segunda-feira, 30 de novembro de 2020

A fadiga no esporte

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  • Qualquer pessoa que treina em excesso corre o risco de desenvolver  a síndrome do overtraining, que provoca alterações fisiológicas como: dores musculares, cansaço constante, fraqueza, alterações no ritmo cardiorrespiratório, falta de coordenação e o desejo de abandonar o exercício. Quando essa sindrome se torna crônica, também podem ocorrer sintomas psicológicos como irritabilidade, alterações no sono, perda de peso, queda súbita de rendimento, falta de concentração e atenção.

    Quando o músculo não é capaz de suportar um grau de força muito alto ocorre a fadiga muscular. Outra coisa que pode causar a fadiga dos músculos é o excesso de cálcio, prejudicando as fibras musculares. Fatores psicológicos também são importantes e devem ser consideradas. O que a atleta pensa durante uma competição intensa, na qual fadiga e o sofrimento podem tornar-se totalmente consumidores, é extremamente relevante para a natureza de sua atuação.

    A fadiga é um cansaço e geralmente é gerado por esforços repetitivos de exercícios que exige mais do que se pode aguentar, por isso nesses casos cabe a suplementação e descanso. 

    Os sintomas da fadiga esportiva variam de pessoa para pessoa. O excesso de exercícios, aliado à falta de descanso e à má alimentação, geram uma série de carências e alterações que podem se manifestar das seguintes formas:

    – Cansaço excessivo, falta de interesse nas tarefas cotidianas e falta de pique para treinar.

    – Redução do rendimento esportivo e recuperação lenta depois do treino.

    – Lesões, dores musculares e articulares.

    – Aumento da frequência cardíaca em estado de repouso e do nível de lactato.

    – Dificuldade para dormir, relaxar e se concentrar. Instabilidade emocional.

    – Náuseas, mal-estar estomacal, perda de apetite e de peso.

    – Predisposição a infecções, sobretudo respiratórias.

    A fadiga é a "redução reversível de capacidade de desempenho físico e/ou psicológico, que, no entanto, ao contrário do esgotamento, ainda possibilita uma continuação da carga embora com um gasto de energia em parte bem maior e com a coordenação prejudicada".

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  • A musculação é um treino de força que consiste no levantamento de pesos, seja com halteres ou aparelhos específicos. Seu objetivo é a hipertrofia dos músculos.

    Porém, a boa execução dos exercícios e alguns truques fazem a diferença para obter melhores resultados. E, assim, explica o porquê de seu amigo, que começou a fazer exercícios na mesma época que você, já estar com o corpo bem mais definido.

    Benefícios da Musculação

    1. Melhora a postura corporal

    A prática de musculação fortalece a musculatura que sustenta a coluna, melhorando a postura e diminuindo as dores nas costas por exemplo.

    2. Diminui a quantidade de gordura

    Quando a musculação é praticada de forma regular, intensa e acompanhada de uma alimentação saudável, o corpo passa a queimar mais gordura e aumentar a massa muscular, acelerando o metabolismo e favorecendo o gasto calórico mesmo quando se está parado.

    A perda de gordura, além de promover benefícios estéticos e aumentar a auto-estima, previne uma série de doenças, como obesidade e aterosclerose, por exemplo.

    3. Tonifica os músculos

    A tonificação dos músculos é uma das "consequências" visíveis da prática da musculação. A tonificação acontece devido à perda de gordura, aumento da massa muscular e fortalecimento da musculatura o que além de representar ganho de força, permite que haja o desaparecimento das celulites, por exemplo.

    No entanto, para que os músculos fiquem mais durinhos, é preciso ter uma hidratação correta e alimentação balanceada. Veja o que comer para ganhar massa magra.

    4. Combate problemas emocionais

    Por promover a liberação da endorfina, que é o hormônio responsável pela sensação de bem-estar, a musculação pode ser uma ótima alternativa para aliviar o estresse, diminuir os sintomas de ansiedade e, até mesmo, combater a depressão. Saiba como aumentar a produção e liberação de endorfina.

    5. Aumenta a densidade óssea

    A musculação aumenta a densidade óssea, ou seja, torna os ossos mais resistentes, diminuindo as chances de fraturas e desenvolvimento da osteoporose, que é comum em pessoas mais idosas e mulheres na menopausa. No entanto, para que os ossos fiquem realmente fortalecidos, é preciso que a musculação seja acompanhada de uma alimentação saudável, equilibrada e composta por alimentos ricos em cálcio e vitamina D. Veja quais são os alimentos ricos em vitamina D.

    6. Diminui o risco de diabetes

    O risco de diabetes pode ser diminuído com a prática da musculação porque o organismo passa utilizar a glicose circulante como fonte de energia e o açúcar que se encontra em excesso no sangue passa a ser armazenado na forma de glicogênio, que é utilizado em outros processos metabólicos, por exemplo.

    7. Melhora o condicionamento cardiorrespiratório

    Quanto mais intensa foi a musculação, maior é o trabalho do coração, garantindo maior condicionamento cardíaco e respiratório. Assim, há regulação da pressão arterial e, consequentemente, diminuição dos riscos de doenças cardíacas, como a aterosclerose, por exemplo.

    Treinos de Musculação

    O treino de musculação é feito de forma individual, em que um educador físico elabora um programa de exercícios de acordo com o objetivo do aluno (emagrecer, hipertrofia, reverter uma lesão, entre outros), seu histórico (de lesões, doenças), seus gostos e tempo a ser disponibilizado aos treinos. Portanto, é bastante adaptável a qualquer indivíduo.

    A musculação é a única modalidade em que todas as variáveis podem ser controladas: a posição, a altura, a velocidade, a amplitude, a carga, a intensidade, os intervalos.

    Além disso, é um treinamento dinâmico, pois a maioria dos exercícios são realizados em bloco. Então, você realiza uma série, descansa, levanta, faz outra série.

    Desta forma, a modalidade pode ser feita por uma pessoa totalmente iniciante até alguém que está retornando após uma lesão. Isso porque tudo pode ser modificado, controlado e ajustado conforme as necessidades individuais.

    Principais Exercícios

    Agachamento com barra

    Posicione-se com uma barra na nuca, alinhada e equilibrada. Ela pode conter pesos ou não, a depender da intensidade do exercício e indicação do educador físico. Então, você pode realizar um agachamento tradicional ou afundo, por exemplo.

    É um movimento que trabalha a musculatura de todo o corpo, sobretudo membros inferiores (como glúteos e pernas), o core (tronco e abdômen), lombar, controle motor, posição do ombro e pescoço.

    Supino

    Esse é um dos exercícios preferidos dos homens, pois trabalha principalmente a musculatura dos membros superiores (ombros, tríceps, antebraço e, especialmente, peito).

    Remanda curvada:

    É o movimento com maior potencial para gerar massa muscular nas costas por sem bastante complexo e envolver grande volume muscular;

    Desenvolvimento com barra ou halteres:

    É uma ótima opção para um recrutamento efetivo dos músculos do ombro, além de contribuir para preparar o aluno para maiores carga de força no supino. É trabalhado nos treinos de peito, tríceps e deltoides.

    Rosca direta

    Bastante comum na rotina de treinos de musculação, a rosca direta é o movimento de utilizar dois pesos (um em cada mão), voltar os braços para dentro e subir e descer os braços na altura do peito. Possui diversas variações e age principalmente nos músculos do cotovelo e bíceps.

    Leg press

    O leg press é um dos aparelhos de musculação mais comuns em academias. Para realizá-lo, apoie completamente as costas no encosto da máquina. Depois flexione os pés, deixando-os apoiados na plataforma e alinhando o joelho e quadril.

    Em seguida, é só empurrar a plataforma e voltar à posição inicial. As pernas devem estar estendidas ao voltar o movimento, com os joelhos um pouco flexionados.

    O exercício é indicado para quem quer deixar as pernas torneadas, porque trabalha os grupos musculares dos membros inferiores.

    Cadeira extensora

    Para usar o aparelho, mantenha a coluna bem rente ao encosto. Encaixe os pés abaixo do rolo inferior; o estenda para cima e flexione para baixo. Na volta, sua perna deve estar reta.

    Lembre-se de permanecer com os pés paralelos e apontados para cima durante o exercício. Este aparelho fortalece as pernas, joelhos e quadríceps.

    Métodos e sistemas de treinamento

    O treinamento de força possui inúmeras variações que atendem aos mais diversos objetivos de treino. Diversas possibilidades foram propostas ao longo dos anos, abaixo temos alguns dos sistemas de treinamento utilizados nas salas de musculação.

    Pirâmide completa (12, 10, 8, 6, 4, 2 e 1 repetição)

    O sistema de treino pirâmide completa favorece estímulo tanto para a hipertrofia muscular quanto para o aumento da força;

    B) Pirâmide sobrecarga dupla (12, 10, 9, 8, 8, 9, 10, 12 repetições)

    No treino pirâmide com sobrecarga dupla, inicia-se com cargas leves e repetições altas, ao totalizar quatro séries a sequência é invertida.

    Pirâmide truncada (12, 10, 8 e 6 repetições – hipertrofia ou 6, 4, 2 e 1 repetição – força)

    Na pirâmide truncada seguem-se os mesmos preceitos da pirâmide completa só que com número de séries e repetições menores.

    Bi-set

    No treino bi-set são realizados dois exercícios para o mesmo grupo muscular sem que haja descanso entre um e outro.

    Tri-set

    No treino tri-set são realizados três exercícios para o mesmo grupo muscular sem que haja descanso entre eles.

    Super série

    Consiste na execução de quatro ou mais exercícios para o mesmo grupo muscular sem que haja descanso entre os mesmos.

    Agonista/Antagonista

    Nesse método realizam-se dois exercícios seguidos, um para o músculo agonista (por exemplo, rosca bíceps) e outro para o músculo antagonista do primeiro exercício (por exemplo, tríceps polia).

    Circuito

    O treino em circuito pode ser utilizado para diversos objetivos, por exemplo, melhorar a resistência muscular, melhorar o condicionamento cardiorrespiratório, entre outros. O circuito geralmente é elaborado com oito a 10 exercícios em sequência, podem-se utilizar pequenos intervalos de descanso entre os exercícios ou fazer descanso ativo, por exemplo, realizar abdominais, pedalar, pular corda e etc.

    Pré-exaustão

    Na pré-exaustão utiliza-se primeiro um exercício monoarticular e na sequência outro multiarticular, ambos os exercícios para o mesmo grupo muscular.

    Exaustão

    É um treino que visa levar o músculo à exaustão, sendo esgotadas as repetições quando o sujeito alcançar a falha concêntrica.

    Isométrico

    Neste tipo de treino o sujeito realiza força estática num determinado ângulo articular. As adaptações a esse tipo de treino ocorrem nas imediações do ângulo treinado em cada exercício.

    Negativo ou excêntrico

    No treinamento negativo o sujeito realiza sozinho o movimento durante a fase excêntrica e recebe ajuda para vencer a fase concêntrica, esta por sua vez com intensidade maior do que 100% de 1RM (uma repetição máxima).

    Drop set

    O drop set é um treino onde o sujeito realiza duas ou três séries de seis a oito repetições máximas e, posteriormente vai reduzindo 20% da carga e realizando quantas repetições conseguir.

    Rest-pause

    No rest-pause (pausa-descanso) o sujeito realiza um número de repetições até a falha concêntrica (algo entre 8 a 12 repetições máximas), descansa entre cinco a 10 segundos e repete a série.

    Repetições parciais

    Nas repetições parciais o sujeito realiza um determinado número de repetições para ângulo específico, pode variar entre cada exercício, por exemplo, a famosa rosca 21 (sete repetições entre 180° a 90°, sete repetições de 90° a <90° e, sete repetições completas).

    Repetição forçada

    Na repetição forçada o sujeito realiza oito repetições máximas sozinho e depois recebe ajuda para vencer a fase concêntrica em mais três ou quatro repetições.

    Superlento

    Neste tipo de treinamento o sujeito realiza todo o percurso de um exercício, fases concêntrica e excêntrica, numa velocidade entre 10 a 30 segundos de duração.

    GVT (German Volume Training)

    Treinamento alemão com grande volume onde o sujeito realiza 10 séries com 10 repetições para um determinado exercício. Descanso entre as séries de 60 a 90 segundos.

    FST-7 (Fascia Stretch Training)

    O treinamento FST-7 preconiza que o sujeito deva realizar sete séries de oito a 12 repetições e no intervalo de 30 segundos entre as séries o sujeito alonga o músculo exercitado.

    8 Mitos sobre a Musculação

    Mito 1: A mulher não consegue ficar forte: as mulheres podem sim desenvolver o condicionamento muscular, elas possuem potencial para que isso ocorra, em especial na parte superior de seu corpo, uma parte que é menos desenvolvida no corpo feminino. Em geral uma mulher de porte médio, ganha força em uma proporção mais rápida que o homem de porte médio.

    Mito 2: O treinamento de musculação faz a mulher perder a feminilidade: os benefícios funcionais assim como aqueles para saúde mental e física, promovidos pela musculação não se limitam só aos homens. O treinamento adequado ao aumentar a capacidade de trabalho físico, melhora a composição corporal e diminui o risco de lesões, realça o aspecto da mulher fazendo com que ela se sinta melhor, com os músculos firmes e compactos. Nada tem a ver com a expressão "perda de feminilidade".

    Mito 3: Musculação gera músculos volumosos: as mulheres não apresentam potencial genético para desenvolver músculos grandes, pois não possuem a quantidade de hormônios suficiente para que isso ocorra, enquanto esteroides ou meios artificiais conseguem provocar o crescimento muscular exagerado, a musculação isolada não tem essa capacidade.

    Mito 4: O treinamento de força diminui a flexibilidade: o termo "músculo travado" aponta falta de flexibilidade, a musculação adequada não o torna menos flexível, ao contrário torna o músculo mais flexível. Se os músculos se mantiverem alongados, exercitando os mesmos ao longo de toda a amplitude (prática adequada da musculação), eles permanecerão flexíveis.

    Mito 5: Mais é melhor: com qualquer forma de exercício alcança-se um platô, o risco de se machucar ocorre se não for usado o bom senso para decidir que quantidade é suficiente. A qualidade do treinamento de musculação é mais importante do que a quantidade de tempo que se gasta para realizá-la. Por exemplo, uma sessão de treino de 30 minutos é capaz de desenvolver o condicionamento muscular de modo eficiente e seguro.

    Mito 6: Sem dor não há resultado: um programa de treino da musculação pode ser desconfortável, mas não deve ser dolorido, deve impor um esforço razoável sobre os sistemas musculares para aumentar a força, sem expor a mesma a um risco de lesão exagerado.

    Mito 7: Os músculos viram gordura quando você para de treinar: os músculos não podem virar gordura. Eles não têm capacidade fisiológica de mudar de um tipo de tecido para outro, os músculos têm a prioridade de serem usados ou de serem perdidos, se você não usar o músculo, o mesmo atrofia.

    Mito 8: Você deve usar suplementos proteicos para ter uma boa forma física: o condicionamento muscular não aumenta com o uso de suplementos, pois o corpo não é capaz de armazenar proteína adicional, o excesso de proteína é convertido em gordura e armazenado dessa forma, sendo assim, se a proteína for consumida além da dieta normal, qualquer ganho de peso será em gordura.

    Para finalizar

    A musculação é a principal atividade nas academias para preparação física, contribui além do crescimento muscular com a diminuição da gordura corpórea e o incremento da massa óssea. Sua prática constante leva a transformação harmoniosa da constituição física humana.

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  • segunda-feira, 23 de novembro de 2020

    A Dança na Educação Física

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  • A dança na escola não é a arte do espetáculo, é educação através da arte. A dança tem suma importância para alcançar os objetivos da Educação, um deles sendo o desenvolvimento dos aspectos afetivo e social, portanto esta prática propicia ao aluno grandes mudanças internas e externas, no que se refere ao seu comportamento, na forma de se expressar e pensar.

    As atividades a serem aplicadas com as crianças devem ser naturais envolvendo o andar, correr, saltar, saltitar, equilibrar, rodopiar, girar, rolar, pendurar, puxar, empurrar, deslizar, rastejar, galopar e lançar.  Desenvolvimento da noção de tamanho, forma, agrupamento e distribuição.

    A dança possui definições relacionadas a vários enfoques, envolvendo sempre o movimento, como:

    relação com os deuses, relação consigo, com os outros e com a natureza;
    transcendência;
    emoção, expressão, sentimentos;
    símbolos, linguagem e comunicação
    interação entre aspectos fisiológicos, psicológicos, intelectuais, emocionais;
    tempo, espaço, ritmo;
    arte;
    educação.

    A história da dança

    A dança, em sentido geral, caracteriza-se pela arte de mover o corpo e assume papel fundamental nos dias de hoje, enquanto forma de expressão torna-se praticamente indispensável para vivermos presentes, críticos e participantes em sociedade.

    Fazendo uma analogia histórica, observa-se que todos os povos, desde a Antigüidade, cultivavam formas expressivas como as danças, os jogos e as lutas. De acordo com VERDERI ( 2009): "O homem primitivo dançava por inúmeros significados: caça, colheita, alegria, tristeza,... O homem dançava para tudo que tinha significado, sempre em forma de ritual."

    Isso nos faz perceber que a dança é realmente uma das artes mais antiga que o homem experimentou. E que ao longo dos anos evoluiu em conceitos, nos fatos sociais e culturais, revelando a relação do homem com o mundo e seus diferentes meios de vida.

    Percebemos também que, o movimento dançado foi a primeira forma de expressão emotiva, manifestação dos temores e sentimentos. Logo passou a ser uma cerimônia, espetáculos, celebração, e por fim uma forma de divertimento e aprendizagem.

    Podemos observar que a dança foi uma forma de expressão de vários acontecimentos que marcaram época na humanidade, a partir dela o homem pode demonstrar papéis sociais e desempenhar relações dentro de uma sociedade.

    Ao longo da história a dança foi associada também ao universo pedagógico, pois além de uma forma de diversão e espetáculo é, de acordo com FERRARI(2003)," educação". Na educação, ela está voltada para o desenvolvimento global da criança e do adolescente, favorecendo todo tipo de aprendizado que eles necessitam.

    Diante disso, podemos compreender que a dança tem grande valor pedagógico.

    Ela possui uma importante ligação com a educação, visto que no universo pedagógico ela auxilia o desenvolvimento do aluno, facilitando sua aprendizagem e resultando na construção do conhecimento.

    A dança com o passar do tempo foi ganhando cada vez mais espaço na área educacional até chegar aos dias de hoje, porém não é a proposta desta pesquisa relatar toda essa trajetória, mas apenas um breve posicionamento de sua evolução, com finalidade de informação.

    Nas antigas culturas a dança teve um caráter de espetáculo, manifestações populares, e na Idade Média passou a ser uma forma de entretenimento das classes altas e as do povo. A dança desde a pré-história é uma forma de manifestação, uma "expressão corporal", que com o passar do tempo, sofreu diversa influências e foi ganhando espaço na educação.

    O papel da dança na prática educativa tem o objetivo de resgatar, de forma natural e espontânea, as manifestações expressivas da nossa cultura. A expressão corporal como recurso da aprendizagem escolar, utiliza o corpo em movimento, estimulando a expressão de sentimentos e emoções que auxiliam na integração social.

    A dança pode contribuir para a área da educação física na medida em que, através da experiência artística e da apreciação, estimula no individuo os exercícios da imaginação e da criação de formas expressivas despertando a consciência estética, como um conjunto de atitudes mais equilibradas diante do mundo.

    Dança e a Cultura

    O Brasil é um país que tem na sua cultura popular expressões significativas, que possibilitam inúmeras oportunidades de aprendizagem através de músicas, danças e festas populares.

    No Brasil temos as classificações das danças por região onde cada uma possui sua dança tradicional assim como as festas. A seguir, vamos citar algumas danças das regiões com base no trabalho de Cortês (2000).

    Norte: Carimbó, Retumbão, Lundu da Ilha do Marajó, Xote Bragantino, Vaqueiros do Marajó, Marabaixo, Batuque, Siriá, Boi-de-Máscara.

    Nordeste: Guerreiro, Frevo, Xaxado, Quilombo, Caninha Verde, Maracatu, Caboclinhos, Ciranda, Coco, Capoeira.

    Centro-Oeste: Catira, Chupim, Cururu, Siriri, Engenho de Maromba, Cavalhada.

    Sudeste: Ticumbi, Congos, Congados ou Congadas, Moçambique, Catopês, Jongo, Caboclinhos ou Caiapós, Folias de Reis, Marujos, São Gonçalo, Calango Mineiro.

    Sul: Caranguejo, Chimarrita, Pezinho, Balaio, Maçanico, Rancheira, Pau-de-Fita, Tatu, Chula, Tirana do Lenço.

    Danças do Fandango Paranaense: Xará-Grande, Anu, Tonta e Recortado.

    Desta forma, iremos explicar uma dança de cada região:

    Na região Norte, o Carimbó é considerado um gênero musical de origem indígena, porém, como diversas outras manifestações culturais brasileiras, miscigenou-se e recebeu outras influências, principalmente negra. Seu nome, em tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, o carimbó. Surgida em torno de Belém na zona do Salgado (Marapanim, Curuçá, Algodoal) e na Ilha de Marajó, passou de uma dança tradicional para um ritmo moderno, influenciando a lambada e o zouk.

    Na região do Nordeste, temos o frevo que é um ritmo musical e uma dança brasileira com origens no estado de Pernambuco, misturando marcha, maxixe e elementos da capoeira. Este estilo pernambucano de carnaval é um tipo de marchinha bastante acelerada, que, ao contrário de outras músicas carnavalescas, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto a multidão se diverte dançando. Apesar de parecerem simples ao olhar, os passos do frevo são bem complicados, pois, esta dança inclui: gingados, malabarismos, rodopios, passinhos miúdos e muitos outros passos complicados.  Para complementar a beleza da dança, eles usam uma sombrinha ou guarda-chuva aberto enquanto dançam.

    Temos também na região do Centro-Oeste a Catira ou cateretê, uma dança do folclore brasileiro em que o ritmo musical é marcado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos, de origem híbrida, com influências indígenas, africanas e européias, a catira (ou "o catira") tem suas raízes em Mato Grosso, Goiás e norte de Minas. A coreografia é executada na maioria das vezes por homens (boiadeiros e lavradores) e pode ser formada por seis a dez componentes e mais uma dupla de violeiros, que tocam e cantam a moda.

    Já na região Sudeste, o Ticumbi representa uma manifestação folclórica que ocorre anualmente no estado do Espírito Santo, principalmente na cidade de Conceição da Barra. Consiste na execução de coreografias por um grupo de pessoas trajadas segundo as tradições pelas ruas da cidade, acompanhados de música executada por pandeiros. Suas raízes remontam a cerimônias africanas, mas atualmente é executado em homenagem ao santo católico Benedito.

    Temos ainda na região Sul a Chimarrita, também chamada Chamarrita ou Limpabanco. É uma dança típica do folclore gaúcho. Originária dos Açores e Ilha da Madeira, a chimarrita é uma das danças mais populares do fandango gaúcho. Além do Rio Grande do Sul, a chimarrita também é dançada e cantada nos estados de São Paulo e Paraná, ao som de "harmônica" (gaita). Indumentária: traje à moda gaúcha. Também se encontra a chimarrita no Uruguai, onde é considerada um dos ritmos de raiz mais populares.

    A Dança de Salão, é um exemplo de Dança Popular também conhecida como Dança Social ou de Sociedade. É a dança praticada nos bailes e reuniões sociais que tem o objetivo de socializar e divertir. Quanto à sua nomenclatura, explica que o termo de salão, é devido à necessidade de salas grandes, para que se possam realizar as evoluções das danças.

        Mesmo reconhecendo as dificuldades para especificar os locais de ocorrência de muitas danças,  deve ser adotada a divisão do Brasil em regiões proposta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por agrupar os estados com traços físicos, humanos, econômicos, sociais e históricos comum, e ser amplamente utilizada nas escolas, permitindo que este trabalho seja fidedigno a sua proposta maior.

        Atualmente, a dança na perspectiva da cultura corporal é promotora de desenvolvimento e autonomia corporal que segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998) – PCNs de Educação Física, a dança se classifica como um de seus conteúdos, possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal na comunidade escolar.

    A Educação Física não exclui o conteúdo de dança de seu campo de atuação. Ao contrário, é esta que ela vem tentando incluir na formação do currículo escolar. O ensino de dança na escola deve ser também de responsabilidade do professor de Educação Física.

    A dança na escola

    Por meio da dança, o professor pode trabalhar vários conteúdos:

    1) A diferença entre gêneros — meninos e meninas têm comportamentos diferentes que podem ser facilmente notados e trabalhados por meio da dança.

    2) O domínio corporal e a ritmicidade — o dançarino tem um domínio lógico espaço/temporal bastante desenvolvido. Assim, dominar ritmos pode contribuir para as ações do cotidiano, auxiliando em atividades do dia-a-dia.

    3) A diversidade cultural e os variados estilos — de região para região, o estilo de dança varia bastante, pois na cultura brasileira existem várias culturas regionais que são formadas de acordo com o modo de vida de seus habitantes.

    A dança é um meio quase ilimitado de aprendizagem. Mas o professor deve tomar cuidado ao trabalhá-la como conteúdo educativo: ele não pode, de maneira alguma, reforçar modismos, que geralmente são lançados pelos meios de comunicação de massa com intenção exclusivamente comercial. Ele deve alertar seus alunos sobre os interesses da indústria cultural para que seu trabalho não omita a existência dos estilos comerciais, mas desperte o senso crítico de seus educandos a respeito deles.

    A dança na escola não deve priorizar a execução de movimentos corretos e perfeitos dentro de um padrão técnico imposto, gerando a competitividade entre os alunos. Deve partir do pressuposto de que o movimento é uma forma de expressão e comunicação do aluno, objetivando torná-lo um cidadão crítico, participativo e responsável, capaz de expressar-se em variadas linguagens, desenvolvendo a auto- expressão e aprendendo a pensar em termos de movimento

    Benefícios da dança na escola

    A escola é uma instituição voltada à educação formal que tem como objetivo sistematizar conhecimentos, assim como o legado cultural produzido pelo homem ao longo do tempo, visando à formação humana e crítica dos cidadãos.

    É na escola que o indivíduo tem acesso a um número bastante diversificado de informações, conhecimentos, normas, valores e atitudes. Neste contexto, a dança na escola deve proporcionar oportunidades para que o aluno possa desenvolver todos os domínios do comportamento humano.

    Para que o professor contribua efetivamente na formação de estruturas corporais mais complexas, ele poderá se utilizar da dança, tanto no aspecto biológico que é sua especificidade, mas também na questão da formação humana.

    É possível afirmar que a dança como processo educacional pode contribuir para o aprimoramento das habilidades básicas, dos padrões fundamentais do movimento, no desenvolvimento das potencialidades humanas e sua relação com o mundo.

    A dança é um conteúdo muito importante para que o aluno consiga desenvolver seu autoconhecimento, liberar as tensões, além de proporcionar um encontro da coordenação e da harmonia dos diferentes movimentos corporais.

    O trabalho da dança educacional quando preocupado em deixar fluir dos educandos suas emoções, seus anseios e desejos dos movimentos que não necessariamente envolvam a técnica, permitirá que o sujeito se revele e desperte para o mundo, numa relação consigo e com os outros, de forma consciente.

    A dança pode propiciar o autoconhecimento, estimular vivência da corporeidade na escola, proporcionar aos educando relacionamentos estéticos com as outras pessoas e com o mundo, incentivar a expressividade dos indivíduos, possibilitar a comunicação não verbal e os diálogos corporais na escola, sensibilizar as pessoas contribuindo para que elas tenham uma educação estética, promovendo relações mais equilibradas e harmoniosas diante do mundo desenvolvendo a apreciação e a fruição da dança.

    Dança de Salão

    A dança de salão é dançada em casal (dama e cavalheiro). Ele sempre conduz a dama (enlaçados). Nesta dança, o movimento envolve postura e regras da etiqueta com características culturais ou não.

    As características são marcação do tempo em intervalos regulares, com tempos fortes e fracos, que determinam cada forma musical. Assim sendo, há distinção do gênero musical através do ritmo e não pela velocidade (lento, moderado e rápido), ou seja, pela característica musical e também pelos instrumentos de percussão utilizados.

    Os gêneros musicais: Samba, Forró, Bolero, Fox, Tango, etc.. Algumas danças:

    MERENGUE

    ● Origem República Dominicana
    ● Característica compasso binário, ritmo veloz e malicioso

    FORRÓ

    ● Origem brasileira
    ● Característica compasso quaternário, nordestina
    ● Fala Mansa, Luiz Gonzaga, Fagner, Elba Ramalho, Magníficos, etc.
    ● O nome surgiu nos bailes fechados que os engenheiros britânicos, que estavam trabalhando na construção de uma ferrovia em Pernambuco, faziam durante os fins de semana. Os funcionários ficavam olhando de longe, até que um dia abriram "para todos" da empresa, ou seja, "for all".

    SAMBA

    ● Origem brasileira
    ● Característica compasso quaternário, influência da cultura negra, origem da palavra umbigada
    ● Jorge Aragão, Martinho da Vila e Beth Carvalho (gafieira)
    ● Adoniram Barbosa (samba liso)
    ● Jorge Bem Jor, Seu Jorge (samba rock)
    ● Fundo de Quintal (pagode)

    FOX

    ● Origem norte americana
    ● Característica compasso quaternário, shows da Broadway, bailes de gala
    ● Ray Conniff, Frank Sinatra, Michael Bublé

    ROCK

    ● Origem norte americana
    ● Característica compasso quaternário, não se dança juntinho
    ● Elvis Presley, Chuck Berry, Bill Halley

    SALSA

    ● Origem porto-riquenha
    ● Característica compasso quaternário, caribenha (influência cubana)
    ● Célia Cruz e Gloria Estefan

    VALSA

    ● Origem austríaca
    ● Característica compasso ternário, girar pelo salão
    ● Vienense (andamento rápido)
    ● Francesa (andamento moderado)
    ● Inglesa (andamento lento)

    Dança como Exercício Físico

    Além de ser uma atividade artística, a dança é acima de tudo um verdadeiro exercício físico. Os alunos que desejam fortalecer seus corpos e criar condicionamento físico podem se dedicar a essas disciplinas especiais na companhia de um personal trainer, um coach esportivo ou um professor de dança.

    A dança esportiva é perfeita para melhorar o seu cardio e fortalecer e desenvolver músculos como o quadríceps, os abdominais, os glúteos ou os músculos dos isquiotibiais. Nosso conselho: faça pelo menos 30 minutos de cardio todos os dias para melhorar sua dança e obter um corpo saudável.

    Uma pequena lista não exaustiva de aulas de dança esportiva ministradas no Brasil:

    • Aula de Zumba
    • Aulas de dança africana
    • Aulas de rock acrobático
    • Aulas de alongamento,
    • Aulas de ginástica rítmica
    • Aulas de Sh'bam
    • Aulas de Pilates
    • Aulas de Rumba
    • Aulas de Bokwa
    • Aulas de Aero Latin,
    • Aulas de Aquazumba
    • Aulas de fitness etc.
    Outros tipos de atividades relacionadas à dança:

    Danças individuais: Ballet de Repertório, Ballet Clássico, Ballet Romântico, Ballet Moderno ou Contemporâneo, Dança Moderna, Dança Contemporânea, Sapateado, Jazz.
     
    Danças de Grupo: Dança Circular, Disco Dance, Country e Street.

    A dança como conteúdo da Educação Física tem como objetivo levar a conhecer as qualidades do movimento expressivo como leve/pesado forte/fraco, rápidos/lentos, fluidos/interrompidos, intensidade, duração, direção, sendo capaz de analisá-los a partir destes referenciais; conhecer algumas técnicas de execução de movimentos e utilizar-se delas; ser capazes de improvisar, de construir coreografias, e, por fim, de adotar atitudes de valorização e apreciação dessas manifestações expressivas, contribuindo diretamente para a formação do cidadão, pois, aprender a dançar envolve, além do desenvolvimento das atividades artísticas e estéticas, apreciar arte e situar a produção social da arte de todas as épocas nas diversas culturas.

    Para finalizar, vou indicar esse guia Ginástica para Treinamento Físico ´para trabalhar em academias ou ao ar livre.  São treinamentos físicos que tem o objetivo de melhorar as questões estéticas e físicas dos praticantes com duração de 45 a 60 minutos, com combinações de movimentos Aeróbicos e Musculares no ritmo da música. Clique aqui e saiba mais!



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  • Modalidades e dicas para melhorar na Natação

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  • A natação é um esporte excelente para quem está a procura de alinhar condicionamento físico e bem-estar, pois é o tipo de esporte que trabalha todos os músculos e articulações do corpo. Continue a leitura para saber mais sobre as modalidades e como melhorar o seu desempenho na Natação:
    • Nado Livre

    O nado Livre, também denominado Crawl, é o estilo mais rápido da natação. Aqui o nadador fica de barriga para baixo e o movimento de nado consiste nas alterações de pernas e braços. É o tipo de nado mais comum.

    • Nado de costas

    Como o próprio nome sugere, o nadador fica com as costas viradas para a piscina. Ou seja, é ao contrário do nado livre. Aqui, o fundamento da natação é semelhante o Crawl, muda-se apenas que o nado é de costas.

    • Nado peito

    Esse estilo de nado é mais lento que os anteriores. O nadador deve ficar com os braços estendidos, o rosto deve ficar fora da piscina e as palmas mão voltadas para fora da água.

    • Nado borboleta

    O nado borboleta é o mais difícil, pois o nadador deve fazer mais força para nadar. O nadador fica de barriga virada para a piscina, os braços fazem um movimento circular e as pernas ficam juntas e alongadas.

    • Nado Medley

    Típico nado em competições, o nado Medley nada mais é do que os quatro tipos de nado realizados pelo nadador.


    Algumas dicas para melhorar o desempenho nas piscinas

    Destacamos algumas dicas para melhorar a execução dos movimentos da natação e da importância do condicionamento físico no esporte. Veja mais!

    Treine com frequência

    Como em qualquer outra atividade, a repetição na natação é fundamental para melhorar a técnica. Assim, é indicado praticar, no mínimo, três vezes por semana o esporte, pois é necessário que o corpo tenha um estímulo grande para se adaptar e apresentar resultados satisfatórios.

    Não segure o fôlego

    Muitos atletas se esquecem de respirar e têm problemas para gerir o fôlego durante o exercício. Logo, é importante manter um ritmo constante de respiração com o nariz e a boca, de modo a não ficar sem ar. Também é fundamental fortalecer a musculatura do pescoço, com o treinamento da respiração nos dois lados (respiração 3 x 1, por exemplo).

    Utilize bem as pernas

    O treinamento de pernas não é dos mais interessantes, por conta da exigência física; todavia, é essencial para melhorar a qualidade dos membros inferiores durante o nado. Por isso, é importante alternar o ciclo das pernadas e distribuir as forças aplicas em comum às braçadas. Os joelhos devem ficar relaxados e os pés devem "bater" na água.

    Tenha cuidado com a postura

    O nado deve ser realizado com uma postura ereta, o que proporciona mais fluidez ao nadador. Ainda, é preciso cuidado para não ultrapassar a linha central do seu corpo — uma boa referência de posicionamento é manter, durante a respiração, uma das lentes dos óculos na água.

    Para finalizar, indicarei o curso Natação na Prática - Estratégias para o Ensino do Nadar que traz Educativos demonstrados com filmagens na piscina. Aprenda como trabalhar com alunos iniciantes, montar programação, avaliação cinesiológica e utilizar equipamentos para incrementar suas aulas de Natação. Clique aqui e saiba mais!



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  • quinta-feira, 19 de novembro de 2020

    Cinesiologia para profissionais de Educação Física

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  • A Cinesiologia é a ciência que estuda o movimento corporal. Seus conhecimentos podem ajudar o profissional de Educação Física em vários momentos mas é importante para o profissional entender a aplicação dessa ciência no seu cotidiano.

    Para profissionais de educação física, o estudo da Cinesiologia é importante para melhorar e guiar uma aula ou plano de treino. Conhecer o papel de cada músculo contribui para preparadores físicos conseguirem equilíbrio muscular e evitar lesões em atletas e estabilizar alunos com limitações.

    A determinação dos movimentos corporais, principalmente no treinamento físico, é feita pela observação, pelas sensações subjetivas durante o desempenho de uma atividade ou gesto motor, desportivo ou não desportivo.

    Os movimentos corporais podem ser assim expressos:

    Movimento de força contínua

    Os movimentos de força contínua podem ser rápidos ou lentos, potentes ou débeis. A força contínua é aplicada contra uma resistência, contraindo os músculos motores.
    Ex:- a fase de propulsão num movimento de braçada na natação, o impulso dado por uma das pernas (de arranque) na saída de um bloco de partida do atletismo, a sustentação de uma extensão do corpo num movimento do balé.

    Movimento passivo

    Qualquer movimento do corpo, embora obrigado, que ocorra sem uma contração muscular contínua, pode ser classificado como passivo e pode identificar-se em 3 subdivisões principais:

    - movimento passivo de manipulação:- a origem da força para a manipulação é outra pessoa ou outra força exterior distinta da gravidade. Ex:- a elevação ou a oscilação durante o relaxamento, por um (a) companheiro (a) na dança de balé ou na patinação

    - movimento de inércia:- é uma continuidade de um movimento preestabelecido, sem uma contração muscular concorrente. Este movimento compreende influência da fricção, resistência do ar, viscosidade dos tecidos, tensão residual nos ligamentos e músculos distendidos. Ex:- a fase de deslizamento da braçada de peito na natação; movimento contínuo do corpo na parada de um skatista.

    - movimento gravitacional ou queda:- na realidade, este é um caso especial de movimento manipulativo, ao qual se atribui uma consideração particular, porque ele é o resultado de uma força de aceleração constante (em direção e magnitude) em todas as situações terrestres práticas. Ex:- queda livre após a transposição do sarrafo no salto com vara ou salto em altura; movimentos de todo o corpo numa sessão de ginástica de solo.

    Movimento balístico

    É um movimento composto por fases, onde a primeira fase é a de um movimento de força contínua, com as partes do corpo aceleradas pela contração concêntrica de músculos agonistas e antagonistas. A segunda fase é um movimento de inércia, sem contração muscular. A fase final é uma desaceleração resultante da contração excêntrica dos antagonistas. As três fases se superpõe somente nos estágios da transição, onde um tipo de movimento se confunde, imperceptivelmente. Ex:- movimentos sucessivos de golpes para devolução de uma bola no tênis de campo ou baseball

    Movimento dirigido

    Quando se requer uma grande exatidão, mas sem a necessidade de força ou velocidade, são ativos, para o movimento, os músculos antagonistas assim como os motores principais. Na tentativa de segurar um equipamento desportivo com a maior firmeza possível, contraem-se, conjuntamente, em ambos os membros, um par de grupos musculares antagonistas. Um equilíbrio exato entre estes segmentos é de difícil execução e, quando surgem erros, como a dominância alternada dos pares musculares antagonistas, surge o tremor, ao passo que a ausência desses erros traduz-se em firmeza. Ex:- escrever; inserir a linha no orifício da agulha.

    Movimento equilibrado dinâmico

    Os fusos musculares detectam os desvios da posição de equilíbrio desejada e iniciam um sistema de autocontrole para realizar as correções. O resultado é uma série de oscilações irregulares, precisamente mediada pela contração reflexa de grupos musculares apropriados, a fim de manter-se o equilíbrio. Ex:- o movimento realizado pelo goleiro no momento de segurar uma bola chutada diretamente em sua direção

    Movimento oscilatório

    O movimento se insere rapidamente no final de cada excursão curta, com uma co-contração dos grupos musculares antagonistas que se alternam na dominância. Ex:- movimentos de punho de um esgrimista ao segurar e manipular o equipamento (florete).

     Princípios relativos a desempenho individual

    A análise cinesiológica pode também ser empregada para uma análise de desempenho esportivo, desde que considerados os elementos individualmente. Para tanto, há que se considerar durante este processo:

    Potência

    A amplitude do princípio de movimento:

    1. De uma maneira ideal, o exercício de fortalecimento deve começar numa posição, na qual o músculo esteja completamente distendido e terminar numa em que fique completamente encurtado, se o objetivo final for flexibilidade, máxima tensão e potência, através de toda a amplitude de movimento.

    Princípio de recuperação:
    2. O movimento e a massagem de um músculo fatigado, durante as pausas de repouso, aumentarão sua rapidez de recuperação; a posição geral do corpo pode, também, exercer influência sobre a circulação impedindo a estagnação de resíduos metabólicos no músculo.

    Resistência

    A resistência muscular e a resistência circulatória e respiratória são 1. fatores separados no desempenho humano; o desenvolvimento de um, não é, necessariamente, acompanhado pelo desenvolvimento do outro.

    O aumento da potência e da destreza contribuem, 2. significativamente, na resistência muscular, particularmente, pelo aumento da eficiência e pela redução do gasto de energia e da fadiga associados a uma tarefa determinada.

    O desenvolvimento da resistência depende, principalmente, 3. do treinamento e dos mecanismos de absorção e transporte do oxigênio. A capacidade do coração para impulsionar o sangue é o fator limitante mais comum na resistência circulatória e respiratória, mas não é o único fator importante;

    A resistência circulatória e respiratória requer uma capacidade 4. aeróbia e anaeróbia elevada. Embora a capacidade aeróbia seja, em parte, um fator inato, os programas de treinamento devem tencionar as duas capacidades, a aeróbia e a anaeróbia.

    Rapidez de Movimento

    A rapidez máxima de movimento é, em parte, uma característica 1. individual; A rapidez de movimento está influenciada pelos tempos de 2. reação e resposta que são, em parte, características individuais inatas, mas que podem ser minimizadas pelo treinamento da atenção, do estado mental e da destreza.

    Para finalizar, se você saber mais sobre esse assunto, tem o Curso de Cinesiologia  oferece ao profissional de Educação Física e Fisioterapia conhecimentos sobre a origem da cinesiologia, Planos e eixos, articulações, músculos, análise cinesiológica e muito mais. Clique aqui e saiba mais!


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  • quarta-feira, 18 de novembro de 2020

    Natação: benefícios, modalidades e dicas!

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  • A natação é uma habilidade adquirida através de um processo de aprendizagem.

    Por isso, é fundamental que exista uma metodologia para o ensinamento e a prescrição de exercícios dessa modalidade, é muito importante porque é uma atividade física das mais completas e saudáveis.

    Encontrar um exercício que ajuda a emagrecer, ganhar massa muscular, melhorar condicionamento físico, ajudar quem tem problemas respiratórios e que ainda tenha poucas chances de lesões pode parecer uma tarefa difícil. Mas, na verdade, um dos esportes mais praticados no mundo reúne todas essas características: a natação.


    Benefícios da natação

    A natação é um dos esportes mais praticados no mundo. É uma atividade física completa, pois trabalha diversos músculos do corpo e traz uma série de benefícios à saúde. Confira:

    1. Melhora a respiração:

    As aulas de natação são excelentes para quem tem problemas respiratórios, como asma e bronquite, já que o aluno aprende a controlar a inspiração e expiração juntamente com os movimentos. Além disso, a umidade ajuda a dilatar as vias respiratórias das pessoas que têm dificuldade para respirar.

    2. Ajuda a emagrecer:

    Para que haja uma queima de gordura eficiente em qualquer atividade física, é importante que esta seja praticada com regularidade. As intervenções mais severas nem sempre são as mais eficientes em médio prazo e podem ocasionar o famoso efeito sanfona.

    É importante que a pessoa sinta prazer em nadar, e não que aquilo seja um sacrifício momentâneo. Para o American College of Sports, uma pessoa saudável é a que gasta entre 1.000 e 1.500 kcal por semana com a prática esportiva. O exercício pode consumir entre 300 e 500 kcal por dia.

    3. Baixo impacto:

    Mesmo sendo uma das atividades físicas que mais queima calorias, a natação traz pouco impacto para as articulações. Por isso é recomendada para a terceira idade e pessoas que sofrem de doenças como artrite reumatoide.

    4. Trabalha diversos músculos:

    A natação exige o trabalho de pernas, braços e da região do core, inclusive o abdômen. A execução igual e bilateral dos movimentos garante o desenvolvimento equilibrado e amplo de todos os músculos.

    5. Ganho de massa muscular:

    A natação é uma boa alternativa para o ganho de massa muscular, especialmente para pessoas sedentárias. Isto porque na natação é trabalhado um número muito grande de músculos.

    Mas após um período de treinamento na natação é importante fazer treinos musculares específicos para que se obtenha maiores resultados em ganho de massa muscular.

    6. Ajuda no tratamento da fibromialgia:

    A atividade física deve estar em todos os tratamentos de fibromialgia e já foi comprovado que exercícios aeróbicos de baixo impacto são os que trazem maiores benefícios. 

    A natação ainda não havia sido avaliada com o devido rigor científico e, neste ensaio clínico, apresentou resultados tão bons quanto os da caminhada, que tem benefícios comprovados. Pode ser uma opção mais interessante para uma pessoa que, além de fibromialgia, tem artrose no joelho, por exemplo

    Modalidades da natação

    Borboleta

    Considerado o segundo estilo mais veloz pelos nadadores e mais complexo entre todos os estilos. Consiste em manter o corpo estendido com os membros superiores à frente, alinhados ao restante do corpo, na superfície da água. A cabeça permanece em seu posicionamento natural, de forma que o topo da cabeça do nadador possa ser visto. O estilo borboleta compete-se em distâncias de 50m, 100m e 200m.

    Os homens com quadril mais duro têm dificuldade de fazer a pernada dessa modalidade. Enquanto as mulheres, que normalmente têm menos força nos braços, sentem dificuldade de sair da água com toda a parte superior do corpo. Mas, com um pouco de prática e persistência, essas dificuldades iniciais desaparecem.

    Crawl

    Também conhecido como estilo livre é considerado o estilo mais rápido e simples, seus movimentos consistem em se posicionar com a parte da frente do corpo virada para o fundo da piscina. As pernas esticadas, semiflexionadas e os pés estendidos se movimentam com golpes curtos. O movimento dos braços também é alternado, de modo que o nadador puxe água se impulsionando para frente e a cabeça também alterna os movimentos de um lado para o outro e puxando a respiração. O estilo crawl compete-se em distâncias de 50m, 100m, 200m, 400m, 800m e 1500m.

    Costas

    No nado costas a movimentação dos pés e pernas é semelhante a do crawl, porém com as costas na água. A braçada ao sair da água deve ser feita com o polegar e para a mão entrar na água é com o dedo mínimo, uma forma mais eficiente de quebrar a água. O rolamento do tronco é muito importante, pois auxilia na braçada. O estilo costas compete-se em distâncias de 100m e 200m.

    Peito

    Considerado o mais lento de todos os estilos, o nado peito possui braçadas e pernadas simultâneas e o movimento dos pés é muito importante para um bom desempenho, pois seus movimentos são muito complexos, exigindo um pouco mais de atenção na execução dos movimentos. O estilo peito compete-se em distâncias de 50m, 100m e 200m.

    Medley

    O estilo medley é uma forma de competição onde junta os quatro estilos citados acima. Se a prova for de revezamento, a ordem é costas, peito, borboleta e crawl. 


    Gasto calórico da natação

    Embora a natação, de maneira geral, traga benefícios à saúde, os diferentes tipos de nado trabalham partes do corpo de maneira específica, o que também causa uma diferença na quantidade de calorias queimadas.

    Na verdade, as modalidades de natação trabalham todos os grandes complexos musculares, o que muda é a intensidade com que alguns músculos são trabalhados.

    Gasto calórico de cada nado

    Borboleta: 840 calorias por hora
    Crawl: 720 calorias por hora
    Costas: 720 calorias por hora
    Peito: 660 calorias por hora

    Algumas estratégias são capazes de aumentar a queima de gordura com a natação:

    Aumentar a intensidade, com treinos intervalados com intensidade mais alta (no limite máximo do limiar aeróbico)
    Variar os treinos, assim, o organismo não se acostuma ou acomoda e, com isso, o gasto calórico sempre será mais elevado
    Utilizar equipamentos que aumentam o trabalho muscular, gerando um crescimento do gasto calórico, como os palmares e nadadeiras

    Esses métodos combinados podem fazer com que haja um aumento de 37% na queima de gordura, se comparados a um treino contínuo, de intensidade moderada e sem variação. Juntando essas dicas a um treino regular, certamente haverá um aumento no gasto calórico e, consequentemente, maior queima de gordura.

    Dicas para iniciar a natação

    O cloro das piscinas é prejudicial aos olhos e cabelos. Por isso, é importante usar óculos de natação para impedir que a água entre em contato com os olhos e lavar bem o cabelo após uma aula de natação.

    Na hora de escolher os óculos, é importante optar por modelos que melhor se adaptem ao seu formato de rosto. Outro cuidado importante é trocar o óculos de tempos em tempos, senão a borracha que impede que a água entre em contato com os olhos fica ressecada e dura, perdendo a sua funcionalidade

    A touca não protege os cabelos, apenas impede que os fios fiquem soltos na água. Além do cloro, o sulfato de cobre também é usado para tratar as piscinas. Essa substância pode deixar o cabelo com uma cor esverdeada, principalmente se a cor do seu cabelo for clara.

    Natação para crianças

    É muito comum os pais acharem que as aulas de natação das crianças são semelhantes às aulas dos adultos. No entanto, é importante que eles entendam que as estratégias nas aulas devem respeitar as características físicas, cognitivas e sociais da criança em desenvolvimento, portanto, devem ser lúdicas, pois o processo de aprendizagem da criança até os 12 anos ocorre predominantemente por meio dessas atividades.

    De acordo com a teoria de desenvolvimento cognitivo apresentada por Jean Piaget, dos 2 aos 7 anos a criança encontra-se no estágio chamado de pré-operatório, durante o qual seu raciocínio se desenvolve por meio de simbolismos, faz-de-conta, interpretação de personagens e jogos com regras simples.

    Nesse período, as crianças gostam de brinquedos e ambientes coloridos, músicas, fantasias. Dessa forma, o ambiente ideal para as aulas de natação nessa fase da vida da criança deve proporcionar esse tipo de vivências.

    A aquisição das habilidades de auto-salvamento é o primeiro passo para que a criança possa entrar em uma piscina sem o uso de boias. A partir dos dois anos de idade, já é possível ensinar às crianças esse conjunto de habilidades (saber voltar para a borda após uma queda acidental, por exemplo).

    É importante destacar que as boias são apenas de apoio e não de salvamento. Mesmo sabendo nadar ou utilizando boias, nenhuma criança deve ser deixada sozinha na água. Por isso, a supervisão de um adulto é fundamental.

    Avaliação médica prévia

    Assim como qualquer outra atividade física, quem quer começar a praticar natação precisa de autorização e supervisão de um profissional. Antes de escolher a modalidade e a intensidade do exercício, o aluno precisa passar por uma avaliação médica. Além disso, o acompanhamento de um professor que conheça as limitações da pessoa é fundamental em cada aula.

    Exame de pele

    Como se trata de um esporte feito na água, os praticantes de natação também precisam passar por um exame de pele para detectar alergias. "A água com cloro pode piorar a alergia, além de facilitar o contágio por outras pessoas", explica a professora Rosana.

    Cuidado com o cloro

    O cloro das piscinas é prejudicial aos olhos e cabelos. Use óculos de natação para impedir o contato dos olhos com a água e lave bem o cabelo depois da aula.

    Atente-se à respiração

    Ao nadar, preste atenção à respiração. A inspiração é feita pela boca, enquanto a expiração pode ser tanto pelo nariz, como pela boca. Para melhorar o fôlego, você pode trabalhar com exercícios de apneia, isto é, longos períodos sem respirar. Se quiser aumentar a intensidade do exercício, recorra a equipamentos como palmares e nadadeiras.

    Aqueça o corpo em dias frios

    Ao nadar em piscinas aquecidas em dias frios deixe sempre um roupão por perto, para evitar choque térmico ao sair da água. Alongue-se bem, para prevenir cãibras e consuma um carboidrato de rápida absorção antes da aula, para ter pique. Lembre-se também de beber bastante líquidos. Mesmo que você não sinta, seu corpo está sim transpirando debaixo d'água.

    Algumas dicas para melhorar o desempenho nas piscinas

    Destacamos algumas dicas para melhorar a execução dos movimentos da natação e da importância do condicionamento físico no esporte. Veja mais!

    Treine com frequência

    Como em qualquer outra atividade, a repetição na natação é fundamental para melhorar a técnica. Assim, é indicado praticar, no mínimo, três vezes por semana o esporte, pois é necessário que o corpo tenha um estímulo grande para se adaptar e apresentar resultados satisfatórios.

    Não segure o fôlego

    Muitos atletas se esquecem de respirar e têm problemas para gerir o fôlego durante o exercício. Logo, é importante manter um ritmo constante de respiração com o nariz e a boca, de modo a não ficar sem ar. Também é fundamental fortalecer a musculatura do pescoço, com o treinamento da respiração nos dois lados (respiração 3 x 1, por exemplo).

    Utilize bem as pernas

    O treinamento de pernas não é dos mais interessantes, por conta da exigência física; todavia, é essencial para melhorar a qualidade dos membros inferiores durante o nado. Por isso, é importante alternar o ciclo das pernadas e distribuir as forças aplicas em comum às braçadas. Os joelhos devem ficar relaxados e os pés devem "bater" na água.

    Tenha cuidado com a postura

    O nado deve ser realizado com uma postura ereta, o que proporciona mais fluidez ao nadador. Ainda, é preciso cuidado para não ultrapassar a linha central do seu corpo — uma boa referência de posicionamento é manter, durante a respiração, uma das lentes dos óculos na água.

    Competições

    A piscina pode ser curta com 25 metros ou com 50 metros, medida utilizada na modalidade Olímpica com 3 metros de profundidade.

    Existem provas de 50 a 1500 metros entre os quatro estilos nas provas individuais, além do revezamento com equipes de quatro competidores. Na largada, os atletas devem se atentar para não mergulhar antes do sinal, evitando assim serem desclassificados:

    Livre:

    • 50 metros;
    • 100 metros;
    • 200 metros;
    • 400 metros;
    • 800 metros: Exclusivo para mulheres;
    • 1500 metros: Prova unicamente masculina;
    • Revezamento 4x100 metros e 4x200 metros;
    • Maratona Aquática.

    Costas: Neste caso os competidores largam de dentro da água.

    • 100 metros;
    • 200 metros.

    Peito:

    • 100 metros;
    • 200 metros;

    Borboleta:

    • 100 metros;
    • 200 metros.

    Medley: A junção dos quatro tipos de nados.

    • 200 metros: Sendo 50 cada estilo;
    • 400 metros: Com 100 cada estilo;
    • Revezamento: 4x 100 metros.
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  • terça-feira, 17 de novembro de 2020

    Entenda a atuação da Psicologia no Esporte

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  • O Psicólogo do Esporte tem como objetivo compreender e lidar com os fatores psíquicos que interferem nas ações do exercício físico e no esporte.

    É uma área da psicologia que visa promover a saúde, a comunicação, as relações interpessoais, a liderança e a melhora do desempenho esportivo.

    É importante ressaltar que o psicólogo esportivo não é um psicólogo clínico, isto é, ele trabalha ensinando o atleta a explorar ao máximo sua habilidade esportiva e com isso aprender a lidar com as diversas emoções e sentimentos que ocorrem durante um treino ou competição. Emoções estas que podem ajudar ou atrapalhar o rendimento do atleta.

    Para manter o equilíbrio destas emoções o psicólogo do esporte entra com um trabalho de promover a saúde e ajudar o atleta a prever e controlar seu comportamento, e em consequência melhorar seu rendimento.

    Visando a melhora do rendimento o trabalho do psicólogo é focado em alguns pontos, como por exemplo, o planejamento, a percepção de si mesmo e a concentração. No planejamento são definidos os objetivos através de uma análise das condições ambientais, ou seja, onde está sendo realizado o treino, as interferências do ambiente no corpo do atleta, em seu comportamento e outros.

    Linhas da Psicologia no Esporte

    Psicologia do Esporte pode ser historicamente dividida em três áreas especializadas, sendo elas: aprendizagem e controle motor; desenvolvimento motor e psicologia do esporte. Essas três áreas refletiram, em certa medida, durante um período de tempo, a divisão geral de estudos psicológicos em esporte e atividade física. Houve, porém, um distanciamento entre elas no início dos anos 1970 por causa de diferentes interesses, objetivos e métodos de pesquisa. A maior diferença residiu, principalmente, na importância dada à dicotomia entre construção teórica e seu teste versus aplicação da teoria na prática. A divisão definitiva veio quando um grupo interessou-se pelas variáveis dependentes da performance (área motora) enquanto que outro grupo concentrou-se na importância de variáveis independentes que influenciam a performance (aspectos socioculturais).

    Uma vez mais as questões relacionadas com construção teórica e aplicação. Enquanto o grupo identificado com os estudos da área motora concentrou-se nas pesquisas realizadas em laboratório onde era possível o controle das variáveis de performance, outros pesquisadores que realizavam seus estudos em ambientes naturais passaram a questionar a validade dos estudos realizados pelos primeiro grupo.

    Diante dessa diferenças é possível afirmar que a área de aprendizagem e controle motor aproxima-se de estudos da psicologia que se referem à cognição, percepção e psicologia experimental da aprendizagem e comportamento. Especialistas em aprendizagem e controle motor têm focalizado seus estudos em processos cognitivos e de percepção que envolvem aprendizagem e performance de movimentos habilidosos e processos cognitivos e neuropsicológicos relacionados com o controle do movimento. O desenvolvimento motor soma-se à psicologia do desenvolvimento e à sua relação com o esporte e a performance motora. Os estudos dessa área têm se concentrado na relação entre desenvolvimento de padrões motores e nível de execução (habilidade).



    Áreas de Atuação

    As áreas mais comuns de atuação são:

    1. Esporte de Rendimento

    Objetiva índices e resultados. O foco se dá em intervenções destinadas a favorecer a otimização da performance em contexto competitivo.

    Isso acontece a partir de técnicas como: estabelecimento de metas, uso da visualização, controle da ansiedade, entre outras.

    2. Esporte Escolar

    Esta área está intimamente relacionada à formação do sujeito, baseando-se em princípios socioeducativos. Sendo assim, o psicólogo trabalha com relação do aluno e o ambiente escolar, preparando-o para a cidadania e lazer.

    O objetivo aqui é melhorar o rendimento acadêmico e a socialização, fazendo um link entre a coordenação pedagógica, o aluno e a prática esportiva.

    3. Esporte Recreativo

    Incluem as atividades de lazer, as práticas voluntárias e com conexões com movimentos de educação permanente e promoção da saúde. Em geral, foca-se no relacionamento interpessoal entre os praticantes.

    Nesse ambiente, o papel do psicólogo é orientar o praticante no sentido de promover o equilíbrio, o bem-estar e saúde mental.

    4. Esporte de Reabilitação

    O psicólogo neste contexto acompanha o atleta no processo de recuperação de lesão. Já que muitas vezes o processo pode ser bastante melindroso para o sujeito. Também atua em programas de reabilitação para pacientes em condições limitantes. Há ainda as atuações em Projetos Sociais, com Idosos, com Portadores de sofrimento mental, etc.

    É importante ressaltar que independente da área de atuação em que o psicólogo do esporte esteja inserido, o seu comprometimento maior é com a saúde e o bem-estar dos indivíduos, atuando de forma ética e responsável.

    Os Esportes

    Embora seja sempre baseado em seus 4 aspectos fundamentais, o trabalho de psicologia esportiva deve variar de acordo com o tipo de esporte: atletas de esportes individuais (boxe, atletismo, natação, etc.) devem ser trabalhados de um modo diferente dos atletas de esportes coletivos (futebol, vôlei, hóquei, etc.).

    Nos esportes individuais a concentração deve ser focada, enquanto nos esportes coletivos a concentração deve ser distribuída.

    Na Concentração Focada o atleta concentra-se no momento e em si mesmo, sentindo o seu corpo e ignorando o ambiente externo para poder tirar o melhorar desempenho possível de sua atividade.

    Na Concentração Distribuída o atleta deve se concentrar principalmente nos aspectos externos, deve se concentrar no seu grupo e também nos seus adversários, o time deve estar bem entrosado e trabalhar como se fosse um só, somente desta maneira terá melhor desempenho.

    Pilares trabalhados pela Psicologia Esportiva

    O psicólogo esportivo não atua com psicologia clínica nem faz tratamento psicoterápico. Ele utiliza algumas estratégias que servem como pilares no seu trabalho e embasam o preparo pré-competição, como:
    • estabelecimento de metas;
    • técnicas de relaxamento;
    • mentalização;
    • motivação e automotivação;
    • aumento da confiança;
    • diminuição da tensão;
    • controle da ansiedade;
    • autoconhecimento;
    • controle do foco.
    Um dos suportes principais também é o emocional, proporcionando condições para lidar com as cobranças, expectativas, competitividade, ansiedades, derrotas e vitórias e as consequências socioeconômicas que isso pode trazer para a vida do atleta. E neste mesmo nível não podemos esquecer também de pensar no tempo ocioso muitas vezes forçado devido a lesões.

    Devido a todas estas interferências no mundo do atleta e que muitas vezes afetam seu rendimento e o alcance de seus objetivos em seu dia a dia, as metas, a visualização positiva da conquista e a rotina de treinos são muito importantes. Portanto, trace metas, acredite na conquista e leve à sério seus treinos.

    A ousadia de ousar é uma aventura enriquecedora, que pode tornar sua vida mais plena e verdadeiramente.

    Além da conclusão

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  • A palavra Ginástica, surgiu do grego Gymnastiké, que é a arte de fortificar o corpo e também dar-lhe agilidade. Ela se tornou um esporte olímpico a partir da Grécia, pois os gregos começaram a utilizar nas Olimpíadas de Atenas no ano de 1896, mas só para os homens. E foi no ano de 1928 que a participação das mulheres foi liberada em Amsterdã.

    A ginástica é uma prática esportiva que se divide em dois tipos, as ginásticas competitivas e as não competitivas.

    As competitivas, que entram em competições como as Olimpíadas, além de trabalhar com a estrutura física, através de movimentos que exigem força, elasticidade e agilidade, também exercitam a mente dos praticantes, pois a sua prática requer concentração e raciocínio.


    As não competitivas têm como objetivo não as competições, mas a saúde, o bem-estar e também a beleza do corpo.

    Tipos de ginásticas

    A ginástica pode ser competitiva e não competitiva. Essa classificação depende do fato de a modalidade entrar ou não em competições, como as Olimpíadas. Dentre as modalidades de ginástica não competitiva, podemos citar: contorcionismo, cerebral, laboral, localizada, hidroginástica e a Ginástica para Todos.

    Há 5 modalidades de ginástica competitiva: ginástica acrobática,  ginástica aeróbica, ginástica artística, ginástica rítmica e  ginástica de trampolim

    1. Ginástica artística

    As provas masculinas e femininas são diferentes. Os homens executam provas com os seguintes equipamentos: argolas, barras, cavalo com alças, salto sobre a mesa e solo.

    As provas das mulheres, por sua vez, consistem em exercícios de paralelas assimétricas, salto sobre a mesa, solo e trave de equilíbrio.

    Ginasta executando movimentos de ginástica artística em trave de equilíbrio

    A ginástica artística foi influenciada pelo trabalho de Johann Friedrich Ludwig Jahn, fundador da primeira escola de ginástica. Montada em uma floresta, os seus alunos utilizavam os aparelhos criados por ele, bem como os próprios recursos oferecidos pela floresta.

    Com o desenvolvimento da ginástica, houve a necessidade de se criar mais aparelhos, e consequentemente a sua prática foi se tornando uniformizada. Caracterizada pela arte dos seus movimentos, a sua prática exigia uma performance artística de alto nível, de onde surgiu a ginástica artística.

    2. Ginástica acrobática

    A ginástica acrobática destaca-se pela beleza dos exercícios executados em solo, acompanhados de música. Ela é dividida nas seguintes categorias: dupla mista, dupla feminina, dupla masculina, grupo feminino (composto por 3 ginastas) e grupo masculino (composto por 4 ginastas).

    Execução de ginástica acrobática na categoria dupla mista

    A história da ginástica acrobática teve início há centenas de anos, quando nas danças sacras e festividades praticadas no Egito, entre outros países, era possível observar movimentos acrobáticos.

    Na Europa, a atividade ficava a cargo dos saltimbancos, e sua popularidade se deu graças ao circo.

    Curioso notar que, na Idade Contemporânea, a prática de acrobacias foi usada no treinamento de aviadores e paraquedistas.

    O primeiro campeonato mundial de ginástica acrobática foi realizado em 1974.

    3. Ginástica de trampolim

    A ginástica de trampolim consiste em saltos acrobáticos em uma cama elástica. Essa modalidade pode ser disputada nas seguintes provas: duplo mini-trampolim, trampolim individual, trampolim sincronizado e tumbling.

    É possível que a ginástica de trampolim tenha surgido em espetáculos franceses, cujas apresentações eram feitas a partir de um aparelho usado para dar saltos.

    Esse aparelho deu origem a um trampolim portátil, e entre a década de 40 e 50, o tricampeão de exercícios acrobáticos no solo industrializou o trampolim e passou a divulgar a nova modalidade.

    O trampolim passou a fazer parte do treinamento nas Forças Armadas dos Estados Unidos. Em 1953 foi realizada a primeira competição internacional da modalidade, no entanto, a ginástica de trampolim entrou nas olimpíadas somente em 2000.

    4. Ginástica rítmica

    Com princípios na ginástica moderna, a base desta modalidade são os movimentos.

    A ginástica rítmica é praticada apenas por mulheres, que fazem dessa modalidade um verdadeiro espetáculo de dança, uma vez que as ginastas se movimentam ao longo de toda a apresentação.

    Os aparelhos utilizados na ginástica rítmica são: arco, bola, corda, fita e maças.

    Ginasta em performance de ginástica rítmica com fita

    A ginástica rítmica iniciou-se como ginástica competitiva em 1948 e teve vários nomes ao longo dos anos. Foi somente em 1998 que a FIG - Federação Internacional de Ginástica passou a chamá-la de Ginástica rítmica.

    5. Ginástica aeróbica

    A ginástica aeróbica é uma modalidade em que os ginastas executam movimentos aeróbicos muito difíceis, que consistem na interpretação da música que acompanha o exercício, caracterizada pelo ritmo acelerado, tal como os utilizados nas academias.

    Iniciada nos Estados Unidos da América (EUA), a modalidade surgiu em decorrência de estudos que comprovaram que a aeróbica emagrecia e trazia benefícios cardiovasculares através dos seus movimentos de dança, em sintonia com a música utilizada.

    Entre as não-competitivas estão:

    Contorcionismo que consiste em exercitar movimentos de flexibilidade poucos comuns e geralmente é mais usado em espetáculos de circo;

    Ginástica cerebral: praticada através de exercícios e movimentos coordenados do corpo que, executados de maneira apropriada, acessam e estimulam partes específicas do cérebro;

    Ginástica laboral: geralmente praticada no ambiente de trabalho para funcionários, durante o horário de trabalho, para se evitar lesões de esforços repetitivos;

    Ginástica localizada de academia: são os exercícios feitos em academias que ajudar o condicionamento físico e também emagrecer e para alguns também o fortalecimento muscular ;

    Hidroginástica: melhora a capacidade aeróbica e cardiorrespiratória e como o nome já diz é uma ginástica praticada na água;

    Para finalizar, é importante a inclusão de programas básicos e mistos, caracterizando uma homogeneidade de respeito ao corpo de cada aluno, sem deixar de lado a consciência corporal como um todo, ao sugerir um programa com predominância aeróbica, neuromuscular, flexibilidade, exercícios posturais, relaxamento, e atividades de criação, de pensar, de interagir com o ambiente e com o próximo.

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  • Modalidades da Ginástica de Academia

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    O surgimento das academias no Brasil dá-se por volta de 1970, a partir da grande repercussão dos fundamentos dos exercícios cardio-respiratórios, desenvolvidos pelo Dr. Keneth Cooper. Esses exercícios, chamados aeróbicos despertaram o interesse de profissionais da Educação Física que os difundiram de diferentes formas, chamando a atenção de empresários que, a partir da década de 1980, investiram na construção de grandes academias. Houve grande divulgação, pela mídia, dos campeonatos de aeróbica, sendo ela a grande propulsora da atividade física em academia, onde, atualmente, há uma diversidade de programas tais como: musculação, ginástica localizada, alongamento, step, hidroginástica

    A Ginástica aeróbica (conhecida no Brasil como Ginástica de Academia), em sentido amplo, é uma combinação de ginástica clássica com dança. É um treinamento dinâmico com movimentos rítmicos flanqueado com música motivadora. Elementos principais da ginástica aeróbica são coordenação motora e fitness.

    Em sentido estrito, chamamos de Ginástica aeróbica as atividades físicas caracterizadas por movimentos rítmicos e intensos com elevado gasto calórico e de impacto sobre as juntas, movimentos estes causadores de esforço físico que pode ser suprido pela oxigenação normal da respiração, quase sempre acompanhados de música, e que produzem um aumento metabólico e uso de substratos benéfico ao organismo.

    Os tipos de modalidade podem lhe garantir a aceleração do seu metabolismo e a perda de peso de uma maneira rápida, pois irão oferecer um grande gasto de calorias que irá fazer você chegar no peso que tanto deseja.

    Além disso, vale lembrar que uma modalidade de atividade física pode acabar complementando outro tipo, o que acelera o processo do emagrecimento.


    Assim, confira abaixo quais são os principais tipos de modalidades da ginástica em academia.

    Boxe

    O Boxe é considerado como uma modalidade de esporte que apresenta um verdadeiro ataque nas gorduras que se encontram localizadas, pois é um treino muito intenso, envolvendo inúmeros exercícios para os braços e as pernas, o que desenvolve o condicionamento cardiovascular, a coordenação motora e a definição dos músculos.

    Step

    O Step, o qual você pode subir e descer de um degrau, realiza ainda movimento com os braços, o que faz com que melhore a sua resistência, o seu condicionamento cardiorrespiratório e a coordenação motora. O Step ainda ajuda na tonificação dos músculos das pernas e os glúteos, o que torna esse exercício bastante indicado para aqueles que apresentam gorduras nessa região do corpo.

    Jump

    O Jump é um treino em que nas aulas você deve pular em uma cama elástica, onde os movimentos garantem o fortalecimento do corpo todo, principalmente das áreas dos glúteos e das pernas.
    Já a aula de spinning é conhecida como uma das principais modalidades nas academias em relação a queima de calorias por um período pequeno de tempo.

    Geralmente, as aulas são de alta intensidade, incluindo percursos de montanhas e circuitos que são diferenciados, e tudo com o objetivo de melhorar o condicionamento cardiorrespiratório e a queima de calorias.

    Zumba

    Em relação as aulas de zumba, as quais vem sendo muito procuradas nas academias, existe uma mistura de movimentos de ritmos latinos, além de internacionais e muita dança.

    Ela se tornou popular porque mistura movimentos de dança e coreografias ao som de diversos estilos musicais brasileiros, como o samba, o merengue, a salsa, entre outros.

    Com esses movimentos ritmados, o instrutor ajuda os alunos a trabalharem os diversos grupos musculares do corpo e acabam criando um verdadeiro treino, que muitas vezes pode ser comparado com a musculação. Em 50 minutos de zumba, você pode perder até 1000 calorias!

    Normalmente, nessas aulas as coreografias são sempre combinadas com movimentos muito rápidos e alguns mais lentos, o que faz com que se queima muitas calorias.

    Muay Thai

    O Muay Thai é um tipo de modalidade de luta que normalmente pode ser praticado tanto por homens como mulheres, sendo capaz de ajudar a manter a forma e ainda proporcionar o fortalecimento das costas, ombros e braços, queimando muitas calorias.

    Musculação

    Musculação é uma atividade anaeróbica, de alta intensidade e curta duração, e é praticada em aparelhos específicos e com pesos; Proporciona ganho de massa muscular; redução da quantidadede gordura corporal, auxiliando no ganho ou na perda de peso. Para cada objetivo existe um tipo de treinamento especifico.

    RPM

    É uma das modalidades mais intensas, executadas por bike proporcionando condicionamento físico e é ótimo aliado para emagrecer, além de treinar e tonificar as pernas e glúteos.

    Ergometria

    São caminhada, corrida e ciclismo em bicicletas, esteiras e elípticos ergométricos proporcionam maior controle do treinamento aeróbio.

    Ginástica Localizada

    É uma das mais tradicionais formas de exercício físico, ela proporciona o fortalecimento dos músculos e aumenta a resistência de forma geral, através de uma variedade de exercícios, que incluem pesos e caneleiras.

    Body Pump

    É  uma aula de treinamento com pesos (utilizando barras e anilhas).

    Hidroginástica

    São exercícios executados dentro da água melhorando a capacidade aeróbica, a resistência muscular, a flexibilidade e o bem estar geral.

    Pilates

    É um método de alongamento e exercícios físicos que utiliza o peso do próprio corpo em sua execução. É uma técnica de reeducação do movimento, composto por exercícios profundamente alicerçados na anatomia humana, capaz de restabelecer e aumentar a flexibilidade e a força muscular, melhorar a respiração, corrigir a postura e prevenir lesões.

    Crossfit

    O crossfit é outro estilo bastante popular, porém com um ritmo bem mais puxado dentre os outros tipos de ginástica de academia.

    Ele envolve agachamentos, corrida, uso de objetos como cordas e bolas, dentre muitos outros recursos que são usados para aumentar os músculos das pernas, coxas, glúteos, braços e o que mais o aluno precisar.

    Além de tudo, o crossfit, assim como a zumba, contribui para o contato social entre os alunos, o que acaba criando uma verdadeira comunidade. Isso é muito gostoso para quem gosta de socializar, e é um dos motivos pelos quais os alunos se atraem nessa modalidade.

    Ginástica Aerobica

    É combinação de ginástica clássica com dança, pode ser qualquer atividade física caracterizada pela prática de exercício isométrico.

    Considerando todos os aspectos que podem fundamentar a Ginástica nas academias, talvez seja necessária a inclusão de programas básicos e mistos, caracterizando uma homogeneidade de respeito ao corpo de cada aluno, sem deixar de lado a consciência corporal como um todo, ao sugerir um programa com predominância aeróbica, neuromuscular, flexibilidade, exercícios posturais, relaxamento, e atividades de criação, de pensar, de interagir consigo, com o ambiente e com o próximo.

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  • terça-feira, 10 de novembro de 2020

    Saiba mais sobre o Ataque no Voleibol

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  • O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.


    O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:

    • Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.

    • Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".

    • Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la aterrissar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.

    • Largada: refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.

    • Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela, posteriormente, aterrisse em uma área fora de jogo.

    • Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária.

    • Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça".

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  • sexta-feira, 6 de novembro de 2020

    Treinamento Funcional: entenda como funciona!

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    O treinamento funcional permitirá através de um programa de treino flexível com estímulos lúdicos e criativos, tanto o sedentário quanto a pessoa de alto nível, efetuarem suas atividades com ótimo desempenho e alcançarem os resultados esperados podendo recuperar e ganhar cada vez mais inteligência emocional a social.

    O principal objetivo do treino funcional é resgatar por meio do exercício a capacidade funcional do homem da atualidade. Entre as principais características do treino funcional, temos:

    1. Transferência de treinamento

    O treino tem que ter uma semelhança com as atividades da rotina diária, seja o praticante um atleta, sedentário, idoso ou até mesmo uma criança.

    2. Atividades "Ground Base"

    Nesta modalidade de treino, são incluídos exercícios que começam com os pés ou mãos aplicando força contra o chão.

    3. Exercícios multiarticulares

    O treino funcional trabalha com vários músculos ao mesmo tempo para conseguir uma ação coordenada das articulações.

    4. Treinamento com materiais

    O treino funcional utiliza diversos materiais que ampliam as possibilidades e benefícios da atividade. Entre eles estão: bolas, elásticos, halteres, caneleiras e plataformas de equilíbrio.

    5. Uso do corpo

    Este tipo de exercício físico trabalha diretamente o uso do corpo. Por exemplo, os materiais de apoio só vão ser eficiente se você usar a gravidade e o seu peso para utilizá-los.

    Em poucas palavras, os treinos funcionais são baseados em movimentos, como andar, correr, abaixar, puxar, esticar e diversas outras ações que usam o esforço natural e o peso do corpo como fortes aliados.

    Como prescrever

    Alguns estúdios de treinamento funcional oferecem o Functional Movement Screen (FMS), um sistema de avaliação com ranking e pontuação, que inclui sete testes dos padrões de movimento básico, em que limitações e/ou assimetrias musculares são identificadas. O objetivo é saber o que o aluno pode ou não fazer nos treinos. O professor só prescreverá os exercícios após saber o máximo que pode exigir de uma aluno e quando pegar leve. Tudo para evitar qualquer tipo de lesão. 

    Muitas pessoas não valorizam a avaliação individual, no entanto, ela é importante para determinar a intensidade da atividade física. Com esse acompanhamento, é possível aumentar a carga, mesmo que você sinta o esforço. Lembrando que esse reforço na carga não deve partir do aluno. 

    O programa de treinamento

    Os exercícios do treinamento funcional normalmente são multiarticulares, ou seja, trabalha várias articulações e músculos em um só exercício, e também podem exigir flexibilidade e equilíbrio.

    Este tipo de treinamento faz com que seu cérebro tenha que pensar para realizar o movimento, aumentando a coordenação motora e percepção corporal.

    Três princípios são essenciais para a criação de um programa de treinamento funcional para pessoas. São eles:

    • Aprender exercícios básicos: a pessoa deve realizar exercícios que levem a compreensão dos exercícios básicos para depois progredir. Como conhecer suas crenças limitantes antes de começar a progredir.

    • Começar com exercícios de pesa mental: a pessoa deve dominar a técnica do exercício com seu pensamento lateral para depois incrementar com carga adicional. O que poderá ser feito de antemão com uso de técnicas e exercícios propícios numa primeira fase.

    • Progredir do simples para o complexo: os exercícios devem ter uma progressão funcional e adequada. Por exemplo, exercícios de meditação e relaxamento junto com métodos de solução de problemas.

    O que o aluno ganhará ao praticar o Treinamento Funcional?

    • Fortalecimento do CORE: A região do CORE como explicado em outro artigo (CORE – Saiba mais o que é e como treina-lo) são os músculos profundos da região abdominal, lombar e pélvica. Importantíssimos para correção de postura, prevenção de lesões e melhora de desempenho;
    • Treino de propriocepção: também explicado em outro artigo (Treino de Propriocepção) propriocepção são exercícios que fortalecem as articulações, ligamentos e tendões aumentando a consciência corporal;
    • Melhora de padrões de movimento: muito utilizado no esporte, o treino funcional cria algumas situações parecidas com o momento do esporte, isso irá aperfeiçoar o padrão do movimento, aumentará a consciência corporal e o equilíbrio muscular.
    • Aumento de resistência e força: o treino funcional vai sim aumentar a resistência e força muscular, além de aumentar o condicionamento cardiorrespiratório.
    Treinamento Funcional Personalizado

    No Treinamento Funcional Personalizado, a maioria dos exercícios é integrada, porém alguns são mais perceptíveis do que outros. Esses exercícios nos trazem uma gama de benefícios à condição física e à estrutura do corpo, tornando-o mais forte de um ponto de vista global. Mas devem ser encaixados de forma criteriosa e organizados nos programas de treinamento de acordo com o perfil de cada pessoa.

    Todas as pessoas que praticam o Treinamento Funcional Personalizado executam exercícios integrados constantemente e têm um potencial de geração de força, consciência corporal, sincronismo muscular, equilíbrio e coordenação motora bem desenvolvida.

    O papel do profissional de Educação Física é entender mais sobre todas as relações e transferências de força, fisiologia, biomecânica e neurofisiologia do movimento, para então prescrever o verdadeiro treinamento funcional baseado nas demandas individuais.

    Para finalizar, muitos profissionais sentem dificuldades em variar seus treinamentos. O guia "Treinamento Funcional 200 Exercícios - Aprenda Montar Seu Treino"  foi elaborado com 200 exercícios de Treinamento Funcional que são excelentes fontes para acadêmicos de Educação Física, Personal Trainer e Preparadores Físicos e atletas. Clique aqui e saiba mais!


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