sábado, 28 de novembro de 2009

Evolução da Preparação Física e Fisioterapia Esportiva no Brasil

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  • O melhor é ir para o Brasil 
     
    Preparação física e fisioterapia esportiva vêm evoluindo e cada vez mais atletas querem se tratar aqui

    Já virou uma rotina no mundo do futebol. Quando um jogador brasileiro, em qualquer parte do mundo, se machuca, dificilmente não pede para o seu clube liberá-lo para voltar ao Brasil e se tratar por aqui. Porém, quem imagina que essa solicitação é apenas para poder ficar perto dos amigos e dos familiares enquanto se recupera, está muito enganado. Acontece que a fisioterapia e a preparação física brasileiras estão entre as melhores do mundo. Talvez até mesmo sejam as melhores.

    O que se costuma dizer, até mesmo em faculdades, é que o diferencial brasileiro está na mistura de estilos entre o europeu (que baseia a sua fisioterapia na técnica) e o americano (que baseia sua fisioterapia em aparelhos). Mas, na realidade, o avanço de nossas técnicas está além da combinação de estilos. A qualidade da maioria dos clubes brasileiros é fruto de um trabalho conjunto entre médicos, fisioterapeutas e preparadores físicos, como explicou o fisioterapeuta do Flamengo, Gláucio.    

    "Nós escutamos muitas coisas. Realmente, os americanos gostam muito de utilizar aparelhos, e, aqui, no Brasil, temos a tendência de adequar a melhor forma de acordo com o paciente, e não de generalizar. Misturamos a técnica e os aparelhos e trabalhamos em conjunto com os médicos e com a preparação física. Isso é algo muito importante. Não sei se somos os melhores porque nunca trabalhei na Europa, mas, realmente, é algo comum os jogadores voltarem para se tratar aqui no Brasil", disse o fisioterapeuta rubro-negro.

    O preparador físico Ronaldo Torres, que além de ter trabalhado nos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro teve uma grande passagem por clubes no Japão e no Oriente Médio, disse que o segredo do sucesso da recuperação em clubes brasileiros é o trabalho em conjunto de todo o departamento médico, algo que pouco se vê fora do Brasil.

    "O grande segredo dos clubes brasileiros é que nós não temos a vaidade e trabalhamos em conjunto. Ao mesmo tempo em que um atleta está se tratando clinicamente, continuamos o preparando fisicamente. Pode reparar que, em alguns clubes, como o Flamengo, por exemplo, uma recuperação de atleta que demoraria seis meses, demora apenas quatro. Graças a Deus, tive a sorte de sempre trabalhar com bons profissionais no Brasil. Lá no Japão e no Oriente Médio, eles tratavam os atletas como se trata os sedentários, e isso não pode acontecer. Tive que implantar um novo sistema por lá", disse Ronaldo Torres.

    O meia do Vasco Carlos Alberto, que já atuou no Porto, de Portugal, e no Werder Bremem, da Alemanha, contou que no Brasil o trabalho é maior e mais qualificado, principalmente porque dura a temporada inteira.

    "Aqui, a gente treina mais. Lá na Europa, a gente joga três competições ao mesmo tempo e o treinamento não é tão forte. O puxado lá é a pré-temporada, mas eles exageram. Já fiz coisas difíceis de imaginar, como subir uma montanha. Podemos não ter aqui os mesmos recursos que lá, mas os profissionais brasileiros são os melhores", completou Carlos Alberto.

    Fonte

    Você já visitou o blog Esporte com Saúde hoje? E o de Fisioterapia Ortopédica?



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  • terça-feira, 24 de novembro de 2009

    Exercícios para aquecimento no tênis

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  • Exemplo de exercícios para aquecimento - em todos os exercícios, a posição deve ser mantida sem insistências, nem movimentos rápidos (balísticos). A posição extrema deve ser atingida sem dor (não forçamos tanto como quando treinamos a flexibilidade). Cada posição mantém-se por cerca de 30 a 40". Os exercícios dinâmicos também devem ser executados a uma velocidade reduzida. Na maioria dos exercícios, a posição é mantida à custa da contracção dos grupos musuculares antagonistas (em relação aos que pretendemos estirar).

    -

    1. Flexão do Tronco à frente;
    2. Hiper-extensão do Tronco;
    3. Elevação do joelho ao peito, fixando-o com os braços;
    4. Flexão da perna atrás;
    5. Flexão lateral do tronco;
    6. Rotação do tronco, mantendo a posição em cada extremo;
    7. Flexão dorsal do pé, estirando os gémeos;
    8. Flexão do tronco à frente, a cada perna;
    9. Extensão dos flexores e extensores das coxas;
    10. Hiper-extensão dos ombros (e bicípedes);
    11. Extensão dos tricípedes (e não só...)
    12. Rotação dos ombros;
    13. Extensão da musculatura dos antebraços;
    14. Cinco a 10' de corrida lenta.

    Retirado daqui


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  • Brasil não combate o doping

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  • Um teste surpresa feito pela Federação Internacional de Ginástica acusou que Daiane dos Santos estava dopada. O resultado, anunciado no último 30 de outubro, foi o mais chocante, mas não o único caso de doping a chamar atenção do Brasil. Em agosto, dez dias antes do Mundial de atletismo, cinco brasileiros foram pegos nos testes também — e voltaram para casa. À parte às controvérsias se o número está ou não dentro da normalidade, ele reflete uma realidade grave do país que vai receber os Jogos Olímpicos de 2016: o Brasil não tem uma política de combate ao doping.

    O Ministério do Esporte tem uma Comissão de Combate ao Doping, mas a única função do órgão, criado em 2004, é aprovar a lista de substâncias da Agência Mundial Antidoping (WADA). "A comissão foi criada para manter a legislação brasileira de acordo com a internacional", justifica o médico Eduardo de Rose, membro do Comitê Olímpico Brasileiro e presidente da Comissão. "Eventualmente, ela poderia até fazer algo, mas não tem recursos para isso", justifica.

    Alexandre Pagnani, membro da comissão, presidente da Associação Brasileira de Estudo e Combate ao Doping (ABECD) e presidente da Confederação Brasileira de Culturismo e Musculação, reclama que o problema vai além. Como a comissão é subordinada ao Conselho Nacional do Esporte (CNE), nem as orientações que dá são necessariamente acatadas e chegam a virar ação. "Montar a comissão, do jeito que ela está, simplesmente para se reunir uma vez por ano para aprovar a lista de substâncias, que por lei tem que passar por aprovação, e depois passa na CNE, está sendo inútil."

    Mas há quem defenda o funcionamento da comissão. Para o representante do Conselho Federal de Educação Física, Alexandre Nunes, o grupo cumpre o seu papel dentro do possível. "O andamento dentro do processo democrático é lento. Mas discutimos as demandas que os representantes das 13 instituições levam." E ele destaca que o papel de combate ao doping será feito pela Agência Brasileira Antidoping (ADA). "Qualquer fiscalização em um país do tamanho do Brasil é difícil. As confederações têm dificuldades e nem a comissão nem o ministério têm poder de gerir isso."

    A comissão se reunirá hoje, e a pauta, mais uma vez, é apenas a lista de substâncias da WADA. O e-mail de convocação para os membros diz que "outros assuntos serão pautados oportunamente".

    Poucos encontros

    A Comissão foi criada em 2004. Ela tem 13 membros: representantes de órgãos do governo, do esporte e da sociedade, ligados ao tema doping. De acordo com os membros, já houve anos em que foram realizadas quatro reuniões. Em 2009 só uma aconteceu, por enquanto.

    Muitas promessas, nenhuma ação

    Como a Comissão de Combate ao Doping não tem poder de decisão nenhum, não há quem responda pelo tema no Ministério do Esporte. Alexandre Pagnani denuncia que o governo prometeu ajudar as confederações nacionais, cedendo cotas de análise de doping, no Ladetec, mas não pagou.

    "Desde 2006 o governo prometeu cotas de controle de exame antidoping, tanto aos esportes olímpicos quanto aos não olímpicos, e não cumpriu com seu papel na doação dessas cotas de análise de controle. A alegação do governo, e visitei várias áreas do ministério, é que não existe dotação e nem rubrica orçamentária específicas para a ação do sistema de controle antidoping." A confusão começa por não saber a quem reportar sobre o tema, dentro do ministério, denuncia Pagnani. "O alto rendimento declarou, pelo antigo secretário, que não é competência dele, a ciências e tecnologia, não é competência dela, a educacional, não é competência dela, de quem é então? Estamos no limbo."

    Procurado pela reportagem do Correio, o Ministério do Esporte simplesmente respondeu que neste mês de novembro, o ministério receberá a visita de uma missão da Wada que vai ajudar a definir um plano nacional antidoping que contemple a criação de uma agência e a demanda de investimentos em laboratório de controle de dopagem. Informações sobre quanto tem sido reservado do orçamento ou quem é o responsável no órgão pelo tema combate ao doping não foram prestadas.

    Casos deixados ao acaso

    Das 29 modalidades olímpicas, poucas fazem controles permanentes. De acordo com o médico Eduardo de Rose, maior autoridade em doping no país, futebol, atletismo, natação, ciclismo e vôlei mantêm uma boa regularidade de controle. "A maioria faz antes dos mundiais", explica o médico.

    "As demais modalidades não o fazem e só são realizados quando entra a ação do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na participação dos Jogos Sul-Americano, que é o Odesur, Pan-Americano e Olimpíada. Fora isso, não existe controle", garante Alexandre Pagnani.

    O COB não quis entrar na discussão e, por meio de sua assessoria, disse apenas ter a informação dos exames feitos pelas confederações, mas que elas são confidenciais. Muitas das confederações, entretanto, confirmam: exame antidoping só nas principais competições e olhe lá. No pentatlo moderno, por exemplo, os atletas só são avaliados quando o COB pede. A razão, explica Celso Sasaqui, diretor técnico e vice-presidente da confederação, é o alto custo e o baixo número de atletas. "A gente não faz o controle com exames. É mais na confiança. Os técnicos nos avisam quando algum atleta tem que tomar um remédio que esteja na lista proibida da WADA." Hoje, um exame completo simples, custa cerca de US$ 500 por atleta.

    O custo também é o argumento da Confederação Brasileira de Esgrima, que só faz o controle no campeonato brasileiro. "É um exame um pouco caro", justifica Edinilson Cesano, do departamento técnico da confederação. Mas ele logo lembra que o ciclo olímpico ainda está no início e garante que ano que vem o controle deve ser regular.

    Pagnani questiona o argumento do custo. "Nós temos que abrir o leque de ser declarado, eu como dirigente até mesmo de um esporte polêmico (culturismo), quanto mais controle fizer, mais vai pegar. Será que é vantagem em que o mundo saiba o que acontece no Brasil? Por que não fazer esses controles? Há alegações de que não há recursos por parte das confederações — as olímpicas eu desconsidero, já que elas têm o repasse da Lei Piva, elas poderiam separar 1% desse valor que eles recebem para destinar a campanhas educativas de controle. Algumas confederações iniciam o controle e param de repente."

    Fonte: Correio Brasiliense



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  • quinta-feira, 19 de novembro de 2009

    Dicas para correção no treinamento

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  • Corrigir fundamentos técnicos e táticos é fundamental para um bom desempenho do praticante em qualquer esorte. E é responsabilidade do técnico/professor fazer esse "acerto".

    Algumas dicas para essa hora:

    Uma habilidade por vez Corrija apenas um comportamento ou movimento por vez.
    Pergunte antes de corrigir. Dê-lhes a chance de explicar o que acham que fizeram. Isso os faz sentir-se como uma parte do processo.

    Encontre a causa. A causa para um erro pode ser algo que você não vê. Novamente, pergunte ao atleta o que ele pensa estar fazendo.

    Ofereça instrução construtiva. Evite excesso de “o que não está certo” e concentre-se em “como fazer certo”. Sempre contribua com o atleta; nunca o humilhe.

    Elogie antes de corrigir. Comece com um comentário positivo sobre algo que ele está fazendo corretamente. Agora eles estão atentos a você. Você ganhou sua atenção e confiança. Continue com instrução construtiva. Seja conciso e direto. Lembre-se de enviar outra mensagem de elogio e encorajamento.

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  • quarta-feira, 18 de novembro de 2009

    Treinamento Físico e o profissional

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  • O treinamento físico é a base para o treinamento dos atletas, é através dele que os atletas condicionam seu corpo para a prática esportiva, aumentando força e massa muscular, diminuindo o percentual de gordura, aumentando a flexibilidade, melhorando as capacidades aeróbia e anaeróbia, enfim melhorando seu condicionamento físico geral.

    Aliando diversidade com atualidade, a Dvd Sports lançou esse kit que pode ser muito útil a profissionais que trabalham com esporte e preparação física.


    Trabalhar com um assunto sabendo todas as sua varíaveis é fundamental para um profissional bem atualizado.


    Acesse agora e veja maiores informações.

    Publieditorial
    *Texto fornecido pelo anunciante


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  • terça-feira, 10 de novembro de 2009

    Recompnesar vale a pena em treinamento?

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  • Recompensar atletas nem sempre é tão fácil quanto parece. Será que é certo dar uma recompensa, seja ela qual for, quando um atleta se esforça mais do que o normal ou tem um resultado melhor?

    Abaixo há algumas dicas para recompensar seus atletas:

    Recompense o desempenho e não o resultado.

    Recompense os atletas tanto pelos seus esforços quanto para os resultados desejados.

    Recompense pequenas conquistas na direção do aprendizado de uma nova habilidade.

    Recompense aprendizado e desempenho de habilidades emocionais e sociais desejadas também.

    Recompense freqüentemente, especialmente quando novas habilidades são adquiridas.

    Recompense o mais breve possível quando novas habilidades forem adquiridas.

    Recompense um atleta quando ele merecer.

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  • quinta-feira, 5 de novembro de 2009

    Habilidades de ensino de qualquer esporte

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  • Há dois tipos básicos de habilidades: simples e complexas. Aprender habilidades simples tipicamente requer pouca prática. Entretanto, elas só serão consideradas simples se o atleta puder aprendê-las rapidamente. O que é simples para um atleta pode não ser tão simples para outro.

    Habilidades simples
    Habilidades simples são dominadas mais facilmente pela observação de sua execução. Considera-se em geral que 80% do aprendizado ocorre pela observação. Os métodos básicos de ensinar habilidades simples são imitação e demonstração. Basicamente, os atletas copiam o que você mostra a eles (“Veja isto...Tente”). Se a imitação é precisa, retorno imediato e positivo é uma boa forma de confirmar isso ao atleta. (“Sim, você conseguiu”. Bom trabalho Agora, vamos praticar mais algumas vezes para termos certeza de que você vai se lembrar.”)

    Habilidades complexas
    Habilidades complexas requerem um pouco mais de esforço por parte do técnico. Primeiro aprenda a dividir habilidades complexas em pequenas tarefas para ajudar os atletas a aprenderem a habilidade. Alguns técnicos e educadores chamam isso de política de formação. Como eu divido habilidades complexas em pequenas tarefas? Seu guia específico de treinamento esportivo vai fornecer maiores detalhes e ilustrar progressões de ensino reais.

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