segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Guia completo sobre o Voleibol

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  • O voleibol , voleibol ou voleibol é uma palavra que vem da palavra Inglês voleibol e é um esporte que envolve um confronto entre duas equipes compostas de 6 jogadores, dispostos em um tribunal e separadas por uma rede. O objetivo é que a bola toque o chão do lado oposto, para ganhar pontos.

    O objetivo principal do jogo é que a bola passe pela rede para o lado do time adversário. Esses passes são feitos principalmente com as mãos e os braços, embora outras partes do corpo sejam aceitas de acordo com as regras estabelecidas durante a partida.

    Atualmente, o voleibol possui uma série de variedades amplamente praticadas, como vôlei de praia ou de praia, com equipes compostas por dois jogadores; minivoleibol, jogo com rede mais baixa e quadra mais curta; vôlei sentado, praticado por pessoas com deficiência; e o ecuavóley , versão tocada no Equador e na Colômbia.

    Tendo em vista as diferentes modalidades, será apresentada uma série de variações quanto às medidas da quadra, número de jogadores e, em certos casos, número de sets por jogo.

    Iniciação no Volei - Da escola para o clube, do clube para a seleção

    História

    Segundo registros históricos, o vôlei foi criado em 1895 por William George Morgan, treinador e diretor do Departamento de Educação Física da Christian Youth Association (popularmente conhecida como YMCA), a fim de criar uma alternativa para aliviar o estresse.

    O voleibol surgiu como uma opção entre basquete e tênis. A criação desse esporte também buscou promover a atividade física em diferentes faixas etárias.

    Fundamentos do voleibol

    Um time que deseja competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de seis habilidades básicas, denominadas usualmente sob a rubrica "fundamentos". Elas são: saque, passe, levantamento, ataque, bloqueio e defesa. A cada um destes fundamentos compreende um certo número de habilidades e técnicas que foram introduzidas ao longo da história do voleibol e são hoje consideradas prática comum no esporte.

    Saque ou serviço

    O saque ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrissar na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.

    Existe a denominada área de saque, que é constituída por duas pequenas linhas nas laterais da quadra, o jogador não pode sacar de fora desse limite.

    Um saque que a bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros esportes tais como o tênis.

    No voleibol contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:

    • Saque por baixo ou por cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de alto nível.

    • Jornada nas estrelas: um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições internacionais.

    • Saque com efeito: denominado em inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.

    • Saque flutuante ou saque sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne imprevisível.

    • Viagem ao fundo do mar: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se que este saque já existisse desde a década de 1960, e tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só se tornou popular a partir da segunda metade dos anos 1980.

    • Saque oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da Ásia.

    Passe

    Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.

    O fundamento passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.

    Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".

    Manchete

    É uma técnica de recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance de ser devolvida com o toque.

    É considerada um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola para o atacante.

    Levantamento

    O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.
    A exemplo do passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as regras são mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".

    Também costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando.

    Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de segunda".

    Ataque

    Jogador atacando:

    O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.

    O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:

    • Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.

    • Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".

    • Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la aterrissar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.

    • Largada: refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.

    • Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela, posteriormente, aterrisse em uma área fora de jogo.

    • Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária.

    • Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).

    Bloqueio

    Bloqueio triplo:

    O bloqueio refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.

    Denomina-se "bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".

    Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua própria quadra.

    O bloqueio também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em "simples", "duplo" e "triplo".

    Defesa

    Defesa:

    A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento são:

    • Peixinho: o jogador atira-se no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento sob o próprio abdômen.

    • Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.

    • Martelo: o jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Esta técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete, mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.

    Os sistemas táticos do vôlei

    Sistema tático do voleibol 6×0

    No sistema 6×0, todos os seis jogadores da equipe realizam as funções de ataque, defesa e levantamento — o levantador será quem ocupar a posição 3. Geralmente, esse esquema tático é utilizado em times de vôlei que estão começando a praticar o esporte. Como todos exercem todas as funções, fica mais fácil identificar quais são as especialidades de cada um.

    Sistema tático do voleibol 3×3

    No sistema 3×3, as equipes contam tanto com três levantadores quanto com três atacantes, que se posicionam de forma intercalada. O sucesso desse sistema depende de entrosamento entre os jogadores para que as jogadas possam ser realizadas.

    Sistema tático do voleibol 4×2

    No sistema 4×2, as equipes de vôlei contam com dois levantadores, que ficam posicionados nas diagonais da quadra. Já os outros quatro integrantes da equipe serão atacantes, responsáveis pela pontuação do time.

    Nesse sistema, há sempre um levantador na rede, ao lado de dois atacantes.

    4×2 com infiltração

    Em uma versão mais complexa do sistema 4×2, é usada a infiltração. Nesse caso, o levantador que estiver na rede assumirá a função de atacante, para que o time tenha sempre três opções de ataque na rede.

    Há quem defenda que o sistema tático 4×2 com infiltração seja o melhor do vôlei. Mas poucos times conseguem executá-lo com perfeição, já que é preciso ter dois jogadores quem sejam tão bons no levantamento quanto no ataque.

    Sistema tático 5×1 do voleibol

    Entre todos os sistemas táticos de vôlei, o mais comum é o 5×1. São cinco atacantes e um levantador. Quando o levantador está na rede, a equipe fica com duas opções de ataque. Já se o especialista em levantamento estiver em uma das três posições do fundo de quadra, o time passa a ter três atacantes na rede.

    No voleibol atual, a maior parte das equipes consideradas de alto rendimento utilizam o sistema de jogo 5 x 1. Esta proposta de jogo é baseada na formação que conta com apenas um levantador e cinco atacantes. O alto grau de especialização é a principal característica deste sistema, o que proporciona a equipe uma estrutura mais veloz e precisa no desenrolar do jogo, além de um maior sincronismo nas jogadas ofensivas.

    Desta forma, as equipes que utilizam este sistema geralmente apresentam uma estrutura em que os atletas são classificados como: um levantador, um atacante oposto, dois atacantes de ponta e dois atacantes centrais.

    Principais regras

    As regras do voleibol se desenvolveram ao longo da história, tornando o jogo mais dinâmico ou mesmo mais apreciado para o entretenimento. Portanto, há uma série de regras sobre as jogadas e outros aspectos do esporte. Listamos algumas delas a seguir.

    • Cada equipe deve possuir 6 jogadores em quadra;
    • O árbitro é responsável por sortear a equipe que vai realizar o primeiro saque, antes de iniciar o jogo;
    • Enquanto a equipe que realiza o saque continuar marcando pontos favoráveis, o poder de saque continua com ela;
    • Há um movimento de rotação, no sentido horário, do posicionamento de cada jogador na quadra cada vez que a equipe marca um ponto contra o adversário que estiver com o saque;
    • A partir do momento que a bola é enviada do campo adversário, a equipe pode tocar na bola apenas três vezes para enviá-la de volta ao oponente;
    • Um mesmo jogador não pode tocar a bola duas vezes consecutivas;
    • Dois ou três jogadores podem tocar a bola simultaneamente. Nesses casos, é considerado que a bola foi cada duas ou três vezes, respectivamente;
    • Vence um set a equipe que fizer 25 pontos com a diferença mínima de 2 pontos;
    • Em caso de empate antes de atingir o set (24 x 24), o jogo continua até uma das equipes alcançar a diferença de 2 pontos;
    • No caso de partidas compostas por 5 sets, vence quem vencer 3.

    Há ainda diversas regras do esporte, incluindo outros aspectos que o envolve, como a quadra e o posicionamento dos jogadores. Algumas delas são informações bastante técnicas, como a medida da quadra e a altura da rede.

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  • segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

    Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 8º e 9º ano na Educação Física

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  • Os alunos têm contato com mais professores, o que torna as interações mais complexas e o processo de ensino e aprendizagem mais sistemático. Considerando essas características, a forma de trabalhar a Educação Física precisa ser diferenciada.

    As Unidades Temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 8º e 9º ano são:

    • Esportes: atividades esportivas de rede/parede, de campo e taco, de invasão e de combate.
    • Ginásticas: de condicionamento físico e de conscientização corporal.
    • Danças: modalidades de salão.
    • Lutas: modalidades do mundo.
    • Aventura: práticas corporais de aventura na natureza.

    As Habilidades de Educação Física na BNCC que devem ser trabalhadas são:

    • (EF89EF01): experimentar diferentes papéis (jogador, árbitro e técnico) e fruir os esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.
    • (EF89EF02): praticar um ou mais esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas.
    • (EF89EF03): formular e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de campo e taco, rede/parede, invasão e combate como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica.
    • (EF89EF04): identificar os elementos técnicos ou técnico-táticos individuais, combinações táticas, sistemas de jogo e regras das modalidades esportivas praticadas, bem como diferenciar as modalidades esportivas com base nos critérios da lógica interna das categorias de esporte: rede/parede, campo e taco, invasão e combate.
    • (EF89EF05): identificar as transformações históricas do fenômeno esportivo e discutir alguns de seus problemas (doping, corrupção, violência, etc.) e a forma como as mídias os apresentam.
    • (EF89EF06): verificar locais disponíveis na comunidade para a prática de esportes e das demais práticas corporais tematizadas na escola, propondo e produzindo alternativas para utilizá-los no tempo livre.
    • (EF89EF07): experimentar e fruir um ou mais programas de exercícios físicos, identificando as exigências corporais desses diferentes programas e reconhecendo a importância de uma prática individualizada, adequada às características e necessidades de cada sujeito.
    • (EF89EF08): discutir as transformações históricas dos padrões de desempenho, saúde e beleza, considerando a forma como são apresentados nos diferentes meios (científico, midiático, etc.).
    • (EF89EF09): problematizar a prática excessiva de exercícios físicos e o uso de medicamentos para a ampliação do rendimento ou potencialização das transformações corporais.
    • (EF89EF10): experimentar e fruir um ou mais tipos de ginástica de conscientização corporal, identificando as exigências corporais dos mesmos.
    • (EF89EF11): identificar as diferenças e semelhanças entre a ginástica de conscientização corporal e as de condicionamento físico e discutir como a prática de cada uma dessas manifestações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde, bem-estar e cuidado consigo mesmo.
    • (EF89EF12): experimentar, fruir e recriar danças de salão, valorizando a diversidade cultural e respeitando a tradição dessas culturas.
    • (EF89EF13): planejar e utilizar estratégias para se apropriar dos elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças de salão.
    • (EF89EF14): discutir estereótipos e preconceitos relativos às danças de salão e demais práticas corporais e propor alternativas para sua superação.
    • (EF89EF15): analisar as características (ritmos, gestos, coreografias e músicas) das danças de salão, bem como suas transformações históricas e os grupos de origem.
    • (EF89EF16): experimentar e fruir a execução dos movimentos pertencentes às lutas do mundo, adotando procedimentos de segurança e respeitando o oponente.
    • (EF89EF17): planejar e utilizar estratégias básicas das lutas experimentadas, reconhecendo as suas características técnico-táticas.
    • (EF89EF18): discutir as transformações históricas, o processo de esportivização e a midiatização de uma ou mais lutas, valorizando e respeitando as culturas de origem.
    • (EF89EF19): experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura na natureza, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais, respeitando o patrimônio natural e minimizando os impactos de degradação ambiental.
    • (EF89EF20): identificar riscos, formular estratégias e observar normas de segurança para superar os desafios na realização de práticas corporais de aventura na natureza.
    • (EF89EF21): identificar as características (equipamentos de segurança, instrumentos, indumentária, organização) das práticas corporais de aventura na natureza, bem como suas transformações históricas.
    Para terminar, saiba tudo sobre BNCC na Educação Física com o Curso Desvendando a BNCC na Educação Física.  Esse curso fala nas indicações da Base Nacional (BNCC) para o ensino fundamental na Educação Física. Nele, há aulas sobre as unidades temáticas mostrando cada unidade, suas habilidades e atividades que podem ser usadas em cada ano. Saiba mais clicando aqui!



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  • Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 6º e 7º ano na Educação Física

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  • A partir do 6º ano, os alunos devem ter acesso a um conhecimento mais aprofundado das práticas corporais, realizadas em contextos de lazer e saúde, dentro e fora da escola.

    As Unidades Temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 6º e 7º ano são:

    • Brincadeiras e jogos: jogos eletrônicos.
    • Esportes: atividades esportivas de marca, de precisão, de invasão e técnico-combinatórios.
    • Ginásticas: ginástica de condicionamento físico.
    • Danças: modalidades urbanas.
    • Lutas: modalidades brasileiras.
    • Aventura: práticas corporais de aventura urbanas.

    As Habilidades que devem ser trabalhadas são:

    • (EF67EF01): experimentar e fruir, na escola e fora dela, jogos eletrônicos diversos, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais e etários.
    • (EF67EF02): identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em função dos avanços das tecnologias e nas respectivas exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos.
    • (EF67EF03): experimentar e fruir esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.
    • (EF67EF04): praticar um ou mais esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas e respeitando regras.
    • (EF67EF05): planejar e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica.
    • (EF67EF06): analisar as transformações na organização e na prática dos esportes em suas diferentes manifestações (profissional e comunitário/lazer).
    • (EF67EF07): propor e produzir alternativas para experimentação dos esportes não disponíveis e/ou acessíveis na comunidade e das demais práticas corporais tematizadas na escola.
    • (EF67EF08): experimentar e fruir exercícios físicos que solicitem diferentes capacidades físicas, identificando seus tipos (força, velocidade, resistência, flexibilidade) e as sensações corporais provocadas pela sua prática.
    • (EF67EF09): construir, coletivamente, procedimentos e normas de convívio que viabilizem a participação de todos na prática de exercícios físicos, com o objetivo de promover a saúde.
    • (EF67EF10): diferenciar exercício físico de atividade física e propor alternativas para a prática de exercícios físicos dentro e fora do ambiente escolar.
    • (EF67EF11): experimentar, fruir e recriar danças urbanas, identificando seus elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos).
    • (EF67EF12): planejar e utilizar estratégias para aprender elementos constitutivos das danças urbanas.
    • (EF67EF13): diferenciar as danças urbanas das demais manifestações da dança, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais.
    • (EF67EF14): experimentar, fruir e recriar diferentes lutas do Brasil, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais.
    • (EF67EF15): planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do Brasil, respeitando o colega como oponente.
    • (EF67EF16): identificar as características (códigos, rituais, elementos técnico-táticos, indumentária, materiais, instalações, instituições) das lutas do Brasil.
    • (EF67EF17): problematizar preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá-los, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito.
    • (EF67EF18): experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura urbanas, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais.
    • (EF67EF19): identificar os riscos durante a realização de práticas corporais de aventura urbanas e planejar estratégias para sua superação.
    • (EF67EF20): executar práticas corporais de aventura urbanas, respeitando o patrimônio público e utilizando alternativas para a prática segura em diversos espaços.
    • (EF67EF21): identificar a origem das práticas corporais de aventura e as possibilidades de recriá-las, reconhecendo as características (instrumentos, equipamentos de segurança, indumentária, organização) e seus tipos de práticas.
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  • Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 3º, 4 e 5º ano na Educação Física

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  • A BNCC traz informações e direcionamentos para alinhar o plano de aula de Educação Física. Por isso, é preciso considerar o que deve ser trabalhado para cada ano específico do Ensino Fundamental, com atividades que contemplem unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades exigidas.

    As Unidades temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 3º, 4 e 5º ano são:

    • Brincadeiras e jogos: brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo os de matriz indígena e africana.
    • Esportes: atividades esportivas de campo e taco, de rede/parede e de invasão.
    • Ginásticas: práticas gerais de ginástica.
    • Danças: danças do Brasil e do mundo, incluindo as de matriz indígena e africana.
    • Lutas: do contexto comunitário e regional e de matriz indígena e africana.

    As Habilidades de Educação Física na BNCC que devem ser trabalhadas são:

    • (EF35EF01): experimentar e fruir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e recriá-los, valorizando a importância desse patrimônio histórico cultural.
    • (EF35EF02): planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF03): descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita, audiovisual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana, explicando suas características e a importância desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas.
    • (EF35EF04): recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e demais práticas corporais tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis.
    • (EF35EF05): experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco, rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias individuais e coletivas básicas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo.
    • (EF35EF06): diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as características que os constituem na contemporaneidade e suas manifestações (profissional e comunitária/lazer).
    • (EF35EF07): experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano.
    • (EF35EF08): planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança.
    • (EF35EF09): experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e respeitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem.
    • (EF35EF10): comparar e identificar os elementos constitutivos comuns e diferentes (ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF11): formular e utilizar estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF12): identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou presentes no contexto das danças e demais práticas corporais e discutir alternativas para superá-las.
    • (EF35EF13): experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF14): planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana experimentadas, respeitando o colega como oponente e as normas de segurança.
    • (EF35EF15): Identificar as características das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana, reconhecendo as diferenças entre lutas e brigas e entre lutas e as demais práticas corporais.
    Para terminar, saiba tudo sobre BNCC na Educação Física com o Curso Desvendando a BNCC na Educação Física.  Esse curso fala nas indicações da Base Nacional (BNCC) para o ensino fundamental na Educação Física. Nele, há aulas sobre as unidades temáticas mostrando cada unidade, suas habilidades e atividades que podem ser usadas em cada ano. Saiba mais clicando aqui!



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  • Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 1º e 2º ano na Educação Física

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  • Para alinhar o plano de aula de Educação Física de acordo com a BNCC, é preciso considerar o que deve ser trabalhado para cada ano específico do Ensino Fundamental, com atividades que contemplem unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades exigidas.

    As Unidades Temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 1º e 2º ano são:

    • Brincadeiras e jogos: brincadeiras e jogos da cultura popular presentes nos contextos comunitário e regional.
    • Esportes: atividades esportivas de marca e precisão.
    • Ginásticas: práticas corporais de ginástica geral.
    • Danças: danças do contexto comunitário e regional.

    As Habilidades de Educação Física na BNCC que devem ser trabalhadas são:

    • (EF12EF01): experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças individuais de desempenho dos colegas.
    • (EF12EF02): explicar, por meio de múltiplas linguagens (corporal, visual, oral e escrita), as brincadeiras e os jogos populares do contexto comunitário e regional, reconhecendo e valorizando a importância desses jogos e brincadeiras para suas culturas de origem.
    • (EF12EF03): planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos populares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas.
    • (EF12EF04): colaborar na proposição e na produção de alternativas para a prática, em outros momentos e espaços, de brincadeiras e jogos e demais práticas corporais tematizadas na escola, produzindo textos (orais, escritos, audiovisuais) para divulgá-las na escola e na comunidade.
    • (EF12EF05): experimentar e fruir, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo, a prática de esportes de marca e de precisão, identificando os elementos comuns a esses esportes.
    • (EF12EF06): discutir a importância da observação das normas e das regras dos esportes de marca e de precisão para assegurar a integridade própria e as dos demais participantes.
    • (EF12EF07): experimentar, fruir e identificar diferentes elementos básicos da ginástica (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais) e da ginástica geral, de forma individual e em pequenos grupos, adotando procedimentos de segurança.
    • (EF12EF08): planejar e utilizar estratégias para a execução de diferentes elementos básicos da ginástica e da ginástica geral.
    • (EF12EF09): participar da ginástica geral, identificando as potencialidades e os limites do corpo, e respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal.
    • (EF12EF10): descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita e audiovisual), as características dos elementos básicos da ginástica e da ginástica geral, identificando a presença desses elementos em distintas práticas corporais.
    • (EF12EF11): experimentar e fruir diferentes danças do contexto comunitário e regional (rodas cantadas, brincadeiras rítmicas e expressivas), e recriá-las, respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal.
    • (EF12EF12): identificar os elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças do contexto comunitário e regional, valorizando e respeitando as manifestações de diferentes culturas.
    Para terminar, saiba tudo sobre BNCC na Educação Física com o Curso Desvendando a BNCC na Educação Física.  Esse curso fala nas indicações da Base Nacional (BNCC) para o ensino fundamental na Educação Física. Nele, há aulas sobre as unidades temáticas mostrando cada unidade, suas habilidades e atividades que podem ser usadas em cada ano. Saiba mais clicando aqui!


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