terça-feira, 20 de outubro de 2020

Avaliação Física e Treinamento em Esportes

  • Treino Funcional e Cross - Passo a Passo (em vídeo)
  • Treinamento Funcional 200 Exercícios - Aprenda Montar Seu Treino
  • Ebook Funcional Kids

  • Com qual frequência devo mudar o meu treino de exercícios físicos? - Blog -  Personal Virtual

    A avaliação física para começar qualquer tipo de treinamento em esportes é importantíssimo. Trata-se de uma bateria de exames que irá fazer uma espécie de raio-X do seu condicionamento físico e detectar características importantes como frequência cardíaca, resistência física, condicionamento muscular e quantidade de gordura, entre outros aspectos. Os testes são fundamentais para proteger a saúde do aluno e apoiar o trabalho do treinador. Quanto maior o número de informações, mais personalizada será a planilha de treinos.

    Com os dados em mãos, os exercícios podem ser prescritos de acordo com a capacidade individual de cada um, fazendo com que a evolução e os efeitos do treino sejam monitorados com segurança e eficiência. A avaliação física pode ser feita tanto na própria academia, por um profissional especializado, em laboratórios clínicos ou com o seu médico. Veja abaixo, os procedimentos que vão fazê-lo render muito mais e colher os resultados esperados.

    Anamnese
    É o momento do bate-papo com o treinador ou com o médico. Um bom teste deve começar com uma boa anamnese, que é um questionário de perguntas chaves feito para rastrear o estilo de vida e ficha médica do aluno, como hábitos alimentares, doenças hereditárias, alergias, peso, altura, medicamentos que toma e cirurgias que já fez. Ele serve como instrumento de triagem para a indicação da realização do tipo de avaliação física a ser aplicada. Se há hipertensos na família, provavelmente será pedido um exame mais detalhado de frequencia cardíaca.

    Bioimpedância
    O exame vai fazer um levantamento da quantidade de gordura e água no seu organismo a partir de eletrodos grudados em pontos estratégicos do corpo. Outra alternativa ao método é o teste chamado de dobras cutâneas, que usa um adipômetro, uma espécie de pinça gigante. Com o aparelho em mãos, o médico ou o professor de educação física belisca sua pele, descobrindo quanto existe de gordura em cada região do corpo (pernas, braços, costas e abdômen, por exemplo). Com esses números, podemos saber onde focar o treino e onde há mais necessidade de perda de gordura e ganho de músculos. O ideal é contar com o instrumento a partir dos 17 anos de idade antes disso, o corpo ainda está em formação e as medidas variam muito.



    Teste neuromuscular ou Resistência Muscular Localizada (RML)
    A partir dele, seu treinador vai identificar a resistência física de grandes grupos musculares. Exercícios, como flexões, abdominais e agachamentos, são repetidos em máxima velocidade durante 1 minuto.

    Avaliação postural
    Através de fotografias ou de um raio-X, feitos por um ortopedista, verifica-se a existência de anomalias na estrutura do esqueleto, como problemas na coluna ou até desvios nos joelhos e pés. Sua principal função é evitar a sobrecarga óssea e possíveis fraturas.

    Teste de flexibilidade
    Sentado, com as pernas esticadas, você irá estender seus braços o máximo que puder até alcançar uma espécie de régua, conhecida como tábua de Wells, na marca limite que irá testar a flexibilidade de seu corpo. Se estiver muito enferrujado, são indicadas doses extras de aulas de alongamento, pilates e ioga que esticam os músculos. O teste também pode ser feito em pé, usando um banco no lugar da tábua.

    Ergoespirometria
    É usada uma máscara, que abrange boca e nariz, para medir a quantidade de oxigênio que é absorvida pelo nosso organismo durante os exercícios físicos e definir o limiar anaeróbio (índice que demonstra a quantidade de ácido lático nos músculos). Quanto maior for à resistência cardiorrespiratória, melhor será o desempenho do aluno em exercícios como andar, correr, pedalar e nadar, por exemplo.

    Teste de eletrocardiografia
    É indicado, principalmente, para pessoas com vida sedentária, que estão acima do peso e que têm histórico de doenças, como o diabetes e hipertensão, na família. Executado por um cardiologista, o eletrocardiograma permite conhecer o esforço que o coração consegue atingir, sem chegar a uma sobrecarga. A análise é fundamental para que o professor defina a intensidade dos exercícios e respeite os limites do aluno.

    Vale ressaltar que uma rotina de exercícios eficaz é aquela que é combinada corretamente com a duração e intensidade dos esforços que a atividade exige, levando em consideração as condições e necessidades de cada um diagnosticadas na avaliação


    Se você procura conteúdo para estudar Treinamento Físico ou Treinamento Desportivo, eu preciso te dizer que o site Quero Conteúdo tem ótimas indicações de Cursos dentro da Educação Física. Acessa lá!

    Publicada em 29/12/14 e revisada em 20/10/20



    Atualizações do blog Treinamento Funcional:
    No Telegram
    No Whatsapp
    No Email
    Dicas para profissionais:
  • Livros sobre Treinamento Funcional
  • Ebook Trabalhe com Treinamento Funcional
  • Ebook Trabalhe com Funcional Kids
  • TOP 200 FUNCIONAL - 200 exercícios de Treinamento Funcional
  • +100 Fichas de Treino Funcional Kids


  • terça-feira, 6 de outubro de 2020

    Quem pode praticar a Pliometria

  • Treino Funcional e Cross - Passo a Passo (em vídeo)
  • Treinamento Funcional 200 Exercícios - Aprenda Montar Seu Treino
  • Ebook Funcional Kids



  • O método pliométrico permite aumentar o rendimento mecânico de qualquer ação motora desportiva, que exija a realização de um elevado impulso de força, num tempo mínimo. Para este autor, trata-se de um método muito eficaz para a preparação especial da força, que favorece o aumento da força máxima e da força explosiva, assim como melhora a capacidade reactiva do sistema neuromuscular do desportista.

    A pilometria deve ser realizada apenas por quem já possui prática esportiva. Isso porque pessoas destreinadas não têm estabilidade articular (com isso, as articulações são prejudicadas com o impacto), não tem força e resistência muscular para aguentar a intensidade dos exercícios e não possuem coordenação motora para executarem os movimentos de forma harmoniosa.

    É fundamental ter sempre o acompanhamento de um profissional de atividade física, especialmente porque é fácil sofrer overtraining durante a prática de pliometria.

    Itens de segurança para o praticamente

    • É importante treinar em terrenos firmes e retos.
    • Antes de fazer saltos altos, treine a aterrissagem correta.
    • Periodize outros treinos, uma vez que essa atividade não deve ser feita por um longo período.
    • Antes de iniciar a prática, sempre faça exercícios de aquecimento.
    • Os exercícios devem ser feitos em progressão, podendo usar materiais, unilateral ou por ambas as pernas.
    • Um típico ciclo de pliometria costuma variar de oito a dez semanas, com duas sessões por semana.
    • É essencial unir o treino pliométrico com outros de força, para evitar estado de fadiga.

    O MELHOR CURSO DE FUNCIONAL PARA APRENDER AGORA!!

    Curso de PREPARAÇÃO FÍSICA FUNCIONAL, para atender do iniciante ao avançado, em grupos com certificado de 40 horas. Clique aqui e aproveite o desconto AGORA!


    Atualizações do blog Treinamento Funcional:
    No Telegram
    No Whatsapp
    No Email
    Dicas para profissionais:
  • Livros sobre Treinamento Funcional
  • Ebook Trabalhe com Treinamento Funcional
  • Ebook Trabalhe com Funcional Kids
  • TOP 200 FUNCIONAL - 200 exercícios de Treinamento Funcional
  • +100 Fichas de Treino Funcional Kids


  • quinta-feira, 1 de outubro de 2020

    9 tipos de treinos físicos na Corrida

  • Treino Funcional e Cross - Passo a Passo (em vídeo)
  • Treinamento Funcional 200 Exercícios - Aprenda Montar Seu Treino
  • Ebook Funcional Kids
  •  


    Na corrida, mesmo se você está nos primeiros passos ou se já gasta a sola da bota há um tempo, muitos dos objetivos se resumem em baixar o pace, ganhar mais condicionamento e resistência física para subir os degraus da quilometragem. A seguir, há 8 tipos de treino para atingir objetivos diferentes.

    Base

    Realizados no início do ciclo de treinamento de corrida, normalmente no começo do ano. Não tem foco em velocidade, nem em volume de quilometragem semanal. O objetivo é fortalecer a base muscular e adaptar o corpo. Dura entre 6 e 8 semanas e inclui outros exercícios como agachamentos, propriocepção e educativos.

    Recuperação

    É o pós-prova. Também conhecido como regenerativo. É um treino leve, que deve ser feito num ritmo confortável. Para quem fez uma prova de 21km num domingo, por exemplo, seria um treino de 7 km, que ajuda a aumentar o fluxo sanguíneo e na recuperação.

    Longo

    É a corrida em distâncias maiores, similares à da prova meta do atleta. Para maratonistas, por exemplo, são treinos que variam entre 24 e 35 Kms. Serve para simular a vivência da prova. Esse tipo de treino é muito importante para o corredor conhecer o comportamento do seu corpo em um exercício de longa duração. Deve ser usado para adequar a hidratação e a alimentação, adaptando o corpo para a competição.

    Lembra-se que, um treino longo para maratona deve ter no máximo 38 km, e 18 km para meia. O aumento da quilometragem deve ser gradual e acontecer semanas antes da prova.

    Progressão

    Treino dividido em pelo menos 3 etapas, com um aumento gradual da velocidade em cada uma delas. Começa num ritmo mais natural e confortável, terminando num mais rápido. Serve para melhorar a média final do pace e programar o ritmo de prova.

    Fartlek

    Tem uma intensidade variável de acordo com o tempo ou com a quilometragem. Ajuda a melhorar a velocidade e a resistência à fadiga. Exemplo de um treino fartlek (para corredores acostumados às provas de 10 km): 10' aquecimento + 3 x 2' forte c/ 4' leve –descanso + 5' desaquecimento

    Subida

    Um treino que inclui subida, normalmente tem uma quilometragem menor. Além disso, a velocidade na inclinação também deve ser inferior àquela do percurso plano. Atua no fortalecimento, principalmente da musculatura posterior da coxa e dos glúteos, melhora a capacidade pulmonar e, ainda, ajuda a corrigir a técnica do movimento, especialmente para atletas de montanha.

    Tempo RUN

    Foco no pace, na velocidade média por km. É um exercício de esforço sustentado. Serve para cadenciar o ritmo e programá-lo para a prova. Para atletas amadores, por exemplo, o indicado é que na competição o início seja mais lento, depois com o corpo adaptado, a velocidade seja aumentada gradualmente. Este treino serve para regular o pace para cada quilômetro, a fim de que no dia do evento seja cumprida a meta final de tempo total.

    Areia

    O objetivo é propriocepção, fortalecer músculos pouco utilizados nos treinos de rua ou esteira. A sugestão é de treinos mais curtos, "entre 20 minutos e uma hora, no máximo, e sem tênis.

    Tiro

    É a forma mais simples de trabalhar a velocidade. É bastante simples de fazer, pois você pode aumentar seu ritmo ou fazer acelerações de curta duração no final de uma corrida.

    Como se faz: Ao terminar seu treinamento normal, em um local plano e sem obstáculos, acelere até chegar quase à sua velocidade máxima em uma distância de 30 a 50 m. Mantenha a velocidade por mais 50 m e depois vá freando aos poucos. As retas não devem ser mais longas do que 100 ou 150 m. Ao acabar cada reta, trote muito suavemente durante 1 min. Você pode fazer entre 5 e 10 retas.

    É uma boa forma para manter a velocidade.



    Atualizações do blog Treinamento Funcional:
    No Telegram
    No Whatsapp
    No Email
    Dicas para profissionais:
  • Livros sobre Treinamento Funcional
  • Ebook Trabalhe com Treinamento Funcional
  • Ebook Trabalhe com Funcional Kids
  • TOP 200 FUNCIONAL - 200 exercícios de Treinamento Funcional
  • +100 Fichas de Treino Funcional Kids