidades esportivas e atividades cotidianas.

    Desenvolvimento da consciência corporal: O treinamento funcional desenvolve diversos aspectos desta consciência, pois provoca o indivíduo em diferentes posições e tarefas, as quais fazem com que o mesmo se compreenda com mais seriedade.

    Desenvolvimento das habilidades biomotoras fundamentais: O desenvolvimento da força, do equilíbrio, da resistência, da coordenação, da velocidade e da flexibilidade é indispensável, sendo que uma habilidade raramente domina um exercício. Sendo assim, na maioria das vezes, o movimento se origina de uma combinação de uma ou mais habilidades. Dessa forma, o treinamento funcional desenvolve as habilidades de acordo com a seriedade de cada uma delas no esporte ou na atividade específica, abrangendo também a fase de treinamento no qual o indivíduo se encontra

    Aprimoramento da postura: A postura influencia muito na capacidade e qualidade de movimento e equilíbrio. Sendo assim, o treinamento funcional pratica tanto a postura estática (que corresponde a posição em que o movimento começa e termina) quanto a postura dinâmica (capacidade do corpo de alimentar o eixo de rotação durante todo o movimento).

    Metodologia do Monteiro e Evangelista

    Metodologia de treinamento só pode ser considerada como funcional se o aluno apresentar as seguintes características:

    Desenvolvimento de capacidades biomotoras ressaltantes - que são: força, resistência, potência, flexibilidade, coordenação, equilíbrio, agilidade e velocidade;

    Padrão de movimento comparável a reflexos, ou seja, quando o corpo gera um conjunto de ações reflexas para manutenção da postura quando em superfícies estáveis e/ou instáveis;

    Sustentação do centro de gravidade sobre sua base de suporte como componente postural estático e dinâmico;

    Compatibilidade com um programa motor generalizado, ou seja, os exercícios considerados como funcionais utilizam movimentos que têm alta transferência para o trabalho ou esporte;

    Compatibilidade de cadeia aberta/fechada - a seleção do exercício pelo treinador deve ser em função do tipo de cadeia cinética, para que o recrutamento dos músculos e o movimento das articulações sejam específicos em relação a tarefa desempenhada;

    Isolamento para integração, ou seja, treinar a musculatura para que ela colabore na realização de um movimento funcional.

    Podemos perceber que ambas metodologias apresentadas acima são semelhantes no que se refere a desenvolvimento de capacidades biomotoras importantes nesta metodologia de treinamento, bem como no centro de gravidade do corpo (CORE) e no recrutamento sincronizado dos músculos para o bom desenvolvimento da função desempenhada na vida diária do indivíduo.

    Qualquer um pode praticar o Treinamento Funcional. Claro que o instrutor deve estar sempre atento a seus alunos e adaptar exercícios que sejam difíceis demais para quem ainda não tem um bom condicionamento físico ou sofre de alguma patologia.

    Mas, no geral, os movimentos podem e devem ser feitos por todo mundo. Isso inclui grupos especiais como gestantes, pessoas com patologias e crianças.

    Referências Bibliográficas:
  • D'ELIA, Rodrigo; D'ELIA, Leandro. Treinamento funcional: 7º treinamento de professores e instrutores. São Paulo: SESC - Serviço Social do Comércio, 2005.



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