sexta-feira, 29 de maio de 2009

Treinamento de fundamentos de tênis

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  • O Tênis é um esporte com muitas caracterísiticas em seu jogo. Para se ter um excelente rendimento no jogo, é necessário ter todos os golpes e fundamentos e saber executa-los de forma precisa.
     
    Os vários fundamentos que se transformam em golpes ( drop shot, backhand, forehand, voleio, saque, lob) devem ser treinados a exaustão e o praticante tem que saber toda a mecânica do movimento para que haja uma melhor performance de cada golpe.
     
    Pensando nisso, o Dvds Sports oferecem uma gama de dvds de treinamento em tênis para que haja sempre um melhor treinamento. Quer saber mais?? Clique aqui!


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  • terça-feira, 26 de maio de 2009

    Treinamento de fundamentos no Voleibol

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  • O voleibol é um dos esportes mais praticados em todo o mundo. No Brasil, é considerado o segundo esporte, só perdendo para o futebol.

    É um jogo com movimentos próprios, muitas vezes complexos, além de ter características de posicionamento em quadra, jogadores especiais, como o líbero.


    Os Dvds Sports traz dvds sobre o treinamento desse esporte.

    São dvds importados, de alta qualidade. Clique aqui para saber maiores informações.

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    Este post é um publieditorial

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  • sexta-feira, 22 de maio de 2009

    Livro: Ginástica Rítmica Desportiva

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  • Descrição: Livro indispensável a quantos se dedicam a esse fascinante esporte: alunos e professores. Eis alguns dos tópicos abordados: acompanhamento musical; técnica da GRD; método de preparação; aprendizagem; aquecimento; posições básicas de postura; movimentos a mãos livres; flexões ou inclinações; os aparelhos; características da bola, da corda, do arco, da fita, das maças, etc.
    Editora: Ibrasa
    Autor: ESTER DE AZEVEDO
    ISBN: 8534801258
    Origem: Nacional
    Ano: s.d.
    Edição: 1
    Número de páginas: 0
    Acabamento: Brochura
    Formato: Médio

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  • quinta-feira, 21 de maio de 2009

    O Preparador de goleiros de Futsal

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  • O Preparador de goleiros é um auxiliar do comando técnico, tático e físico tendo como função principal preparar e condicionar os goleiros, exercida por conhecimentos práticos ou profissionais graduados.

    Suas atribuições vão além de chutar bolas a gol. Veja dentre as quais este profissional precisa estar ciente que a performance do atleta está proporcionalmente ligada ao seu nível de preparo.

    Este profissional deverá, primeiro, ter um planejamento para a temporada, ter conhecimento das competições, assim como ter atenção especial á simultaneidade das mesmas.

    No futsal moderno a importância física é fundamental para o desempenho do atleta. Criar lastros físicos e mantê-los durante a competição, obter o máximo de rendimento, aplicar exercícios elaborados adequadamente e utilizar equipamentos de controle absoluto. Exercícios como velocidade, agilidade, reflexos e coordenação deverão ser priorizados, assim como manter tônus muscular, em equipamenos de musculação.

    Na parte técnica, fundamentos de defesas, assistência, saídas de gol, chutes, passes, deverão compor sua rotina diária. A estratégia, como posicionamento individual e no plano coletivo, entrosamento com os companheiros, comando de ações, informações de pontos positivos e negativos dos adversários, utilizar estatística técnica.

    Ainda, a importância de controle especial, a partir do trabalho básico. Ter atenção indistinta aos três atletas, conscientizá-los das competições paralelas, controle de peso e análises conjuntas.

    Toda esta interação tem como meta o rendimento máximo, dentro do limite humano do atleta. Cada fator acima deverá ser seguido com bom senso e se necessário com flexibilidade. Procedendo desta forma, o percentual de êxito aumentará consideravelmente, somando-se a outros setores de igual importância na obtenção de conquistas, indispensável a toda equipe.

    Autor: Márcio Vargas - preparador de goleiros do EC Banespa.

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  • segunda-feira, 18 de maio de 2009

    Curso de Musculação do Iniciante ao Avançado

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  • - A História Da Musculação
    - O Controle Neurológico Do Movimento
    - O Sistema Muscular
    - Formas De Manifestações Da Contração Muscular Dinâmica
    - Força Muscular E Suas Subdivisões.
    - Comportamento Da Força Muscular Nas Diversas Populações
    - Hipertrofia E Hiperplasia Muscular
    - Sobrepeso E Obesidade
    - Finalidades Da Musculação
    - Princípio Do Treinamento Desportivo
    - Estrutura Dos Programas De Treinamento Resistido Com Pesos – Pré-Requisitos
    - Pesos Livres X Maquináros
    - Variáveis Do Treinamento Resistido Com Pesos
    - Protocolos De Treinamento
    - Métodos De Treinamento
    - Musculação Aplicada A Crianças E Adolescentes
    - Musculação Aplicada A Idosos
    - Exemplos De Programas Para Alunos Iniciantes, Intermediários E Avançados
    - Postura Profissional

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  • sábado, 16 de maio de 2009

    Lesões Musculares

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  • Um músculo traumatizado é geralmente doloroso, hipertônico e muito sensível; o indivíduo sente dor acentuada quando ele é usado, e certo alívio quando em repouso.

    Vejamos a seguir alguns tipos de lesões musculares:

    a) Distensão muscular: É o alongamento exagerado do músculo acompanhado de algumas rupturas de fibras musculares. Sendo assim a distensão muscular é uma lesão traumática aguda na unidade músculo-tendinosa (UMT). A força da lesão é indireta (uso excessivo, mau uso, hipercontração) em oposição à direta (pancada, corte, perfuração). Para ocorrer uma distensão, a falta de aquecimento e alongamento e o próprio cansaço muscular contribuem muito, mas o agente causal é sempre um movimento forte de rápida contração ou movimento exagerado contra uma grande resistência. As distensões são classificadas em:

    Distensão de Primeiro Grau - é um pequeno trauma da UMT que provoca dor leve, edema e incapacidade, mas geralmente, não prejudica a capacidade de o indivíduo produzir uma contração (embora dolorosa) normal do músculo envolvido.
    Distensão de Segundo Grau - é uma lesão moderada da UMT, inclusive com laceração ou ruptura de um número pequeno de fibras musculares e tendinosas, que provoca dor moderada, edema e incapacidade devido à contração anormal (fraca e dolorosa) do músculo envolvido.
    Distensão de Terceiro Grau - é uma ruptura completa da UMT. A dor e o edema variam de mínimos a severos, sendo a contração do músculo afetado muito anormal (fraca ou inexistente, geralmente indolor).


    b) Estiramento muscular: É um alongamento exagerado do músculo sem rompimento de fibras. Ele aparece como uma dor muscular local, que piora ao esforço. Geralmente não há sinal de derrame sangüíneo. Falta de aquecimento e alongamento assim como as condições fisiológicas do músculo contribuem para a ocorrência de estiramento.

    c) Ruptura muscular: É quando ocorre rompimento total das fibras musculares. É comum a perda de função do músculo, hipersensibilidade no ponto de ruptura e contração da massa muscular proximal ao rompimento. A dor da lesão muscular pode ser localizada ou irradiada para toda extensão do membro. O agente causal de uma ruptura é sempre um movimento forte de rápida contração ou um movimento exagerado contra uma grande resistência.

    d) Caimbras: São contraturas exageradas das fibras musculares ocorrendo de maneira involuntária e dolorosa. É causada por fadiga muscular decorrentes do excesso de trabalho, vícios de postura e falta de vitamina B.

    e) Tendinites: Não podemos esquecer que os tendões também fazem parte dos músculos e excluí-lo desse estudo não seria adequado. A tendinite é a lesão mais comum entre todas modalidades esportivas. Ocorre quando o indivíduo desenvolve gesto mecânico inadequado ou gesto mecânico de altíssimas repetições. A tendinite nada mais é que uma inflamação nos tendões. São exemplos de tendinites: a tendinite do tendão de Aquiles, a tendinite do rotator do punho, a tendinite bicipital, a doença de Quervain, a tendinite peronial e a tendinite tibial posterior entre outras.

    f) Contusão muscular: É uma lesão traumática aguda decorrente de trauma direto aos tecidos moles que provoca dor e edema. A contusão vai de leve até uma grande infiltração de sangue nos tecidos circundantes.

    Algumas considerações sobre contusões musculares:

    O atleta sente, inicialmente, um pouco de dor ou desconforto; porém, muitas vezes, desenvolve-se rapidamente, quando o atleta esfria, rigidez, dor e edema. Não se devem empregar tratamentos com calor, massagens e turbilhonamento, pois essas terapias aumentam a hemorragia.

    Retirado de http://www.facafisioterapia.net

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  • quinta-feira, 14 de maio de 2009

    Periodização de treinamento

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  • O conceito de periodização no treinamento foi revelado originalmente em 1972 por um cientista russo e incorporado nos esquemas de treinamento para atletas, tanto novatos quanto de elite. A idéia de periodização consiste em subdividir um período específico de treinamento (macrociclo) em períodos menores ou fases (mesociclos), com cada mesociclo sendo separado novamente em microciclos semanais.

    O fracionamento do macrociclo em suas partes componentes tem por finalidade manipular a intensidade do treinamento, o volume, a freqüência, as séries, as repetições e os períodos de repouso (para prevenir o supertreinamento) e alterar a variedade das sessões de treino. Espera-se com isso uma redução de quaisquer efeitos negativos do treinamento e culminar em um desempenho máximo do indivíduo ao final do período do macrociclo.

    Macrociclo

    Representa a organização de todo o treinamento que será desenvolvido em um determinado período de tempo. A estruturação desse período de treinamento obedece a um plano de expectativas e, geralmente, encerra-se num ponto máximo de performance (peak) do individuo.

    Dividi-se em fase de preparação, que abrange duas etapas: uma básica (ou de base) e outra específica (ou de especialização). Visando proporcionar um condicionamento da aptidão do individuo que permita-o alcançar “performances máximas” em etapas mais avançadas do treinamento; na fase básica trabalha-se com maior volume e menor intensidade, visando desenvolver a resistência aeróbia, a resistência muscular localizada, a resistência da força estática, a flexibilidade, etc.; já na fase específica diminui-se o volume e aumenta a intensidade, uma vez que o objetivo do treinamento é dar ênfase na resistência anaeróbia, na força dinâmica, estática e explosiva. Além também, de se proporcionar a manutenção dos ganhos, das qualidades físicas, obtidos na fase básica.

    Período de Performance, ou de competição, é o período onde se atinge o auge da performance do indivíduo, onde se reduz o volume e a intensidade (em 20 a 30%) do treinamento visando o “polimento final” da condição atlética, a performance máxima.

    Período de transição, que é o final do macrociclo, e situa-se entre o período de competição e reinicio de um novo ciclo de treinamento (macrociclo). Sua função principal é promover uma recuperação total do individuo em função dos exigentes esforços a que foi submetido nas fases anteriores do treinamento.

    Mesociclo

    Um macrociclo é composto de vários mesociclos (no mínimo quatro). Um mesociclo é formado por vários microciclos – normalmente de três a seis (Dantas, 1985).

    Esse ciclo de treinamento encontra-se intimamente correlacionado aos princípios da sobrecarga e da interdependência volume-intensidade, com vistas a proporcionar a aplicação de cargas crescentes com respectiva recuperação, visando progressos na performance.

    Microciclo

    É o menor ciclo de treinamento. Normalmente possui a duração de sete dias, coincidindo com o período de uma semana.

    Observamos nessa etapa a alternância de intensidade das cargas de treinamento. Dependendo da etapa do treinamento e da qualidade física desenvolvida essa composição de intensidades vai variar. O importante a destacar é que essa variação das cargas de trabalho é que vai proporcionar as adaptações fisiológicas que objetivamos naquele momento. A manutenção de cargas sempre fortes poderá levar a um estado de supertreinamento (overtraining), já a manutenção de cargas de trabalho sempre fracas não proporcionará os benefícios que desejamos, caracterizando uma estagnação do treinamento.

    Assim sendo, devemos variar os estímulos de forma que haja um estímulo, uma adaptação ao estímulo e conseqüente recuperação para podermos dar um novo estimulo, isto para não gerar fadiga por estímulos fortes consecutivos.

    Princípios do Treinamento Desportivo

    Todo o trabalho desenvolvido na periodização do treinamento deve encontrar-se enquadrado nos Princípios do treinamento desportivo. Sendo assim, o valor dessa periodização assume dois papéis de grande relevância: organização de todos os estímulos de forma apropriada, em consonância com todos os objetivos previamente determinados; e proporcionar a otimização da performance através de um equilíbrio entre os esforços de treinamento e o tempo de recuperação necessário para o restabelecimento das reservas orgânicas.

    O respeito a esses princípios, proporcionará o desenvolvimento de um treinamento seguro, rápido (não confundir com rapidez, aceleração do processo; é o “tempo”, correto do treinamento), e eficiente.

    Princípio da Individualidade biológica

    Onde se baseia o principio das diferenças individuais, ou seja, somos resultado da associação do genótipo - nossa carga genética, adquirida de nossos ancestrais, principalmente dos pais - com o fenótipo - as influências que o meio-ambiente exerce sobre nós.

    Segundo Dantas (1985), “pode-se dizer que os potenciais são determinados geneticamente, e as capacidades ou habilidades expressas são decorrentes do fenótipo”. Assim, respeitando este principio estaremos respeitando as possíveis limitações oferecidas por esse indivíduo oportunizando uma melhor adaptação sua à esse tipo de atividade.

    Segundo Dantas (1985,24), o princípio da adaptação no treinamento tem por objetivo “quebrar”, através de stresses físicos, a homeostase do organismo (estado de equilíbrio instável mantido entre os sistemas constitutivos do organismo vivo, e o existente entre este e o meio ambiente), desencadeando um processo denominado de Síndrome de Adaptação Geral (SAG). Os agentes estressantes (esforços físicos) desencadeiam a SAG em três etapas: fase de excitação, fase de resistência (que provoca adaptações ao organismo), e fase de exaustão (que provoca danos ao organismo). A periodização tem por objetivo desencadear essa SAG até a sua segunda etapa, evitando os processos de “over training”, ou seja, os excessos do treinamento.

    ESTÍMULOS FASES DO SAG REAÇÕES DO ORGANISMO
    Fracos Não há resposta Não provocam alterações
    Médios Excitação Apenas excitam
    Fortes Adaptação Provocam adaptações
    Muito Fortes Exaustão Provocam danos

    (intensidade dos estímulos e suas respectivas conseqüências, segundo Tubino 1984 e Dantas 1985).

    Princípio da sobrecarga

    Também conhecido como o principio da elevação progressiva da carga. Este principio relaciona-se às adaptações sofridas pelo organismo em conseqüência aos estímulos de treinamento (esforço físico). O aumento regular e progressivo da carga (total) de trabalho é que possibilitará a almejada melhoria de rendimento. Observa-se que essa reação do organismo é muito rápida inicialmente, tornando-se mais lenta à medida que o indivíduo atinge níveis de performance cada vez maiores e melhores.

    Este princípio encontra-se diretamente relacionado não só às intensidades dos estímulos de treinamento como também, e principalmente, ao tempo de recuperação orgânica conseqüente à essas próprias intensidades de treinamento. Assim sendo, a aplicação de uma nova carga de trabalho dependerá da intensidade da carga anterior; do período de recuperação (anabolismo); e do período de restauração ampliada (ou super-compensação). O período de recuperação somado ao período de super-compensação produzem um efeito de assimilação compensatória, ou seja, o período no qual ocorrerá o “superávit energético” (Gomes/ Araújo 1992) visando a obtenção de um nível de capacidade física cada vez maior e melhor.

    Dosar bem todo esse processo é fundamental, pois um período de recuperação demasiadamente longo não levará a modificações da performance, já um período de recuperação insuficiente fatalmente levará a um estado de strain (Carlyle 1967, por Tubino 1984) ou supertreinamento (Weineck 1989), evidenciando conseqüentemente sintomas de exaustão. Segundo Dantas (1985) “o processo de exaustão possui um caráter progressivo e exponencial”.

    Sobre o tempo médio desse intervalo de recuperação, que inclui uma perfeita interação ente o sono (descanso) e a nutrição (alimentação), Matveíev (1981 por Gomes/ Araújo Filho 1992) preconiza um intervalo médio de 48 horas para estímulos de treinamento com altas intensidades.
    Todavia, o principio da sobrecarga não se restringe somente aos intervalos dos tempos de recuperação, abrangendo também outros aspectos, tais como o volume de treinamento; a intensidade do treinamento; e ambos, tanto o volume quanto a intensidade do treinamento. Enquanto o volume traduz o somatório, a quantidade total da carga de treinamento, a intensidade denota a qualidade do treinamento, o tipo específico de carga que o individuo encontra-se submetido.

    Princípio da continuidade

    O treinamento baseia-se na aplicação de cargas crescentes, progressivamente assimiladas pelo organismo. O fator que não só proporciona como também, e principalmente, assegura essa melhora de rendimento é a continuidade do processo de treinamento, caracterizado pela alternância entre os stress crescentes (esforços físicos) e o período proporcional de recuperação.

    As contusões, as faltas freqüentes e os períodos muitos longos de recuperação, segundo Gonzáles (1985), são as principais causas que atuam negativamente sobre o processo de treinamento (Gomes/ Araújo Filho, 1992). Desta forma não só deixamos de ganhar como também corremos o risco de perder performance.

    Princípio da interdependência volume-intensidade

    Este princípio aborda os diferentes tipos de sobrecargas, ou seja, quando há um aumento no volume de treino ou quando o aumento se dá na intensidade o treinamento.

    Tubino (1984) cita que os estudos de Kashlakov (1970) constataram que os êxitos de treinamento estão sempre referenciados a uma grande quantidade (volume) e uma alta qualificação (intensidade) no trabalho, e que a predominância de uma dessas variáveis em relação a outra dependerá diretamente da fase de treinamento desenvolvida, seguindo ainda uma orientação de interdependência entre si. “Isto quer dizer que, dependendo de uma série de fatores e variáveis intervenientes, qualquer ação de incremento do volume provocará modificações na estimulação da intensidade, sendo que a recíproca será sempre verdadeira”, declara Tubino.

    Na periodização de um treinamento, a ênfase no volume (quantidade) da carga de trabalho desempenha uma função de base para aquisição de futuros resultados, por outro lado, o incremento na intensidade (qualidade) assume como propósito alcançar o “peak” (ápice do condicionamento físico).

    Princípio da especificidade

    Este princípio, como a própria terminologia propõe, baseia-se nas particularidades, nas características específicas da atividade. Assim, todo o treinamento deve ser direcionado em função dos requisitos específicos da própria atividade escolhida, levando-se em consideração principalmente às qualidades físicas, o sistema energético predominante e a coordenação motora exigida (técnicas específicas).

    Princípio da variabilidade

    Este princípio encontra-se fundamentado na idéia do treinamento total, ou seja, no desenvolvimento global, o mais completo possível, do indivíduo.
    Para isso deve-se utilizar das mais variadas formas de treinamento que incluem o estímulo de diferentes métodos, estratégias, exercícios, intensidades,..., tudo de acordo com os objetivos previamente estabelecidos.

    Quanto maior for a diversificação desses estímulos - é óbvio que estes devem estar em conformidade com todos os conceitos de segurança e eficiência que regem a atividade - maiores serão as possibilidades de se atingir uma melhor performance.

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  • quarta-feira, 13 de maio de 2009

    A influência da preparação física sobre a composição corporal de atletas

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  • Todo profissional que trabalha na área da preparação física, nas mais diferentes modalidades e realidades de grupos, desde pessoas sedentárias até atletas de alto nível, pode e, acredito, deve dominar e adotar como parâmetro a ciência da cineantropometria com fins de coletar, avaliar, planificar e controlar as variáveis físicas e antropométricas de seus alunos ou atletas.

    Neste artigo, tenho o interesse de divulgar, de modo resumido, um trabalho desenvolvido no Sport Club ULBRA, no ano de 2001, cujo objetivo geral foi de identificar a influência da preparação física sobre a composição corporal de atletas juvenis de futsal, isto em quatro meses, de avaliações das dobras cutâneas, enquanto que o escopo específico, é o de que ao final do período básico de treinamento, estes atletas tenham atingido o percentual de 12% de gordura, com paralelo aumento de massa corporal magra, conforme referências de estudos anteriores.

    Na literatura esportiva, podemos encontrar diversas manifestações de interesse no estudo antropométrico que relacionam, com freqüência, determinadas características morfológicas ao rendimento desportivo. Isto leva a crer que o controle das variáveis físicas e corporais são partes importante dentro da planificação e segmento do treinamento físico, quer seja individual ou coletivamente em uma equipe.

    O trabalho foi iniciado em 19 de fevereiro de 2001, num grupo de dezoito atletas juvenis (17, 18 e 19 anos de idade). Nesta data ocorreu a primeira coleta de dados. Foi adotado o método indireto, através do protocolo de Faulkner, a partir das mensurações simples das dobras cutâneas do tríceps, subescapular, crista ilíaca e abdominal. Também, foram registrados os diâmetros ósseos, a estatura e o peso corporal.

    Todos estes dados foram lançados e analisados em um programa criado no Excel. Esta coleta inicial teve como principais objetivos: traçar um perfil da equipe, apesar de doze atletas já serem conhecidos, isto é, terem todos os dados registrados na temporada anterior, pois se faziam presentes naquela equipe. Porém havia, ainda, a necessidade de se planificar de maneira individual, ou em pequenos grupos, as futuras sessões de treinos de todos atletas.

    Estas coletas de dados das dobras cutâneas seguiram durante quatro meses, fevereiro, março, abril e maio de 2001. A adoção do estudo antropométrico foi um excelente recurso, aliado a outros, na elaboração dos objetivos dos treinos, com a vantagem de ser um dos referenciais dos resultados obtidos ao longo do treinamento físico, isto porque após cada avaliação os resultados eram divulgados de modo ilustrativo em murais a partir de gráficos bem visíveis entre estes atletas, o que passou a ser mais um estímulo a dedicação nos trabalhos de preparação física.

    Passou a acontecer, então, uma competição sadia entre os jogadores, fazendo com o que estes procurassem fazer uma alimentação mais balanceada e, ainda, houvesse uma redução ou suspensão de ingesta de refrigerantes, batata fritas, guloseimas e doces desnecessários.

    Decorridas quatro avaliações, os resultados obtidos foram altamente significativos. Ou seja, após três meses de treinamento físico (os treinos técnicos estão juntos) que aconteceram diariamente, variando de duas até duas horas e meia, de segundas as sextas-feiras e, às vezes aos sábados, todos os atletas que participaram assiduamente das atividades programadas conseguiram atingir o objetivo de 12% de gordura e aumentando simultaneamente o índice de massa muscular magra. Entretanto, aqueles atletas que por problema de lesão ou que não conseguiram seguir o cronograma de treinos por outros motivos não conseguiram, neste espaço de tempo, atingir estes escopos. Mas, estes conseguiram chegar aos índices após retomar a rotina de treinos.

    É importante que fique claro que estes objetivos traçados - 12% de gordura com concomitante aumento da massa muscular magra ? em nenhum momento foi almejado sem que acontecesse desrespeito ao Princípio da Individualidade Biológica.

    Nenhum atleta foi pressionado ou submetido a treinos extras, tentando atingir os resultados. Isto porque, acredito seria um equívo, até porque, deve-se lembrar que estes atletas são da categoria juvenil, com idades variando dos 17 aos 19 anos, isto os caracteriza como seres em pleno desenvolvimento fisiológico e anatômico (sistema esquelético, neuromuscular...).

    Portanto, ao encerrar este texto, percebe-se que, a preparação física provoca alterações na composição corporal daqueles atletas que seguem o cronograma de treinamentos e, fica nítido, que a adoção dos estudos da cineantropometria é um excelente meio de avaliar, planificar e controlar as variáveis físicas e antropométricas dos atletas.

    Todavia, não devemos esquecer da individualidade biológica, isto é, se por ventura algum ou alguns integrantes não conseguir ou conseguirem atingir os objetivos traçados, devemos saber interpretar e lidar com estas diferenças, respeitando-os e criando outros meios de facilitar a execução dos execícios e etapas do treinamento.

    Autor: Prof.Carlos Tenroller CREF2/RS 238



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  • Livro: Treinando Atletas de Desporto Coletivo

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  • Descrição: Os desportos coletivos estão entre os mais dinâmicos, excitantes e espetaculares desportos. São realizados por dois grupos de jogadores que utilizam todo seu talento e habilidades para marcar os pontos, sob rigorosas regras. Complexos nas dimensões técnica, tática, física e psicológica, o principal objetivo é vencer. A maioria dos livros sobre desportos coletivos já publicados refere-se apenas ao treinamento técnico e tático de um dado desporto. Isso explica por que o treinamento fisiológico tem uma defasagem em relação a esse tipo de treinamento. Nesta obra, Tudor O. Bompa apresenta, sob um enfoque completamente novo, diversos elementos dos treinamentos técnico e tático, como componentes e sistemas de jogo, treinadores, formação de equipes, identificação de talentos e planificação do treinamento, dando aos treinadores principais a oportunidade de atualizar seus conhecimentos sobre treinamento fisiológico e aos especialistas em treinamento fisiológico a possibilidade de explorar os aspectos do treinamento técnico e tático.
    Editora: Phorte Editora
    Autor: TUDOR O. BOMPA
    ISBN: 8586702900
    Origem: Nacional
    Ano: 2005
    Edição: 1
    Número de páginas: 206
    Acabamento: Brochura
    Formato: Grande

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  • segunda-feira, 11 de maio de 2009

    Fundamentos do Voleibol de Praia

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  • É preciso dominar um conjunto de habilidades básicas, denominadas fundamentos, para se obter um bom desempenho.

    Saque ou Serviço
    O saque ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol.Um saque que a bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo adversário é denominado em voleibol ace.
    No voleibol contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques: Saque por baixo ou por cima, Jornada nas Estrelas, Saque com efeito, Saque flutuante ou Saque sem peso, Viagem ao Fundo do Mar, Saque oriental.

    Passe
    Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto.
    Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que esta recebeu uma "bola de graça".

    Levantamento
    O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.
    Também costuma-se utilizar o termo levantamento de costas, em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando. Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma bola de segunda.

    Ataque
    O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados (passada), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
    O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque: Ataque do fundo, Diagonal ou Paralela, Cortada ou Remate, Largada, Explorar o bloqueio, Ataque sem força, Bola de xeque.

    Bloqueio
    O bloqueio refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.

    Defesa
    A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento são: Peixinho, Rolamento, Martelo.

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  • domingo, 10 de maio de 2009

    Peridiodização no Futsal

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  • O futsal vem atualmente apresentando aumento significativo na sua performance, bem como no seu calendário de jogos. Desta forma, novas formas de estruturação do treinamento se fazem precisas, sendo assim, o objetivo do presente estudo foi apresentar alguns métodos utilizados para a planificação do treinamento e seus novos horizontes quanto á modalidade do futsal.


    Palavras chaves: periodização, futsal.


    O futsal moderno exige que os profissionais envolvidos, na elaboração e aplicação do treinamento, busquem constantemente soluções adequadas, as quais possam rever e trazer novos métodos e formas de periodização do treinamento. Desta forma, o futsal vem evoluindo significativamente das últimas décadas principalmente no que se refere a sua profissionalização e a exigência de performance individual de cada atleta, baseado nos estudos em torno desse fenômeno (GARCÍA, 2004; DIAS e SANTANA, 2006). Este fator exigiu uma reestruturação no método de periodização, buscando um constante aprimoramento do atleta dentro das qualidades físicas necessárias dentro de um quadro elevado de número de jogos e competições.

    A reestruturação proposta pela exigência atual produz diversas dúvidas a respeito da estruturação do treinamento no futsal. Os maiores agravantes para essa dificuldade dizem respeito ao adaptar e/ou enquadrar o processo de treinamento junto ao calendário, onde o período preparatório da maioria das equipes brasileiras é curto e, aliado a esse fator, surge à necessidade de um bom desempenho nas primeiras partidas. Ainda se apresenta conjuntamente o problema de pressão psicológica sofrida pelos profissionais quanto à manutenção de bons resultados, e de oportunizar que nesse breve período de tempo o atleta seja reincorporado as competições com um baixo índice de lesões mantendo-se saudáveis durante o decorrer das competições. Esse fator é determinante uma vez que o período competitivo no futsal longo variando entre 06 a 10 meses de competições, muitas vezes com dois ou mais jogos por semana.

    Para se ter uma noção ampla do planejamento de treinamento esportivo é preciso ter em mente que uma das primeiras teorias da periodização do treinamento foi proposta na década de 50 e 60, pelo cientista russo Matveev (1977), hoje conhecida como periodização clássica. O presente sistema de montagem da periodização tem como base dividir o macrociclo ou estrutura anual em três ciclos. O primeiro ciclo, ou período preparatório longo separado em fase básica e fase especifica, as quais têm a função de estabelecer um patamar de desenvolvimento físico ideal para início das competições.

    O segundo ciclo, também denominado de período competitivo, onde são planejados ações com objetivo de materializar os êxitos desportivos e a manutenção do desempenho desportivo. O terceiro ciclo, ou período transitório visa criar condições favoráveis para o início de um novo ciclo de desenvolvimento da forma desportiva.

    Porém essa teoria atualmente no treinamento do futsal - apesar de ser ainda muito utilizada pela maioria dos profissionais e preparadores físicos - vem perdendo espaço para outras formas de periodização, principalmente por necessitar de um período preparatório muito extenso e grande necessidade de estimulações gerais de treinamento, pensamento quase impossível de ser aplicado junto ao futsal moderno, tendo em mente a alta intensidade que o jogo de futsal parece ser realizado (GARCÍA, 2004).

    Uma das grandes questões quanto ao sistema clássico de planificação junto ao futsal, diz respeito se a mesma é capaz de conduzir a uma manutenção de resultados expressivos junto às competições extensivas bem como na manutenção da saúde dos atletas. Apesar de não haver nenhum indício na literatura, parece que o sistema clássico não apresenta uma boa eficiência junto a esse problema. Por outro lado, um método modificado por Zakharov (1992), parece apresentar um bom índice de aprimoramento para este problema.

    O autor defende a utilização de três ciclos ou períodos propostos da periodização clássica, sugerindo que a manutenção do alto rendimento é possível através de deslocamento do foco do jogador para a equipe. Assim, o alto nível de aptidão da equipe, em diversas etapas da temporada seria mantido pela combinação da prontidão individual de diferentes membros da equipe, ou seja, onde há uma alternância de atletas durante a fase competitiva, enquanto alguns que estão jogando estão na melhor da forma desportiva, outros atletas entram na fase de nova aquisição da forma desportiva, para conseqüentemente voltar ao quadro competitivo.

    Essa idéia parece elegante, uma vez que é unânime no senso científico, que o atleta não consegue manter-se no melhor da sua forma durante o ano todo, porém, segundo a proposta de Zakharov (1992), é possível manter a equipe em seu melhor desempenho durante uma temporada através de remanejo de atletas e/ou controle da atuação da equipe.



    Outra proposta de sistema de periodização, levando em conta todos os fatores intervenientes, porém voltada para a modalidade de futebol de campo foi proposta por Gomes (2002). O autor especifica que se deve utilizar um sistema de dupla separação do período competitivo, onde existe uma queda no rendimento esportivo no início do segundo período competitivo, para depois provocar um aumento gradual do rendimento durante a segunda fase competitiva. Segundo Gomes (2002), o presente fenômeno deve ocorre porque o atleta de futebol de campo não necessita desenvolvimento das capacidades de forma máxima e sim de forma sub-máxima.

    Esta forma de estruturação tem se demonstrada a eficiente para a realidade competitiva do futebol brasileiro e de esportes com caráter intermitente como o basquete e o futsal (MOREIRA, 2006; LOPES, 2005). Isto se deve, pois a construção do desempenho esportivo parece desenvolvida, não só no período de pré-temporada, mas também no período de competições, onde a aplicação das capacidades de treinamento varia a cada mês. Durante os primeiros meses a ênfase é dada aos aspectos funcionais do organismo para posteriormente se voltar às capacidades neuromusculares, centrada principalmente na velocidade.

    Desta forma a pré-temporada é outro ponto a ser observado, a qual no futsal significa o período que antecede as competições, e muitas vezes definida como período de preparação, que na maioria dos casos tem duração de menos de um mês. A pré-temporada se apresenta como um período incerto, pois se torna questionável se no período de aproximadamente um mês ou, em alguns casos, em um tempo ainda menor, o atleta é capaz de alcançar a forma desportiva ideal para o período competitivo. Desta forma, a proposta realizada por Gomes (2002), do aprimoramento de forma gradual do desempenho durante a fase competitiva, parece solucionar esse problema exposto acima.

    Desta forma, o futsal moderno em estruturação de treinamento, além de todos os fatores já citados (a dinâmica das cargas, dentro das sessões de treinamentos, semanas ou microciclos e meses ou mesociclos), gera enormes preocupações, pois muitas são as variáveis que interferem no processo de aplicação do volume e da intensidade nesse contexto. Mudanças no calendário de jogos, lesões, incorporação de novos jogadores na equipe, o retorno de atletas que estavam lesionados, viagens, características do adversário, formas de atuar em cada jogo, são algumas dessas variáveis que vem a interferir de modo direto ou indireto na dinâmica dessas cargas.

    Em algumas teorias do treinamento mais recentes esses fatores são levados em conta, como no método apresentado por Bompa (2002), o qual defende macrociclos centrados em uma meta especifica (desenvolvimento de uma capacidade biomotora, de uma habilidade, elemento técnico ou tático) e com duração de 02 a 06 semanas ou microciclos. Os principais critérios para a definição da duração do macrociclo são os objetivos específicos, o período do treinamento e o calendário das competições. A não definição exata de microciclos em um mesociclo ou mesoestrutura também é defendida por Forteza (2000), o qual prefere uma estruturação mais dinâmica para direcionar o treinamento. Para isso, o autor nomeou duas variáveis a serem analisadas: a primeira denominada de direções determinantes do rendimento (DDR), as quais constituem conteúdos de preparação necessários e suficientes para o rendimento (e são fatores determinantes que caracterizam uma modalidade esportiva); a segunda que são as direções condicionantes do rendimento (DCR), as quais constituem conteúdos necessários que condicionam a efetividade das direções determinantes do rendimento.

    Contudo as DDR sempre serão maiores que as DCR e, assim, a estruturação do treinamento tem como base o calendário competitivo e com isso o número de microciclos de um mesociclo ou mesoestrutura varia conforme as DCR e DDR.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    O questionamento do melhor método de planificação ou estruturação do treinamento deve passar primeiramente por uma análise das características dos atletas e seus estados físicos e mentais, do calendário competitivo, dos objetivos a serem alcançados em uma ou mais competições, da disposição tática que a equipe pretende atuar e dos períodos onde o atleta demandará estar no ápice da sua performance, juntamente com os períodos de recuperação necessários para a distribuição das cargas de trabalho, no tempo correto, entre a preparação e competição, para que não desrespeite a nenhum dos princípios do treinamento esportivo. Embora o planejamento ou estruturação anual sirva de norteador na montagem das cargas de trabalho dos microciclos e das sessões diárias, a observação dos atletas nesses períodos, tal como a flexibilização no momento da aplicação das cargas também merece destaque.

    REFERÊNICAIS BIBLIOGRÁFICAS

    DIAS, Raphael Mendes Ritti; SANTANA, Wilton Carlos de. Tempo de Incidência dos Gols em Equipes de Diferentes Níveis Competitivos Na Copa do Mundo de Futsal. Buenos Aires: Revista Digital, 2006; 11(101).

    FORTEZA, Armando de la Rosa. Direcciones del Entrenamiento Deportivo. Buenos Aires: Revista Digital, ano 5, nº 27,novembro de 2000.

    GARCÍA, Germán Andrín. Caracterización de los Esfuerzos en el Fútbol Sala baseado en el Estudio Cinemático y Fisiológico de la Competición. Buenos Aires: Revista Digital, 2004; 10(77).

    GOMES, Antonio Carlos.Treinamento Desportivo: Estrutura e Periodização.Porto Alegre: Artmed, 2002.

    LOPES, Charles Ricardo; Hohl, Rodrigo; Tessuti, Lucas Samuel; Goulart, Luis Fernando; Brenzikofer,René; Macedo, Denise Vaz de. Eficiência de Três Fases de Condicionamento Específico como Programa de Treinamento para Jogadores de Futebol, capítulo 2. In: Lopes, Charles Ricardo. Análise das Capacidades de Resistência, Força e Velocidade na Periodização de Modalidades Intermitentes.[Dissertação (mestrado) – Faculdade de Educação Física]. Campinas: Universidade Estadual de Campinas; 2005

    MATVEEV, Lev. El Processo del Entrenamiento Deportivo.Buenos Aires: Editora Stadium, 1977.

    MOREIRA, Alexandre. A Eficácia E A Heterocronia das Respostas de Adaptação de Basquetebolistas Submetidos a Diferentes Modelos de Estruturação da Carga de Treinamento e Competição. [Tese de Doutorado em Educação Física – Faculdade de Educação Física]. Campinas: Universidade Estadual de Campinas; 2006.

    ZAKHAROV, Andrei. Ciência do Treinamento Desportivo. Rio de Janeiro: Grupo Palestra Sport, 1º edição; 1992.

    Contato: Tiago Cetolin
    Email: tcetolin@terra.com.br

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  • sábado, 9 de maio de 2009

    Treinamento de agilidade no basquete

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  • Esses exercícios de agilidade irão aumentar a velocidade de deslocamento, rapidez, coordenação e o mais importante treinar a habilidade de mudar de direção com o minimo de desaceleração.

    Os atletas de basquete de destaque geralmente são aqueles que se movimentam ′como um raio′ na quadra. Porém não é necessario que o atleta tenha uma boa marca nos 100m rasos para faze-lo um jogador rápido em quadra...

    Mais importante no basquete é sua habilidade de rapidamente mudar de direção – de passada lateral para frente e depois para trás e saltar verticalmente.

    Integrando os exercícios de agilidade abaixo com treinamento específicos de velocidade podem mudar radicalmente seu jogo. Não apenas na capacidade de correr de ′ponta-a-ponta′ da quadra, também transferindo toda esse energia para os movimentos específicos do basquete.



    Veja o diagrama aqui

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  • quinta-feira, 7 de maio de 2009

    Treinamento em Squash

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  • Squash é um esporte praticado com raquetes e com uma pequena bola oca preta de borracha por dois jogadores (ou 4 jogadores para disputa de duplas) em uma quadra fechada por 4 paredes, sendo a traseira de vidro. Nas competições de profissionais as quatro paredes são de vidro e a bola é branca.

    Os Dvds Sports tras 3 dvds, subdivididos em iniciação, treinamento de defesa e treinamento de ataque para melhora da performance e do ensinamento.

    São dvds importados, de alta qualidade. Clique aqui para saber maiores informações.

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    Este post é um publieditorial

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  • quarta-feira, 6 de maio de 2009

    Histórico e Caracteristicas do Handebol

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  • Em 29 de outubro de 1917, surgiu uma modificação no aperfeiçoamento do Handebol. O professor alemão da Escola Normal de Educação Física de Berlim Karl Schelenz, com a colaboração de dois patrícios, Max Heiser e Erich Konig trabalharam na formação do Handebol como esporte competitivo. 


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    No sentido de obter uma divulgação maior, enviou este trabalho, juntamente com as regras especiais do Handebol de campo, a países como: Estados Unidos, Irlanda, Itália, Suíça, França, etc. Foi assim que surgiu este esporte competitivo, que anteriormente, era praticado apenas como preliminar e mais pelo sexo feminino. 

    Agora, já seria praticado também pelo sexo masculino, o que aumentaria ainda mais o espírito de competição. É por essa razão que chamamos Karl Schelenz, o pai do Handebol, já que foi ele quem adaptou o Torball para o Handebol, forçando assim, a popularização do jogo em toda a Europa. Este trabalho foi favorecido pelo fato de ter sido ele, professor da Faculdade de Educação Física de Berlim, onde havia muitos alunos estrangeiros, que levaram para seus respectivos países os conhecimentos ali obtidos.

    O professor Schelenz fez palestras sobre a nova modalidade em vários países europeus, entre 1920 e 1930. 

     História do handebol no Brasil 

     Apesar de muitas pessoas no Brasil ainda não conhecem o Handebol, este já tem vasta matéria a seu respeito, depois de sua introdução. Sabemos que há alguns anos atrás vários Estados começaram a prática de Handebol e, por isso, têm suas histórias. Neste ano (1999) o Handebol brasileiro, completou 50 anos no Estado de São Paulo, onde até 1973 foi a base e o domínio. 

     Em 1978 aconteceu a crise e São Paulo perdeu a hegemonia, a liderança, que dominou longos e longos anos seguidos. Nesta época, sem ninguém esperar e para surpresa de muitos (para não dizer de todos) surgiu o Estado de Minas Gerais pela sua prática de Handebol. 

     Aparecem após Rio de Janeiro, Brasília, os Estados do Paraná, Maranhão, etc., para constar o desenvolvimento de Handebol nestes referidos Estados. 

     Regras (em forma de perguntas) 

     1) Quais são as dimensões da quadra? 40x20m. 


     2) Qual a distância que devem observar os jogadores adversários até que os tiros sejam cobrados? 3m. 

     3) É considerado gol quando a bola: Ultrapassar completamente a linha de gol. 

     4) Quando um jogador de quadra passa a bola para o seu próprio goleiro dentro da área de gol, é cobrado: Tiro de 7m 

     5) Durante a execução de um tiro de 7m qual a colocação dos jogadores de defesa e de ataque: Fora da linha dos 9m 

     6) As sanções disciplinares no jogo de handebol, são progressivas. Qual a ordem correta: advertência, exclusão, desqualificação, expulsão. 

     7) Quantos passos posso dar, no máximo, com a bola na mão: 3 passos 

     8) Cite 4 casos onde é ordenado

     Tiro Livre: É ordenado Tiro Livre nos seguintes casos: entrada ou saída irregular de um jogador, lance de saída irregular, manejo irregular da bola, comportamento incorreto para com o adversário, execução ou conduta irregular no lance livre e no tiro de 7m; conduta anti-desportiva. 

     9) Cite os casos em que o jogo é reiniciado com um Tiro de Árbitro e de onde ele é cobrado. 

    Um tiro de Árbitro é ordenado quando: 

    a) jogadores de duas equipes cometerem ações anti-regulamentares ao mesmo tempo na quadra. 

    b) a bola encostar o teto ou objeto fixado sobre a quadra. 

    c) o jogo é interrompido sem que tenha acontecido qualquer infração e a bola não estar em poder de nenhuma equipe. 

    d) o primeiro ou o segundo meio tempo tenha sido encerrado antes do tempo regulamentar e os jogadores tenham abandonado a quadra. Neste caso, o jogo é retomado por um tiro de árbitro executado do centro da quadra após o apito do árbitro. Sem apitar, o árbitro central lança a bola para cima no local onde a bola se encontrava no momento da interrupção do jogo. Caso, o local fosse situado na área do goleiro ou nos 9m, o tiro é executado do local mais próximo fora da linha dos 9m. Neste tiro os jogadores, salvo um de cada equipe, devem estar pelo menos a três metros do juiz. Os dois jogadores devem estar um de cada lado do árbitro, cada um do lado de seu próprio gol. 

     10) Por quem é composta a equipe de arbitragem? A equipe é composta por dois árbitros assistidos por um secretário (que é o marcador dos gols, faltas,etc.) e por um cronometrista. 

     11) Quando é ordenado um tiro de meta? O Tiro de Meta é ordenado quando antes de ultrapassar a linha de fundo, a bola tenha sido tocada, por último, num jogador da equipe que ataca ou pelo goleiro da defensora. 

     12) Como deve ser cobrado um Tiro de Lateral? Na execução deste tiro, uma parte do pé do executor deve estar em contato permanente com o solo. É permitido levantar o outro pé e recolocá-lo no solo diversas vezes. 

     O Jogo 

     O jogo de handebol é constituído por dois tempos de 30 (trinta) minutos com 10 (dez) minutos de intervalo entre eles, nas últimas olimpíadas ¾ em Atlanta 1996 ¾ foi permitida a utilização do tempo, como no voleibol. 

     O número de substituições é ilimitado mas elas tem de ser feitas no espaço de 4,45m que cada time possui especialmente para isso, elas são feitas também sem a interrupção do jogo e é preciso que um jogador saia completamente da quadra, antes que outro entre em seu lugar, caso ocorra uma substituição incorreta, ela deve ser avisada ao árbitro da partida pela mesa do jogo, que é constituída por um cronometrista e um marcador de gols. E, então, o jogador que cometeu a infração recebe uma punição de dois minutos. 

    O objetivo básico do jogo é manobrar o adversário passando a bola hábil e rapidamente entre os jogadores e quando possível arremessá-la ao gol adversário, marcando um ponto caso a bola ultrapasse completamente a linha de gol. É preciso muito jogo de corpo para enganar o adversário e deixar um companheiro livre. 

    Como no futebol e no basquete, é preciso mudar rapidamente de direção, velocidade e usar passes inesperados (às vezes no estilo NBA) para atingir o gol. As punições no handebol são bastante rígidas e variam desde a advertência com o cartão amarelo até a desclassificação com o vermelho. 

    A seguir, uma lista com todas as punições possíveis: 

     Cartão amarelo (advertência): serve como advertência a um jogador, é usado em algumas faltas, por reclamação ou quando o jogador não deixa a bola no lugar após a marcação do árbitro. 

     Dois minutos: o jogador que receber esta punição deve ficar por dois minutos fora do jogo, sem direito à substituição, ou seja, seu time fica com um jogador a menos durante dois minutos, esta punição é dada a faltas violentas ou a substituições incorretas. 

    O jogador também recebe dois minutos caso for receber o segundo amarelo e caso o time já tenha dois amarelos, o próximo cartão será substituído por um dois minutos. 

     Cartão vermelho (desqualificação): quando um jogador receber um cartão vermelho ele deve retirar-se da quadra, também do banco de reservas e não pode mais voltar para a quadra durante a partida. 

    O time fica com um jogador a menos durante dois minutos e depois desse tempo pode completar o time com outro jogador, desde que não seja aquele que foi expulso. 

    Um jogador não pode receber mais de três dois minutos durante uma partida, se isso acontecer ele é desclassificado do jogo, como se tivesse ganho um cartão vermelho.


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  • segunda-feira, 4 de maio de 2009

    SISTEMA ENERGÉTICO PREDOMINANTE NO VOLEIBOL

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  • A definição do sistema energético do voleibol é motivo de grande discussão. A comunidade científica se vê dividida . Fisiologistas e preparadores físicos tradicionais afirmam que o voleibol é uma atividade predominantemente anaeróbica descartando a existência de momentos de predominância aeróbica . Muitos autores justificam sua oposição a essa tese argumentando que se considerarmos o jogo, de maneira isolada eles têm razão ; porém se considerarmos a atividade do atleta de uma maneira global não se pode ignorar a existência do uso de metabolismos aeróbicos . O grupo concordando com esse pensamento, portanto , trabalhará com capacidades aeróbicas e anaeróbicas, levando em consideração a significativa dominância da última.


    AERÓBICO

    A Capacidade Aeróbica é a qualidade física que contribui para que o jogador:

    - suporte a globalidade do treinamento e, consequentemente, aperfeiçoe-se;

    - mantenha o seu melhor rendimento ao longo de toda a duração de uma partida;

    - recupere-se plenamente de um treinamento / jogo para o outro.

    Considerando que os jogos têm duração de até duas horas e que o treinamento pode ter carga horária de 5, 6 ou mais horas, torna-se fundamental que o jogador possua a grande resistência orgânica (capacidade aeróbica/anaeróbica) e muscular, a fim de que possa suportar toda essa carga e aproveitar integralmente o treinamento global.

    \ANAERÓBICO

    A principal fonte de energia, utilizado em provas que exigem movimentos de curta duração e alta intensidade ,como por exemplo o voleibol, há a exigência de um fornecimento imediato e rápido de energia. Essa energia é proporcionada pelos fosfatos de alta energia (ATP e CP) armazenados dentro dos músculos específicos ativados durante os gestos motores , no voleibol.

    Todos os desportos exigem a utilização dos fosfatos de alta energia, porém muitas atividades contam quase exclusivamente com esse meio para transferência de energia . Por exemplo, o sucesso no futebol americano, no levantamento de pesos, em várias provas de campo, no beisebol e no voleibol exige um esforço breve e máximo durante o desempenho. É difícil imaginar um mergulho para uma defesa no voleibol, ou até mesmo, um bloqueio e uma cortada sem a capacidade de gerar energia rapidamente a partir dos fosfogênios armazenados .

    Sempre que as Fontes Anaeróbias entram em ação por mais de 10 segundos temos formação de ácido lático de maneira acentuada. Uma fonte anaeróbica alática (ATP-CP) após 10 segundos (ápice) se esgota entrando em atuação outra fonte que é incapaz de manter o mesmo ritmo.

    Num exercício tão intenso a energia para fosforilar ADP provém principalmente da glicose, com subsequente formação de ácido lático. De certa forma , esse mecanismo de formação “poupa tempo”, torna possível a formação rápida de ATP pela fosforilação do substrato . Após os 10 segundos de gasto dessa energia, o restante pode ser considerado como um combustível de reserva. Vale ressaltar que o vôlei mescla momentos de exercícios leves e moderados com exercícios de intensidade máxima . Os exercícios leves têm a capacidade, devido a utilização de oxigênio, de oxidar o ácido lático . Portanto não há um acúmulo do mesmo, pois a produção e o gasto são lineares, proporcionais, esse não acúmulo ,cientificamente, é denominado alático( sem acúmulo de ácido lático).

    Devido à nomenclatura científica onde se classifica as fontes energéticas de acordo com o quadro abaixo :

    Fonte energética
    Tempo
    Provas


    ATP
    2 segundos
    Movimentos de explosão
    Anaeróbia Alática

    ATP-CP
    10 segundos
    Corridas de 100 m
    Anaeróbia Alática

    Glicose Anaeróbia acima
    De 10s até 3 min
    Corridas de 200m a 1500m
    Anaeróbia Lática

    Glicose Aeróbia
    Acima de 3 min.
    Corridas 5000m p/ mais
    Aeróbia Alática


    Esses valores de tempo e distância referem-se à intensidade de exercícios máximas ou muito próximas às máximas.

    Segundo(BROOKS, 2000) “deve ser enfatizado que, em todas as vezes, até mesmo em repouso ou durante o exercício leve, tanto o processo aeróbio quanto o anaeróbio estão ativos no corpo . Por exemplo, as células sangüíneas vermelhas (CSVs) do corpo não contêm nenhuma mitocôndria, a “casa de força aeróbia” das células .Em razão das CSVs não poderem produzir energia aerobiamente, o ácido lático é continuamente formado para fornecer a energia exigida. Da mesma maneira, até nos mais altos esforços máximos, apesar do metabolismo anaeróbio predominar, algum metabolismo aeróbio está sustentando algum tipo de função celular . Porém no caso das CSVs, ou atividade de baixo nível, o ácido lático não se eleva porque sua taxa de produção eqüivale à sua taxa de remoção .Com os aumentos de intensidade de exercício, o papel do ácido lático se torna mais significante.”

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  • domingo, 3 de maio de 2009

    Treinamento tático no Futsal

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  • Treinamento Funcional 200 Exercícios - Aprenda Montar Seu Treino
  • Ebook Funcional Kids
  • Com a formação da equipe, seus aspectos iniciais, competirá ao técnico e/ou treinador, idealizador de acordo com o material humano de que dispõe, a forma tática no futsal que irá atuar em suas partidas, inclusive contando com todas as alterações que poderão ocorrer mesmo durante o transcorrer desta. A esquematização de jogo é fator preponderante em uma equipe, pois sem esta atividade, não se terá uma equipe e sim um grupo de elementos que estarão praticando um esporte sem um objetivo específico.

    Como já foi observado, a tática de futsal pode e deve variar, normalmente durante o transcorrer da partida, competindo ao profissional responsável as devidas orientações neste sentido, no intuito de não fracassar em seu trabalho, mas, sempre tendo em mente que uma derrota deve ser assimilada pelo grupo como um resultado previsto dentro de uma competição, tendo sempre em mente que o importante será anotar e observar as falhas para que, assim que corrigidas, venham a surtir o efeito desejado em um próximo confronto. Tática de futsal nada mais é do que a teoria (técnica) colocada em prática na quadra de jogo, com todas as suas variações que poderão acontecer conforme o desenvolvido pelo adversário.

    Esquema de Jogo - Táticas de futsal

    Os esquemas de jogo mais adotado pelas equipes são: 2-2, 1-3, 3-1, 1-2-1. Estes esquemas são os comumente praticados durante o desenvolver de uma partida, sendo que uma equipe varia constantemente tais esquemas, de acordo com as necessidades e principalmente de acordo com o adversário.

    Esquema 2-2: é um esquema defensivo, geralmente empregado por equipes iniciantes ou de categorias menores, tendo como principal característica dificultar a dilatação do placar no caso de inferioridade em relação ao adversário.

    Ofensivamente apresenta pouca objetividade, pois sua movimentação é restrita.

    Em relação ao grupo de atletas, restringe as habilidades, pelo fato de não oferecer uma mobilidade durante o desenvolver da partida, dificultando trabalho com bola, lançamentos. Deve-se ter em mente que em determinados momentos, um esquema como este, o determinado "caixote", quando bem aplicado, e muito bem treinado, realmente dificulta o adversário a penetração no campo de ação da equipe, restando normalmente a esta, os chutes de média e longa distância, que poderão resultar em algo, de acordo com o tamanho da quadra de jogo.

    Esquema tático no futsal 3-1, 1-3, 1-2-1: Estes esquemas são os mais empregados pelas equipes, pois apresentam dupla objetividade: OFENSIVA E DEFENSIVA.

    Favorece aos atletas uma maior mobilidade, criatividade e desenvolvimento de suas características técnicas, dando uma movimentação maior no desenrolar da partida. As posições de cada atleta são pré-determinadas durante os treinamentos, onde cada qual, dentro de suas características, desenvolverá o seu trabalho, mas nunca ficando restrito a um posicionamento fixo, cada esquema destes, será aplicado conforme orientação do profissional responsável pela equipe e principalmente de acordo com as características do adversário.

    Esquema tático no futsal 3-1: é um esquema mais defensivo, onde a equipe em determinados momentos da partida, utilizará para evitar o crescimento do adversário e consequentemente à marcação de gols por parte destes. Oferece, no entanto a possibilidade de um contra ataque, valendo - se de um pivô habilidoso para surpreender o adversário;

    Esquema tático no futsal 1-3: é o esquema utilizado com o objetivo de mudar o resultado de uma partida, onde somente a vitória interessa, e neste caso, a equipe valendo-se de um bom fixo, libera os demais, alas e pivô, para sob pressão objetivar a mudança de resultado de acordo com o que importa para a equipe;

    Esquema tático de futsal 1-2-1: é o esquema utilizado em uma partida tranqüila, com o desenvolvimento normal das jogadas, que propiciam o desenvolvimento do jogo e principalmente a movimentação dos atletas, variando as jogadas e alternando-se nos posicionamentos com o intuito de envolver o adversário.

    Sistema de Marcação no futsal Por Homem a Homem - Tática de futsal

    Na marcação homem a homem ou individual, o defensor marca individualmente o jogador que lhe indicado acompanhando-o por toda a quadra.

    Esse sistema pode ser dividido em marcação sob pressão e meia pressão. Neste sistema marca-se o jogador, não a bola. A marcação sob pressão exige que o marcador exerça o combate direto ao oponente em qualquer setor da quadra, procurando evitar que o oponente receba a bola. E entende-se por meia pressão o combate no setor de ataque somente sobre o oponente que recebe ou que está de posse da bola, não sendo necessário o combate sobre o jogador que está sem bola, ficando o responsável por este jogador adversário mais retraído a fim de dar cobertura ao companheiro que efetua o combate direto sobre aquele que está com a bola, além de guarnecer o setor central da quadra. No setor defensivo a marcação é efetuada sob pressão.

    Por Zona - Táticas de Futsal

    O sistema de marcação por zona consiste em atribuir a cada jogador da equipe uma zona definida de defesa com a incumbência de ocupá-la e defendê-la integralmente. Neste sistema marca-se a bola, não o jogador. Na marcação por zona o combate é exercido sobre o jogador contrário mais diretamente quando ele penetra na zona confiada ao defensor, sem que, no entanto, este seja obrigado a acompanhá-lo fora dela. O sistema de marcação por zona é muito vantajoso, pois favorece a cobertura de defesa, tornando a marcação altamente eficaz, além de ser muito propício aos contra-ataques toda vez que a bola é tomada do adversário.

    Quer saber mais sobre taticas do Futsal? Olhe esse Dvd

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  • sábado, 2 de maio de 2009

    Livro: Manual do Técnico Desportivo

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  • Descrição: Manual do Técnico Desportivo - traz importante análise sobre o tema abordado. Excelente fonte de pesquisa.
    Editora: Ícone
    Autor: M. GUARINO
    ISBN: 8527403943
    Origem: Nacional
    Ano: 1996
    Edição: 1
    Número de páginas: 138
    Acabamento: Brochura
    Formato: Médio

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  • sexta-feira, 1 de maio de 2009

    Estrutura e planificação do treinamento desportivo

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  • No primeiro gráfico observamos um macrociclo de cinco mesociclos, nesta estrutura em cada mesociclo se vê a correlação entre a preparação geral e a preparação especial e a medida que o processo avança se vão diferenciando mais os ambos tipos de preparação. Assim temos no exemplo que a relação primária parte de uma proporção de 40% a geral por um 60% a especial. A primeira como colocamos continua diminuindo enquanto que a segunda continua aumentando até chegar ao mesociclo nº 5 no qual observamos uma relação de 5% a preparação geral e 95% a preparação especial. Aqui temos uma estrutura que propicia o atleta participar das atividades competitivas do calendário quase ao começar seu ciclo, digamos desde a terceira semana aproximadamente isto resolve um problema atual muito importante, geralmente os atletas dispõem de pouco tempo de concentração preliminar para a temporada competitiva aspecto que já foi mencionado.

    Ao observar o segundo exemplo constatamos uma dupla campana contínua, isso se deve a que o atleta depois de haver terminado uma temporada competitiva quase imediatamente deve começar a outra. Observa que ainda unindo as duas campanas o pêndulo não cruza a fronteira de diferenciação, quer dizer, a preparação especial em relação da carga percentual, o alívio está depois de haver terminado um macrociclo neste caso o primeiro de três mesociclos com uma relação de 10% - 90% - geral e especial respectivamente, se inicia uma nova campana na estrutura com uma relação de 45% - 65%. Neste caso a também a possibilidade de inverter a ordem das campanas, a primeira de cinco mesociclos e a Segunda de três, isto dependerá basicamente do calendário de competições e das possibilidades dos atletas de suportar um alto regime de preparação especial.

    Dois aspectos a considerar na planificação das campanas estruturais são as seguintes:

    A consideração de planificar as campanas estruturais do treinamento, esta concepção foi formulada no livro Entrenar para Ganar. Metodologia del entrenamiento desportivo. Argentina, México (1994), Espanha (1997) (do próprio autor). As direções concretam o trabalho em cada meso e micro estrutura pelo que a planificação e o controle do trabalho se faz mais efetivo.

    As destinar um porcento de trabalho na preparação geral e a preparação especial se deverá destinar quais direções de treinamento correspondem - isto é por tipo de esporte como é lógico - a cada tipo de preparação.

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