segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Guia completo sobre o Voleibol

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  • O voleibol , voleibol ou voleibol é uma palavra que vem da palavra Inglês voleibol e é um esporte que envolve um confronto entre duas equipes compostas de 6 jogadores, dispostos em um tribunal e separadas por uma rede. O objetivo é que a bola toque o chão do lado oposto, para ganhar pontos.

    O objetivo principal do jogo é que a bola passe pela rede para o lado do time adversário. Esses passes são feitos principalmente com as mãos e os braços, embora outras partes do corpo sejam aceitas de acordo com as regras estabelecidas durante a partida.

    Atualmente, o voleibol possui uma série de variedades amplamente praticadas, como vôlei de praia ou de praia, com equipes compostas por dois jogadores; minivoleibol, jogo com rede mais baixa e quadra mais curta; vôlei sentado, praticado por pessoas com deficiência; e o ecuavóley , versão tocada no Equador e na Colômbia.

    Tendo em vista as diferentes modalidades, será apresentada uma série de variações quanto às medidas da quadra, número de jogadores e, em certos casos, número de sets por jogo.

    Iniciação no Volei - Da escola para o clube, do clube para a seleção

    História

    Segundo registros históricos, o vôlei foi criado em 1895 por William George Morgan, treinador e diretor do Departamento de Educação Física da Christian Youth Association (popularmente conhecida como YMCA), a fim de criar uma alternativa para aliviar o estresse.

    O voleibol surgiu como uma opção entre basquete e tênis. A criação desse esporte também buscou promover a atividade física em diferentes faixas etárias.

    Fundamentos do voleibol

    Um time que deseja competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de seis habilidades básicas, denominadas usualmente sob a rubrica "fundamentos". Elas são: saque, passe, levantamento, ataque, bloqueio e defesa. A cada um destes fundamentos compreende um certo número de habilidades e técnicas que foram introduzidas ao longo da história do voleibol e são hoje consideradas prática comum no esporte.

    Saque ou serviço

    O saque ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrissar na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.

    Existe a denominada área de saque, que é constituída por duas pequenas linhas nas laterais da quadra, o jogador não pode sacar de fora desse limite.

    Um saque que a bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros esportes tais como o tênis.

    No voleibol contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:

    • Saque por baixo ou por cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de alto nível.

    • Jornada nas estrelas: um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições internacionais.

    • Saque com efeito: denominado em inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.

    • Saque flutuante ou saque sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne imprevisível.

    • Viagem ao fundo do mar: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se que este saque já existisse desde a década de 1960, e tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só se tornou popular a partir da segunda metade dos anos 1980.

    • Saque oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da Ásia.

    Passe

    Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.

    O fundamento passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.

    Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".

    Manchete

    É uma técnica de recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance de ser devolvida com o toque.

    É considerada um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola para o atacante.

    Levantamento

    O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.
    A exemplo do passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as regras são mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".

    Também costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando.

    Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de segunda".

    Ataque

    Jogador atacando:

    O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.

    O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:

    • Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.

    • Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".

    • Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la aterrissar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.

    • Largada: refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.

    • Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela, posteriormente, aterrisse em uma área fora de jogo.

    • Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária.

    • Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).

    Bloqueio

    Bloqueio triplo:

    O bloqueio refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.

    Denomina-se "bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".

    Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua própria quadra.

    O bloqueio também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em "simples", "duplo" e "triplo".

    Defesa

    Defesa:

    A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento são:

    • Peixinho: o jogador atira-se no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento sob o próprio abdômen.

    • Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.

    • Martelo: o jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Esta técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete, mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.

    Os sistemas táticos do vôlei

    Sistema tático do voleibol 6×0

    No sistema 6×0, todos os seis jogadores da equipe realizam as funções de ataque, defesa e levantamento — o levantador será quem ocupar a posição 3. Geralmente, esse esquema tático é utilizado em times de vôlei que estão começando a praticar o esporte. Como todos exercem todas as funções, fica mais fácil identificar quais são as especialidades de cada um.

    Sistema tático do voleibol 3×3

    No sistema 3×3, as equipes contam tanto com três levantadores quanto com três atacantes, que se posicionam de forma intercalada. O sucesso desse sistema depende de entrosamento entre os jogadores para que as jogadas possam ser realizadas.

    Sistema tático do voleibol 4×2

    No sistema 4×2, as equipes de vôlei contam com dois levantadores, que ficam posicionados nas diagonais da quadra. Já os outros quatro integrantes da equipe serão atacantes, responsáveis pela pontuação do time.

    Nesse sistema, há sempre um levantador na rede, ao lado de dois atacantes.

    4×2 com infiltração

    Em uma versão mais complexa do sistema 4×2, é usada a infiltração. Nesse caso, o levantador que estiver na rede assumirá a função de atacante, para que o time tenha sempre três opções de ataque na rede.

    Há quem defenda que o sistema tático 4×2 com infiltração seja o melhor do vôlei. Mas poucos times conseguem executá-lo com perfeição, já que é preciso ter dois jogadores quem sejam tão bons no levantamento quanto no ataque.

    Sistema tático 5×1 do voleibol

    Entre todos os sistemas táticos de vôlei, o mais comum é o 5×1. São cinco atacantes e um levantador. Quando o levantador está na rede, a equipe fica com duas opções de ataque. Já se o especialista em levantamento estiver em uma das três posições do fundo de quadra, o time passa a ter três atacantes na rede.

    No voleibol atual, a maior parte das equipes consideradas de alto rendimento utilizam o sistema de jogo 5 x 1. Esta proposta de jogo é baseada na formação que conta com apenas um levantador e cinco atacantes. O alto grau de especialização é a principal característica deste sistema, o que proporciona a equipe uma estrutura mais veloz e precisa no desenrolar do jogo, além de um maior sincronismo nas jogadas ofensivas.

    Desta forma, as equipes que utilizam este sistema geralmente apresentam uma estrutura em que os atletas são classificados como: um levantador, um atacante oposto, dois atacantes de ponta e dois atacantes centrais.

    Principais regras

    As regras do voleibol se desenvolveram ao longo da história, tornando o jogo mais dinâmico ou mesmo mais apreciado para o entretenimento. Portanto, há uma série de regras sobre as jogadas e outros aspectos do esporte. Listamos algumas delas a seguir.

    • Cada equipe deve possuir 6 jogadores em quadra;
    • O árbitro é responsável por sortear a equipe que vai realizar o primeiro saque, antes de iniciar o jogo;
    • Enquanto a equipe que realiza o saque continuar marcando pontos favoráveis, o poder de saque continua com ela;
    • Há um movimento de rotação, no sentido horário, do posicionamento de cada jogador na quadra cada vez que a equipe marca um ponto contra o adversário que estiver com o saque;
    • A partir do momento que a bola é enviada do campo adversário, a equipe pode tocar na bola apenas três vezes para enviá-la de volta ao oponente;
    • Um mesmo jogador não pode tocar a bola duas vezes consecutivas;
    • Dois ou três jogadores podem tocar a bola simultaneamente. Nesses casos, é considerado que a bola foi cada duas ou três vezes, respectivamente;
    • Vence um set a equipe que fizer 25 pontos com a diferença mínima de 2 pontos;
    • Em caso de empate antes de atingir o set (24 x 24), o jogo continua até uma das equipes alcançar a diferença de 2 pontos;
    • No caso de partidas compostas por 5 sets, vence quem vencer 3.

    Há ainda diversas regras do esporte, incluindo outros aspectos que o envolve, como a quadra e o posicionamento dos jogadores. Algumas delas são informações bastante técnicas, como a medida da quadra e a altura da rede.

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  • segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

    Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 8º e 9º ano na Educação Física

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  • Os alunos têm contato com mais professores, o que torna as interações mais complexas e o processo de ensino e aprendizagem mais sistemático. Considerando essas características, a forma de trabalhar a Educação Física precisa ser diferenciada.

    As Unidades Temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 8º e 9º ano são:

    • Esportes: atividades esportivas de rede/parede, de campo e taco, de invasão e de combate.
    • Ginásticas: de condicionamento físico e de conscientização corporal.
    • Danças: modalidades de salão.
    • Lutas: modalidades do mundo.
    • Aventura: práticas corporais de aventura na natureza.

    As Habilidades de Educação Física na BNCC que devem ser trabalhadas são:

    • (EF89EF01): experimentar diferentes papéis (jogador, árbitro e técnico) e fruir os esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.
    • (EF89EF02): praticar um ou mais esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas.
    • (EF89EF03): formular e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de campo e taco, rede/parede, invasão e combate como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica.
    • (EF89EF04): identificar os elementos técnicos ou técnico-táticos individuais, combinações táticas, sistemas de jogo e regras das modalidades esportivas praticadas, bem como diferenciar as modalidades esportivas com base nos critérios da lógica interna das categorias de esporte: rede/parede, campo e taco, invasão e combate.
    • (EF89EF05): identificar as transformações históricas do fenômeno esportivo e discutir alguns de seus problemas (doping, corrupção, violência, etc.) e a forma como as mídias os apresentam.
    • (EF89EF06): verificar locais disponíveis na comunidade para a prática de esportes e das demais práticas corporais tematizadas na escola, propondo e produzindo alternativas para utilizá-los no tempo livre.
    • (EF89EF07): experimentar e fruir um ou mais programas de exercícios físicos, identificando as exigências corporais desses diferentes programas e reconhecendo a importância de uma prática individualizada, adequada às características e necessidades de cada sujeito.
    • (EF89EF08): discutir as transformações históricas dos padrões de desempenho, saúde e beleza, considerando a forma como são apresentados nos diferentes meios (científico, midiático, etc.).
    • (EF89EF09): problematizar a prática excessiva de exercícios físicos e o uso de medicamentos para a ampliação do rendimento ou potencialização das transformações corporais.
    • (EF89EF10): experimentar e fruir um ou mais tipos de ginástica de conscientização corporal, identificando as exigências corporais dos mesmos.
    • (EF89EF11): identificar as diferenças e semelhanças entre a ginástica de conscientização corporal e as de condicionamento físico e discutir como a prática de cada uma dessas manifestações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde, bem-estar e cuidado consigo mesmo.
    • (EF89EF12): experimentar, fruir e recriar danças de salão, valorizando a diversidade cultural e respeitando a tradição dessas culturas.
    • (EF89EF13): planejar e utilizar estratégias para se apropriar dos elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças de salão.
    • (EF89EF14): discutir estereótipos e preconceitos relativos às danças de salão e demais práticas corporais e propor alternativas para sua superação.
    • (EF89EF15): analisar as características (ritmos, gestos, coreografias e músicas) das danças de salão, bem como suas transformações históricas e os grupos de origem.
    • (EF89EF16): experimentar e fruir a execução dos movimentos pertencentes às lutas do mundo, adotando procedimentos de segurança e respeitando o oponente.
    • (EF89EF17): planejar e utilizar estratégias básicas das lutas experimentadas, reconhecendo as suas características técnico-táticas.
    • (EF89EF18): discutir as transformações históricas, o processo de esportivização e a midiatização de uma ou mais lutas, valorizando e respeitando as culturas de origem.
    • (EF89EF19): experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura na natureza, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais, respeitando o patrimônio natural e minimizando os impactos de degradação ambiental.
    • (EF89EF20): identificar riscos, formular estratégias e observar normas de segurança para superar os desafios na realização de práticas corporais de aventura na natureza.
    • (EF89EF21): identificar as características (equipamentos de segurança, instrumentos, indumentária, organização) das práticas corporais de aventura na natureza, bem como suas transformações históricas.
    Para terminar, saiba tudo sobre BNCC na Educação Física com o Curso Desvendando a BNCC na Educação Física.  Esse curso fala nas indicações da Base Nacional (BNCC) para o ensino fundamental na Educação Física. Nele, há aulas sobre as unidades temáticas mostrando cada unidade, suas habilidades e atividades que podem ser usadas em cada ano. Saiba mais clicando aqui!



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  • Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 6º e 7º ano na Educação Física

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  • A partir do 6º ano, os alunos devem ter acesso a um conhecimento mais aprofundado das práticas corporais, realizadas em contextos de lazer e saúde, dentro e fora da escola.

    As Unidades Temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 6º e 7º ano são:

    • Brincadeiras e jogos: jogos eletrônicos.
    • Esportes: atividades esportivas de marca, de precisão, de invasão e técnico-combinatórios.
    • Ginásticas: ginástica de condicionamento físico.
    • Danças: modalidades urbanas.
    • Lutas: modalidades brasileiras.
    • Aventura: práticas corporais de aventura urbanas.

    As Habilidades que devem ser trabalhadas são:

    • (EF67EF01): experimentar e fruir, na escola e fora dela, jogos eletrônicos diversos, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais e etários.
    • (EF67EF02): identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em função dos avanços das tecnologias e nas respectivas exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos.
    • (EF67EF03): experimentar e fruir esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.
    • (EF67EF04): praticar um ou mais esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas e respeitando regras.
    • (EF67EF05): planejar e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica.
    • (EF67EF06): analisar as transformações na organização e na prática dos esportes em suas diferentes manifestações (profissional e comunitário/lazer).
    • (EF67EF07): propor e produzir alternativas para experimentação dos esportes não disponíveis e/ou acessíveis na comunidade e das demais práticas corporais tematizadas na escola.
    • (EF67EF08): experimentar e fruir exercícios físicos que solicitem diferentes capacidades físicas, identificando seus tipos (força, velocidade, resistência, flexibilidade) e as sensações corporais provocadas pela sua prática.
    • (EF67EF09): construir, coletivamente, procedimentos e normas de convívio que viabilizem a participação de todos na prática de exercícios físicos, com o objetivo de promover a saúde.
    • (EF67EF10): diferenciar exercício físico de atividade física e propor alternativas para a prática de exercícios físicos dentro e fora do ambiente escolar.
    • (EF67EF11): experimentar, fruir e recriar danças urbanas, identificando seus elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos).
    • (EF67EF12): planejar e utilizar estratégias para aprender elementos constitutivos das danças urbanas.
    • (EF67EF13): diferenciar as danças urbanas das demais manifestações da dança, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais.
    • (EF67EF14): experimentar, fruir e recriar diferentes lutas do Brasil, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais.
    • (EF67EF15): planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do Brasil, respeitando o colega como oponente.
    • (EF67EF16): identificar as características (códigos, rituais, elementos técnico-táticos, indumentária, materiais, instalações, instituições) das lutas do Brasil.
    • (EF67EF17): problematizar preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá-los, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito.
    • (EF67EF18): experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura urbanas, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais.
    • (EF67EF19): identificar os riscos durante a realização de práticas corporais de aventura urbanas e planejar estratégias para sua superação.
    • (EF67EF20): executar práticas corporais de aventura urbanas, respeitando o patrimônio público e utilizando alternativas para a prática segura em diversos espaços.
    • (EF67EF21): identificar a origem das práticas corporais de aventura e as possibilidades de recriá-las, reconhecendo as características (instrumentos, equipamentos de segurança, indumentária, organização) e seus tipos de práticas.
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  • Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 3º, 4 e 5º ano na Educação Física

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  • A BNCC traz informações e direcionamentos para alinhar o plano de aula de Educação Física. Por isso, é preciso considerar o que deve ser trabalhado para cada ano específico do Ensino Fundamental, com atividades que contemplem unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades exigidas.

    As Unidades temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 3º, 4 e 5º ano são:

    • Brincadeiras e jogos: brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo os de matriz indígena e africana.
    • Esportes: atividades esportivas de campo e taco, de rede/parede e de invasão.
    • Ginásticas: práticas gerais de ginástica.
    • Danças: danças do Brasil e do mundo, incluindo as de matriz indígena e africana.
    • Lutas: do contexto comunitário e regional e de matriz indígena e africana.

    As Habilidades de Educação Física na BNCC que devem ser trabalhadas são:

    • (EF35EF01): experimentar e fruir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e recriá-los, valorizando a importância desse patrimônio histórico cultural.
    • (EF35EF02): planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF03): descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita, audiovisual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana, explicando suas características e a importância desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas.
    • (EF35EF04): recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e demais práticas corporais tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis.
    • (EF35EF05): experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco, rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias individuais e coletivas básicas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo.
    • (EF35EF06): diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as características que os constituem na contemporaneidade e suas manifestações (profissional e comunitária/lazer).
    • (EF35EF07): experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano.
    • (EF35EF08): planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança.
    • (EF35EF09): experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e respeitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem.
    • (EF35EF10): comparar e identificar os elementos constitutivos comuns e diferentes (ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF11): formular e utilizar estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF12): identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou presentes no contexto das danças e demais práticas corporais e discutir alternativas para superá-las.
    • (EF35EF13): experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana.
    • (EF35EF14): planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana experimentadas, respeitando o colega como oponente e as normas de segurança.
    • (EF35EF15): Identificar as características das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana, reconhecendo as diferenças entre lutas e brigas e entre lutas e as demais práticas corporais.
    Para terminar, saiba tudo sobre BNCC na Educação Física com o Curso Desvendando a BNCC na Educação Física.  Esse curso fala nas indicações da Base Nacional (BNCC) para o ensino fundamental na Educação Física. Nele, há aulas sobre as unidades temáticas mostrando cada unidade, suas habilidades e atividades que podem ser usadas em cada ano. Saiba mais clicando aqui!



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  • Unidades temáticas, objetos de conhecimento e Habilidades para 1º e 2º ano na Educação Física

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  • Para alinhar o plano de aula de Educação Física de acordo com a BNCC, é preciso considerar o que deve ser trabalhado para cada ano específico do Ensino Fundamental, com atividades que contemplem unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades exigidas.

    As Unidades Temáticas e os Objetos de Conhecimento para o 1º e 2º ano são:

    • Brincadeiras e jogos: brincadeiras e jogos da cultura popular presentes nos contextos comunitário e regional.
    • Esportes: atividades esportivas de marca e precisão.
    • Ginásticas: práticas corporais de ginástica geral.
    • Danças: danças do contexto comunitário e regional.

    As Habilidades de Educação Física na BNCC que devem ser trabalhadas são:

    • (EF12EF01): experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças individuais de desempenho dos colegas.
    • (EF12EF02): explicar, por meio de múltiplas linguagens (corporal, visual, oral e escrita), as brincadeiras e os jogos populares do contexto comunitário e regional, reconhecendo e valorizando a importância desses jogos e brincadeiras para suas culturas de origem.
    • (EF12EF03): planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos populares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas.
    • (EF12EF04): colaborar na proposição e na produção de alternativas para a prática, em outros momentos e espaços, de brincadeiras e jogos e demais práticas corporais tematizadas na escola, produzindo textos (orais, escritos, audiovisuais) para divulgá-las na escola e na comunidade.
    • (EF12EF05): experimentar e fruir, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo, a prática de esportes de marca e de precisão, identificando os elementos comuns a esses esportes.
    • (EF12EF06): discutir a importância da observação das normas e das regras dos esportes de marca e de precisão para assegurar a integridade própria e as dos demais participantes.
    • (EF12EF07): experimentar, fruir e identificar diferentes elementos básicos da ginástica (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais) e da ginástica geral, de forma individual e em pequenos grupos, adotando procedimentos de segurança.
    • (EF12EF08): planejar e utilizar estratégias para a execução de diferentes elementos básicos da ginástica e da ginástica geral.
    • (EF12EF09): participar da ginástica geral, identificando as potencialidades e os limites do corpo, e respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal.
    • (EF12EF10): descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita e audiovisual), as características dos elementos básicos da ginástica e da ginástica geral, identificando a presença desses elementos em distintas práticas corporais.
    • (EF12EF11): experimentar e fruir diferentes danças do contexto comunitário e regional (rodas cantadas, brincadeiras rítmicas e expressivas), e recriá-las, respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal.
    • (EF12EF12): identificar os elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças do contexto comunitário e regional, valorizando e respeitando as manifestações de diferentes culturas.
    Para terminar, saiba tudo sobre BNCC na Educação Física com o Curso Desvendando a BNCC na Educação Física.  Esse curso fala nas indicações da Base Nacional (BNCC) para o ensino fundamental na Educação Física. Nele, há aulas sobre as unidades temáticas mostrando cada unidade, suas habilidades e atividades que podem ser usadas em cada ano. Saiba mais clicando aqui!


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  • quarta-feira, 30 de novembro de 2022

    Grupos de Educação Física no Telegram

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  • O Telegram é um serviço de mensagens instantâneas baseado na nuvem. O Telegram está disponível para smartphones ou tablets, computadores e também como Aplicação web.

    Os usuários podem fazer chamadas com vídeo, enviar mensagens e trocar fotos, vídeos, autocolantes e arquivos de qualquer tipo

    Temos alguns grupos de Telegram sobre Educação Física.

    Educação fisica Escolar 
    Atividades de Educação Física 
    Jogando que se aprende 
    Esporte Educacional
    Treinamento Funcional 

    Te espero lá!



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  • segunda-feira, 24 de outubro de 2022

    5 benefícios da Educação Física na Educação Infantil

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  • É na Educação Física que as crianças e jovens se desenvolvem físico, social e emocionalmente. Praticar um esporte ou qualquer atividade física é de extrema importância para as pessoas e a escola é o lugar ideal para começar. 

    Nas brincadeiras há uma inter-relação entre linguagem e gesto que evidencia os desejos das crianças de se expressar e de se comunicar. Os seus gestos e objetos se destituem do seu significado determinado, para se tornarem algo ressignificado, conforme a imaginação da criança, que age sobre eles, por meio das suas ações e da capacidade criativa.

    E quais são os benefícios da prática de atividades físicas nessa faixa etária? Vamos a 5 deles:
    • Disciplina

    A prática de esportes e atividades físicas em sim, desde a idade escolar, contribui para compreensão da necessidade de disciplina para viver em sociedade. Desde muito novos aprendem a ter respeito e seguir regras, o que não existe só no jogo, mas na vida.

    • Trabalho em equipe

    As relações sociais promovidas pela disciplina são de extrema importância. O trabalho em equipe promovido através do contato com outras crianças e jovens enriquece as relações e faz com que surjam outros valores como a solidariedade com o outro.

    • Personalidade

    Influencia também na personalidade do jovem e da criança. Desenvolvendo a autoestima, o caráter e a confiança.

    • Desenvolvimento Físico

    Além de estar ligado a fatores sociais e emocionais, a atividade também influencia fisicamente. A prática ajuda a tornar a pessoa mais saudável, livrando do sedentarismo e beneficiando no desenvolvimento físico.

    • Desenvolvimento motor

    A Educação Física, principalmente na idade escolar, ajuda no desenvolvimento de habilidades motoras e no reflexo. Além disso, também melhora a coordenação e na postura corporal, trazendo benefícios para a saúde.


    Tenha PLANOS DE AULAS para aplicação na Educação Física Infantil. O TOP 100 Planos de Aulas Educação Infantil e Fundamental 1  é muito bom. Clique aqui para saber mais!


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  • sexta-feira, 21 de outubro de 2022

    Propriocepção e Treinamento Funcional

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  • Podemos dizer que os sentidos são classificados em cinco: paladar, tato, olfato, audição e visão. Existem, entretanto, sentidos conhecidos por somáticos, que coletam informações sensoriais (dor, temperatura e posicionamento) e enviam ao sistema nervoso central. Estamos, sim, falando da propriocepção, que é o sentido de posicionamento e envolve aspectos estáticos e dinâmicos. O aspecto estático provê a orientação consciente de uma parte do corpo em relação à outra e o aspecto dinâmico envia ao sistema neuromuscular informações sobre a frequência e a direção dos movimentos.

    Apesar de haver várias definições para propriocepção, este termo pode ser resumido como "o sentido das articulações", ou ainda, o processo que permite ao corpo manter estabilidade e orientação enquanto se movimenta. 

    Sempre que criamos propositadamente situações de instabilidade trabalhamos os mecanismos proprioceptivos de maneira voluntária (ex: uso do core board, bola suíça, rolo, rubber bands, extensores, pranchas de equilíbrio etc). Por outro lado, em situações dinâmicas onde a integridade de alguma articulação ou ligamento for colocada em risco, o mecanismo proprioceptivo atuará involuntariamente, através de reflexos inconscientes, de maneira a proteger tal articulação de uma eventual lesão (ex: , quando pisamos num buraco , vários músculos se contraem rapidamente, tentando evitar que o tornozelo seja lesionado). 

    Uma forma de melhorar a propriocepção é utilizar o Treinamento funcional, que é o programa de exercícios planejado para desafiar, ampliar e melhorar a atuação dos mecanismos proprioceptivos e gerar melhor postura e maior equilíbrio.

    Ao contrário dos localizados, os exercícios funcionais solicitam diversos músculos simultaneamente, em cadeias. As sequências incluem exercícios lentos para promover conscientização do movimento e exercícios mais rápidos e bruscos, onde a instabilidade criada externamente provoca respostas inconscientes ou reflexos.

    Os melhores programas de musculação e de ginástica de hoje em dia devem incluir o treinamento funcional em seu planejamento. Na musculação, especificamente, já existem linhas de equipamentos (como o Switching) especialmente desenhados para trabalhar os músculos em cadeias - o equipamento não tem banco, o praticante exercita-se em pé e tem um consumo calórico bem grande.

    Muitos profissionais já estão utilizando essa característica do Treinamento Funcional  para colocar nos tratamentos de reabilitação. Se você quiser saber mais sobre esse assunto, conheça o Ebook Treino Funcional e Reabilitação. Saiba mais clicando aqui!




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  • quarta-feira, 19 de outubro de 2022

    Seja um bom professor de Handebol

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  • O handebol, praticado como elemento educativo no processo de aprendizagem do aluno na escola, interfere diretamente em suas habilidades e também em suas tomadas de decisões durante sua vida. Existe um alcance que este esporte evidencia, explorado entre as outras demais modalidades, que é a interação das habilidades motoras com as cognitivas, para o exercício contínuo dentro e fora da prática esportiva.

    A prática do Handebol permite três movimentos naturais, que são: o correr, o saltar e o arremessar, acontecendo de modo constante. Na escola, esses movimentos fazem parte de uma rotina estabelecida pelo professor  dentro de suas aulas. Assim, cada vez mais a criança é inserida nesta prática esportiva e, por consequência, com uma melhor condição física e com mais possibilidades sociais, no meio em que convive.

    Uma das maneiras de intervenção mais expressiva no que diz respeito a promover a atuação, de forma crítica, do aluno diante da sociedade pode ser o construtivismo. Esta é uma estratégia que valoriza o movimento, por perceber que com a prática de atividades motoras é possível desenvolver a leitura, a escrita, o raciocínio lógico, proporcionar ações interdisciplinares e evidenciar questões culturais.

    O construtivismo é apresentado como uma opção metodológica, que está presente nas diferentes segmentações do contexto escolar, em oposição às propostas mecanicistas. Esta concepção dá ênfase aos aspectos psicomotores, sociais, afetivos e motores.

    Na abordagem construtivista o jogo enquanto conteúdo/estratégia tem papel privilegiado. É considerado o principal modo de ensino-aprendizagem, um instrumento pedagógico, pois enquanto joga e brinca a criança aprende. Sendo que este aprender deve ocorrer num ambiente lúdico e prazeroso para a criança

    Jogar handebol significa (na defesa) fechar a própria área de gol e o gol, e receber a bola (no ataque) tão habilmente, na proximidade do gol adversário, que se crie uma oportunidade favorável de gol que deve ser aproveitada.Então, professor, crie situações de forma lúdica e divertida que os alunos cheguem a esses objetivos.

    Quer aprender a dar aulas de Handebol com segurança? Conheça o curso online  HANDEBOL EDUCACIONAL.  É um conteúdo voltado para potencializar o ensino do Handebol seguindo as idades dos alunos e suas fases de desenvolvimento. Clique aqui e saiba mais!


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  • terça-feira, 18 de outubro de 2022

    Tipos de Ginástica Laboral

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  • Evidências demonstram a importância da Ginástica Laboral na prevenção de doenças ocupacionais, tais como LER/DORT, na redução dos acidentes de trabalho e das faltas, bem como no aumento da produtividade, na diminuição dos gastos com assistência médica e, consequentemente, em um maior retorno financeiro para as empresas

    Existem diversos tipos de ginástica laboral que podem ser aplicados no trabalho. Serve para diversos estilos de trabalho, desde os braçais até os de escritórios. Vamos aos estilos:

    • Ginástica corretiva: O nome propriamente escrito tem o objetivo de corrigir futuros problemas que o empregado poderá ter. Como um trabalhador braçal, ele poderá ter futuros problemas nos braços e costas, a ginástica corretiva irá prevenir futuras lesões.
    • Ginástica compensatória: Essa ginástica serve para quebrar a monotonia do trabalho, como alguns empregos fazem o trabalhador pouco se mover, como de escritório. Assim, o objetivo é fazer o colaborador se mexer e corrigir postura para não ter problemas futuros.
    • Ginástica preparatória: O objetivo desse alongamento é fazer antes da atividade laboral, com o propósito de alongar os músculos que serão utilizados durante a jornada de trabalho. Além disso, esse alongamento ajuda na circulação de sangue e a concentração.
    • Ginástica preventiva: Essa é a que trata de forma diferente em relação com as outras, com o objetivo de melhorar a saúde do colaborador e prevenir futuras lesões, esse alongamento serve para perder peso e ajudar na melhor circulação do sangue, fazendo o funcionário ter melhor saúde, evitando que ele se ausente por diversos problemas, além de aumentar sua autoestima.
    • Ginástica de relaxamento: Por último, a ginástica de relaxamento é usada depois do expediente, tem o objetivo de oxigenar o ar no corpo dos trabalhadores e assim, ter mais descanso e a sensação de relaxamento que é proposto na atividade.

    O objetivo maior da ginástica laboral é melhorar a saúde e evitar lesões dos funcionários devido aos esforços repetitivos e outras doenças ocupacionais. Realizar exercícios físicos, mesmo que de baixa intensidade, no ambiente de trabalho, alivia o estresse e diminui as tensões adquiridas durante o dia. Os alongamentos melhoram a postura e previnem problemas de circulação, além de relaxar as musculaturas do corpo.

    Quer trabalhar com eficiência com um bom caminho para desempenhar um bom trabalho? Tem o caminho para  elaborar um projeto de ginástica laboral de maneira única. Aprenda a implantar Ginástica Laboral em empresas de qualquer porte! Clique aqui e saiba mais!



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  • quarta-feira, 12 de outubro de 2022

    Como fazer abdominal russo e benefícios do exercício

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  • Quer um exercício para o seu core potente? Então, você precisa adicionar o abdominal russo à rotina de treinos. Trata-se de uma variação do abdominal tradicional, mas com a rotação do tronco

    Esse movimento trabalha a região como um todo, mas a ênfase acontece nos oblíquos no músculo serrátil (a "parte" lateral da barriga, sabe?). 

    BENEFÍCIOS 

    Os benefícios do exercício são inúmeros. Ao deixar a musculatura mais fortalecida, alguns movimentos (tanto do dia a dia quanto dos treinos) ficam mais fáceis de fazer. Ainda, você tem uma maior estabilização da coluna e, consequentemente, melhora possíveis dores e incômodos nas costas. 

    A única contraindicação se dá para pessoas com problemas na coluna (como protusão discal ou hérnia de disco). Nesse caso, deve-se ter muito cuidado durante a execução, ou até mesmo evitar o movimento caso você seja iniciante ou não saiba realizar corretamente. Isso porque a rotação errada, para essas pessoas, pode causar lesões nas vértebras. 

    COMO FAZER ABDOMINAL RUSSO

    Assim como todo e qualquer exercício, o principal é manter a contração abdominal rígida, mantendo a respiração correta, fazendo uma flexão de coluna seguindo com uma rotação da mesma.

    Comece de um lado, e depois repetir para o outro. Depois que você estiver familiarizada com o exercício, aí sim pode alternar a rotação para os dois lados. Veja o passo a passo: 

    • Sente-se no chão e estique as pernas, tirando-as do chão;
    • Incline-se ligeiramente para trás para que seu tronco e suas pernas formem um V, contraindo o abdômen;
    • Gire o tronco de um lado para o outro; 
    • Lembre-se de se mover devagar e respirar.


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  • terça-feira, 11 de outubro de 2022

    Como ensinar numa Escolinha de Futebol?

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  • O ensinar no futebol, não é uma simples transmissão de conhecimento ou imitação de gestos, onde o aluno seja apenas um receptor passivo, acrítico, inocente e indefeso de seus fundamentos técnicos.

    Ensinar futebol é uma prática pedagógica, desenvolvida dentro de um processo de ensino-aprendizagem, que leve em conta o sujeito aluno, criando possibilidades para construir esse conhecimento, inserindo e fazendo interagir o que o aluno já sabe, com o novo, ampliando-se assim, sua bagagem cultural e motora.

    A prática do futebol envolve a adaptação e a familiarização de seus fundamentos. É importante que o aluno aprenda a ter o contato com a bola, com o espaço de jogo, na relação com os colegas e adversários e, principalmente, em aspectos da aprendizagem motora, com o objetivo de utilizar as técnicas que envolvem essa modalidade esportiva em determinados momentos do jogo, de forma eficiente.

    E, finalmente, que a relação com os colegas e adversários supere qualquer manifestação de preconceitos.

    O ensinamento de gestos motores são essenciais para a aprendizagem do futebol, mas só a execução do gesto em si não possibilita com que o aluno aprenda a jogar. Talvez o erro de muitos professores é fazer seus alunos repetirem fundamentos de forma impecável, ao invés de proporcionar a execução eficiente do movimento de acordo com a necessidade em que o jogo propõe.

    A aprendizagem dos movimentos não deve ser capaz de serem eficientes e corretos, mas eficazes perante as situações de ataque e defesa encontradas pelo aluno durante o jogo.

    Para professores que querem ATIVIDADES DE FUTEBOL para aulas em escolas e escolinhas, vale a pena conhecer o TOP 100 FUTEBOL ESCOLAR. Clique aqui para saber mais!



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  • sexta-feira, 23 de setembro de 2022

    As melhores Atividades para Educação Física Escolar

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  • A Educação Física é um componente curricular obrigatório para todos os estudantes que estão no ciclo escolar. Isso porque essa disciplina envolve muito mais do que a prática esportiva, pois suas aulas são ministradas de forma integrada à proposta pedagógica da escola.

    Então, para o professor que trabalha na escola precisa de alternativas para suas aulas.

    Na parte prática, eles podem organizar atividades lúdicas ou mais tradicionais, como brincadeiras de rua, jogos alternativos, de quadra ou pré-desportivos.

    O HOT SITE sobre Atividades para Educação Física do Quero Conteúdo vai facilitar a vida do estudante ou do professor que quer diversificar suas aulas.

    Vale lembrar que na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I, a tendência é trabalhar mais a coordenação motora e estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas com atividades lúdicas. Já no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, as aulas de Educação Física visam a promoção de valores e a manutenção do interesse pela prática esportiva.

    Conheça as Atividades para Educação Física!



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  • terça-feira, 9 de agosto de 2022

    A importância da avaliação física

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  • A avaliação física é um importante processo no treinamento esportivo ou na prescrição de exercícios físicos para saúde ou estética. Quanto maior o número de informações que o professor tiver do seu aluno, mais personalizada será a planilha de treinos. O profissional de Educação Física poderá identificar possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de doenças e auxiliar a estabelecer metas para o aluno avaliado a partir da identificação dos déficits apresentados, seja para melhorar o condicionamento físico, o desempenho esportivo e reduzir peso ou percentual de gordura, nunca se esquecendo dos objetivos impostos (e necessários) pelo aluno.

    Por meio da avaliação, o profissional terá parâmetros para identificar a melhor atividade para o aluno e a intensidade e frequência desses exercícios para que se trabalhe dentro da zona de treinamento individual.

    Para que uma avaliação física seja bem feita é necessário utilizar critérios e protocolos bem selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que indiquem, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado.

    Mas não basta apenas uma avaliação física. O correto é que o aluno faça periodicamente a reavaliação, permitindo uma comparação para que o Educador Físico possa acompanhar o progresso do avaliado com precisão, sabendo se houve evolução positiva ou negativa. Com isso, é possível reciclar o programa de treinamento e estabelecer novas metas.

    Vale ressaltar que uma rotina de exercícios eficaz é aquela que é combinada corretamente com a duração e intensidade dos esforços que a atividade exige, levando em consideração as condições e necessidades de cada um diagnosticadas na avaliação. Quando os exercícios são praticados de maneira correta, há menor probabilidade de ocorrer acidentes, lesões ortopédicas, reduz-se o risco de precipitação de acidentes cardiovasculares e outros desgastes indevidos.

    Uma boa avaliação física deve conter:

    ANAMNESE: perguntas para identificar histórico esportivo e pessoal; problemas de saúde; restrições médicas e medicamentos utilizados; e os objetivos do praticante.

    MEDIDAS CIRCUNFERENCIAIS: feitas com uma trena antropométrica, medimos as circunferências de membros superiores, tronco e membros inferiores.

    COMPOSIÇÃO CORPORAL: verificamos o peso e a altura atuais e detectamos o percentual de gordura, peso de gordura, peso de massa muscular, peso ideal e índice de massa corporal (IMC).

    ANÁLISE POSTURAL: através de quatro posições, analisamos e indicamos desvios posturais que podem interferir no treinamento e na vida cotidiana da pessoa, e indicamos exercícios para melhorar a postura do avaliado.

    TESTE DE FLEXIBILIDADE: podemos medir, por meio de testes adimensionais, os níveis de flexibilidade e amplitude articular das principais articulações e alongamento da musculatura.

    TESTES DE FORÇA: utilizamos teste abdominal e de flexões de braços para verificar possíveis pontos de dores que possam limitar a realização correta dos exercícios.

    TESTE CARDIORRESPIRATÓRIO: pode ser feito de maneira direta, através do teste físico, ou de maneira indireta, calculada por fórmulas. Determinamos a frequência cardíaca máxima e todos os limites de treinamento, além de verificar a pressão arterial durante o esforço e o nível de esforço muscular de membros inferiores.

    OS RESULTADOS SÃO PERCEBIDOS QUANDO COMPARAMOS A AVALIAÇÃO FÍSICA DO INÍCIO DO TREINAMENTO COM A AVALIAÇÃO APÓS UM TEMPO DETERMINADO.

    A AVALIAÇÀO FÍSICA É SINÔNIMO DE SEGURANÇA E BONS RESULTADOS.


    por Guilherme Bareta Belchior


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  • terça-feira, 2 de agosto de 2022

    Principais características do Minivoleibol

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    O mini-voleibol é caracterizado como um método de trabalho que se preocupa com a fase em que a criança se encontra, evitando assim as especializações precoces. Torna-se fundamental que seja desenvolvido nos jovens praticantes do voleibol o gosto pelo jogo, desta forma, se jogará com mais prazer e maior desempenho.

    Trabalhe com Mini Voleibol - O Guia Essencial para Ensinar Voleibol de Forma Simplificada e Eficiente! Por R$ 17,00. Clique aqui agora!


    O minivoleibol preconiza que o aprendizado deve acontecer através das diversas manifestações do jogo. A partir deste, o professor deverá ir corrigindo a execução dos fundamentos. Além desta, as principais características do minivoleibol são:

    Caráter lúdico/recreativo das aulas.
    Possibilidade do envolvimento de um grande número de alunos na aula.
    Turmas mistas.
    Altura da rede adaptável ao desenvolvimento das crianças.
    Tamanho da quadra ajustada ao espaço disponível.
    Bolas menores e mais leves.
    Número de jogadores variado.
    Regras elementares e flexíveis.
    Bola em jogo por um maior tempo.

    O mini-voleibol é caracterizado como um método de trabalho que se preocupa com a fase em que a criança se encontra, evitando assim as especializações precoces. Torna-se fundamental que seja desenvolvido nos jovens praticantes do voleibol o gosto pelo jogo, desta forma, se jogará com mais prazer e maior desempenho.

    Para o professor que trabalha com iniciação de Voleibol, é essencial usar essa metodologia em suas aulas. Se quiser saber mais sobre esse método  para estudá-lo para aplicar nas suas aulas rapidamente, recomendo o curso de Mini Voleibol do Esporte Educacional.  É um guia bem legal de aplicação e que você consegue várias informações bacanas sobre o método.



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  • segunda-feira, 25 de julho de 2022

    A importância do descanso no Futebol

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  • Esse tema surgiu em uma discussão no Twitter. A pessoa que me perguntou, disse que não entendia porque jogador de futebol reclama que tem que jogar de três em três dias enquanto maratonista corria uma maratona nesse mesmo intervalo. Embora eu tenha pedido pra ele ler sobre sistema energético para poder entender o porque o descanso (e no caso do futebol preconiza-se 72 h) é tão primordial para a recuperação dos atletas de futebol. Se você quiser se aprofundar mais sobre o assunto, vai ter que ler sobre Ciclo de Krebs, ATP,  sistema anaeróbio alático, sistema anaeróbio lático, glicólise e a fosforilação oxidativa. Mas vamos a um resumo para se entender o porque a fadiga tem que ser evitada a todo custo para a boa performace do jogador de futebol profissional.

    ATP-CP ou Fosfagênio - Energia imediata

    Após a depleção do ATP o fornecimento de energia será atendido pelo sistema anaeróbico alático (sem acúmulo de ácido lático, inibidor da contração muscular), utilizando a CP (creatina fosfato) para a ressíntese do ATP. A CP é semelhante ao ATP por também possuir uma ligação de alta energia no grupo fosfato, representando a fonte de energia mais rápida a ser usada pela musculatura, por não depender de muitas reações químicas. A depleção dos estoques intramusculares de Fosfagênio ocorrerá após aproximadamente 10 segundos de exercício extenuante (> 100% do VO2 máx). Este sistema energético predomina em modalidades como 100 m rasos e piques no futebol.
    Cada quilograma de músculo esquelético contém de 3 a 8 mmol de ATP e quatro a cinco vezes mais de CP. (Mcardle, Katch F. e Katck V.)

    Glicólise Anaeróbia (Ácido Lático)- Energia a curto prazo

    A depleção do Fosfagênio fará com que se faça o uso do sistema anaeróbio lático (com acúmulo de ácido lático), para a ressíntese do ATP. A Glicólise Anaeróbia provoca a quebra incompleta do carboidrato em glicose, podendo ser usado desta forma imediatamente ou armazenado no músculo e no fígado como glicogênio, para uso subseqüente. Quanto maior for a quantidade de glicogênio estocado, maior será a capacidade de resistir a exercícios de alta intensidade. O acúmulo de ácido lático causará a fadiga muscular, sendo necessário a utilização de oxigênio para fazer a remoção do lactato sanguíneo e conseqüente redução da intensidade do exercício. O fornecimento de energia através da Glicólise anaeróbia cessará após cerca de 1,5 ou 2 minutos de esforço intenso (entre 85 a 100% do VO2 máx.). O sistema glicolítico predomina em modalidades como 400m rasos no atletismo e 100m na natação.

    Sistema Aeróbio - Energia a longo prazo

    Com o fim da utilização predominante do metabolismo glicolítico (anaeróbio) - que acontece pelo acúmulo de ácido lático e não apenas pela depleção de carboidratos (glicogênio) - só o sistema aeróbio (dependente de O²) será capaz de fornecer o ATP necessário para exercícios de longa duração, já que o ácido lático sanguíneo não alcança níveis muito altos em ritmo estável (steady-state).
    A partir dos 20 ou 30 minutos de exercício contínuo, o fornecimento de energia passa a ser feito também pelos ácidos graxos (gordura), começando então a queima de gordura propriamente dita. Essa demora é devida ao grande número de reações químicas que ocorrem durante o exercício aeróbio.

    O ATP-CP e a Glicólise anaeróbia também participam no exercício de longa duração, porém só no início do exercício, onde se contrai um débito de oxigênio, antes de se alcançar um novo steady-state. Ao se elevar a intensidade do exercício, os fosfatos de alta energia e a glicólise anaeróbica entram em ação novamente. Os sprints dos maratonistas de elite no fim das provas explicam a reutilização do sistema glicolítico.

    Em casos extremos de provas de resistência (dias de corrida), as proteínas podem exercer papel significativo na produção de energia, mas precisam primeiro ser transformadas em aminoácidos para serem absorvidas mais facilmente pelo organismo.

    O futebol não é uma atividade que mantenha o corpo do atleta o tempo todo num mesmo sistema energético o tempo todo, diferente de uma maratona, que o aqtleta mantém quase o mesmo ritmo durante o tempo todo. Os piques, as corridas mais longas ou as mais curtas, utiliza os diferentes sistemas energéticos. O atleta de futebol está sempre querendo ultrapassar os limites pré estabelecidos pelo corpo e faz com que os sistemas energéticos trabalhem sempre acima do limite.

    A fadiga está diretamente relacionada a um desajuste entre a velocidade em que o músculo utiliza a ATP e a velocidade com que ela pode ser suprida. Nem todo pique que um jogador de futebol dá, tem energia suficiente. Os mecanismos de fadiga muscular reduzem a velocidade de utilização de ATP mais rapidamente que a velocidade de geração de ATP para preservar a concentração de ATP e a homeostasia celular. Em si, a fadiga é simplesmente uma incapacidade de manutenção de produção de potência ou de força durante contrações musculares repetidas.O exercício de alta intensidade e de curta duração ou o exercício sub-máximo prolongado podem acarretar o declínio da produção de força muscular. Essa diminuição de produção de força muscular é conhecida como fadiga. Especificamente, a fadiga muscular é conhecida como redução da produção da força máxima do músculo e caracterizada pela capacidade reduzida de realizar um determinado trabalho muscular. A causa da fadiga muscular varia e depende do tipo de exercício realizado. Sabe-se ainda que a fadiga muscular será menor em indivíduos altamente treinados, devido a adaptação muscular, que favorece melhores rendimentos, mas também porque o processo de treinamento físico melhora as funções musculares. Desta maneira, ocorrerá uma diminuição na tendência do indivíduo em desenvolver a fadiga.

    É por isso que há toda uma preocupação com treinos regenerativos. Quanto melhor for feita essa regeneração, mais rápido o jogador de futebol estará pronto para a próxima partida. Se não for um trabalho bem feito, haverá uma tendência a ter lesões musculares, articulares e cansaço cada vez mais frequente.

    Esse artigo não tem a intenção de dar uma aula de fisiologia do exercício e sei que tem muitos "poréns", inclusive se for falar de desequilíbrios celulares que podem provocar e acelerar o processo de fadiga muscular.

    Para quem quiser se aprofundar no assunto, estude sobre a formação da fadiga muscular e como os sistemas energéticos podem atuar no desequilíbrio celular.

    Publicado em 05/11/12 e revisado em 26/04/2020

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  • terça-feira, 19 de julho de 2022

    Como desenvolver o Handebol através do lúdico?

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  • O esporte é uma forma dos jovens desenvolverem várias habilidades. Além das capacidades físicas, a prática esportiva torna possível que a criança aprenda a respeitar a diversidade ao seu redor e construa soluções coletivas, tanto no ambiente escolar quanto fora dele.




    Para ensinar qualquer esporte, ainda mais o HANDEBOL, as brincadeiras precisam ser incorporadas nas aulas. As crianças aprendem mais facilmente, motivadas e interessadas nas atividades.

    Os conteúdos específicos do handebol podem ser classificados em: progressões, fundamentos, táticas individuais ofensivas, táticas individuais defensivas, táticas coletivas ofensivas, táticas coletivas defensivas, os postos específicos ofensivos e os postos específicos defensivos.

    Através de brincadeiras e jogos adaptados podemos cumprir cada objetivo desses conteúdos.

    Exemplo de atividade para iniciar o desenvolvimento de fundamentos técnicos através de atividades lúdicas.
    Duração: 50 min
    Material: bolas, cones, corda grande, arcos
    Faixa Etária: 10 a 12 anos

    Aquecimento: gol ambulante: os alunos dispostos em duas equipes, sendo que cada equipe deverá eleger o seu goleiro que ficará andando ao redor da quadra (por cima das linhas do handebol ou outras) com um arco nas mãos (elevado). 

    As equipes deverão trocar passes e tentarão chegar até o seu arco para fazer um gol (jogando a bola através do arco). A outra equipe logicamente não deixará isto acontecer e vai tentar interceptar a bola e começar tudo de novo. Poderão ser colocadas duas bolas. (10 min)

    Parte principal: 

    1. Atividade com grupos de 5 alunos, onde 3 estarão passando a bola entre si enquanto dois serão os "bobinhos", ao tocar na bola , troca o aluno que errou o passe (passes parabólicos por cima dos defensores não serão válidos).
    2. Dois a dois com uma das mãos dadas, os alunos deverão driblar cada um a sua bola, e tentar fazer o colega perder a bola puxando-o ou empurrando-o.
    3. Dois a dois com duas bolas deverão atravessar a quadra passando uma das bolas com as mãos e outra no chão sendo passada com os pés.
    4. Os alunos divididos em dois grupos que ficarão dispostos atrás das linhas de nove metros (um em cada). Cada aluno deverá ter uma bola, e no centro ficará uma bola de medicine ball de 3 kg. Através de arremessos terão que acertar a medicine e fazer com que ela role atravessando uma determinada linha (a ser escolhida pelo professor).

    A outra equipe pode também impedir que a bola role através dos seus arremessos, e cada vez que alguma equipe conseguir fará um ponto.

    Parte final: Alunos sentados em posições diversas de alongamento e o professor fará um comentário sobre um aspecto do histórico do handebol. Por exemplo: Um dos motivos pelos quais o handebol surgiu foi o fato do prof. alemão Max Reiser criar uma atividade recreativa para as operárias da fábrica da Siemens na Alemanha. Refletir sobre a preocupação com o lazer dos operários já naquela época, coisa que no Brasil começou recentemente.

    Finalizando...

    Para crianças, as atividades esportivas devem ter um caráter recreativo e lúdico. Isso é fundamental para que elas se sintam mais atraídas pela prática da atividade física, acompanhando as ações propostas.

    Como consequência, a criança se diverte, desenvolve sua motricidade, passa a ter um melhor contato com as atividades recreativas e cria gosto pelo esporte.


    Domine o Handebol na Educação, potencialize o aprendizado dos alunos mesmo que você nunca tenha trabalhado com Handebol. Clique aqui para saber mais.



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  • segunda-feira, 18 de julho de 2022

    Dicas para o treinador de Voleibol melhorar sua comunicação

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  • Para aprimorar a comunicação,  os treinadores devem reconhecer que os atletas são uma das fontes mais importantes de aprendizagem e desenvolvimento da capacidade instrucional do treinador. São os atletas que fazem o treinador, propiciam a experiência e lhe dão a matéria para refletir e aperfeiçoar a sua prática.


    image.png

    A melhoria da capacidade instrucional o resultado de um esforço individual, de atualização de conhecimentos, de preparação cuidadosa, de monitoração e de reflexão sobre o treino e a competição, mas o treinador ficará sempre limitado se permanecer fechado em si próprio
    • transmita as razões pelas quais espera (ou não espera) certos comportamentos de seus atletas;
    • use um estilo de comunicação que seja mais adequado com sua personalidade e sua metodologia de ensino. Não tente copiar o estilo de comunicação de outro professor apenas porque ele se comunica bem;
    • aprenda a se tornar mais empático, colocando-se no lugar de seus atletas. Demonstre preocupação por eles e procure entendê-los;
    • comunique-se de forma positiva, o que inclui o uso de elogios, encorajamento, apoio e reforço positivo;
    • sempre retribua o cumprimento dos atletas;
    • seja consistente ao administrar disciplina;
    • seja sincero e coerente;
    • fale de maneira clara e objetiva: a) organizando suas idéias antes de falar com os atletas; b) explicando tudo detalhadamente, mas sem fazer monólogos longos e cansativos; e c) usando uma linguagem que os jogadores compreendam;
    • diga em alto e bom tom e repita suas recomendações;
    • escute atenta e ativamente os atletas;
    • lembre-se de não julgar um orador pela aparência ou reputação;
    • "escute com seus olhos", observando a linguagem do corpo;
    • demonstre respeito e consideração;
    • formule perguntas para estimular os atletas a expressarem suas idéias e sentimentos;
    • crie condições favoráveis para que o atleta sinta-se à vontade na sua presença e para que a comunicação flua livremente.

    A comunicação eficiente fortalece a parceria entre o treinador e seus comandados, de modo que fica mais fácil para todos executarem as tarefas e comportamentos esperados, uma vez que eles sabem exatamente quais são as orientações do seu técnico.

    Em suma, ser parceiro do seu time é saber compreender as diferentes experiências e necessidades entre os jogadores e a comissão técnica, desenvolvendo um trabalho que envolva todos na busca da satisfação coletiva em detrimento do crescimento individual.

    O ebook Trabalhe com Voleibol Educacional vai ensinar com conteúdos específicos para que o professor aprenda a dar aulas de Voleibol com segurança e eficácia. Clique aqui e saiba mais!




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  • Jogos e Brincadeiras Recreativas são essenciais para crianças

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  • A recreação dirigida foi vista como uma estratégia educativa essencial para promover, sutilmente, o controle social. Nesse processo, foi amplamente difundida a ideia de que a recreação poderia preencher, racionalmente, o tempo vago ou ocioso com atividades consideradas úteis e saudáveis do ponto de vista físico, higiênico, moral e social.

    Com isto, a recreação foi considerada essencial para a formação de valores, hábitos e atitudes a serem consolidados, moralmente válidos e educativamente úteis para o progresso das sociedades modernas. 

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    Muitos programas de recreação visavam preencher as horas vagas das crianças, jovens, adultos e idosos, colaborando com a constituição de corpos disciplinados, obedientes, aptos, produtivos e vigorosos. Nessa perspectiva a recreação, em muitas ocasiões, acaba sendo usada como estratégia para esquecer os problemas gerados pela lógica excludente que impera nas realidades latino-americanas.

    Jogos e brincadeiras recreativas são essenciais para a formação de todas as crianças. Expor o lúdico e ensinar por meio de alternativas divertidas e autênticas colaboram no desenvolvimento dos pequenos e contribuem para um crescimento intelectual e corporal sadio.

    São atividades lúdicas que cumprem a importante função de desenvolver diversas habilidades: motoras, sociais, emocionais, etc.

    O ato de jogar ou de brincar faz com que as pessoas que participam exercitem sua criatividade e a imaginação para a resolução das tarefas propostas.

    É através das brincadeiras que as crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo que está ao seu redor.

    O professor trabalha com muitos materiais acessórios. Esses materiais ajudam a desenvolver aspectos psicomotores muito importantes para o melhor aprendizado dos alunos.  Além do mais, trazem uma motivação e participação maior nas aulas.  Não seria ideal ter atividades demonstradas que introduzem materiais como bolas, bolinhas, bambolês em atividades práticas?

    Esse combo com 400 atividades de Recreação e Psicomotricidade para aplicação imediata em aulas de Educação Física ou Recreação em qualquer lugar. Clique aqui e saiba mais!




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