quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Características do atleta de alto rendimento

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  • -Conhece perfeita e claramente suas ações e como elas contribuem para seu êxito;

    -Sabe exercitar a vontade;

    -Concentra-se por completo em si mesmo;

    -Plenamente responsável;

    -Faz esforços conscientes

    -Está sempre concentrado e mentalmente alerta;

    -Reluta em dizer que seu êxito é pura sorte;

    -É um individuo positivo, porém realista;

    -É capaz de controlar suas ações;

    -Consegue ficar calmo e relaxado;

    -Confia em si mesmo;

    -Está sempre com muita energia e preparado para ação;

    -Possuiu determinação;



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  • segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

    Principios do treinamento desportivo

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  • Individualidade Biológica
    : a aplicação de cargas de treinamento respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo é uma regra. Encontramos atletas que recebem a mesma sobrecarga de trabalho e reagem, sofrem adaptações, completamente diferentes. Neste caso, até as recuperações são diferentes. Para atletas jovens, é importante considerar as fases de crescimento e desenvolvimento em que se encontram. Para todos, o estilo de vida também conta;


  • Sobrecarga: o primeiro passo para acertarmos na determinação da sobrecarga são os testes de avaliação. Eles nos indicam em que patamar de forma o atleta se encontra e como poderemos estabelecer o volume e a intensidade da sobrecarga aplicada. Conforme os objetivos do atleta e seu nível de forma, devemos programar as cargas quanto aos aspectos de qualidade (intensidade) e quantidade (volume) de forma gradual e crescente;


  • Densidade: em todo treinamento existem dois parâmetros - a carga ou estímulo e a pausa ou recuperação. Como já mencionado, a carga produz um desajuste dos sistemas e durante a recuperação, por meio da reação do organismo, ocorre a adaptação e supercompensação. Essa recuperação demanda um tempo de repouso, ou diminuição da carga, para produzir todos os efeitos regenerativos e supercompensatórios. Essa relação temporal entre a aplicação da carga e a recuperação denomina-se densidade. A correta utilização dessa relação determina a eficácia do treinamento.


  • Especificidade: outra regra bastante clara: se aplicarmos cargas de resistência, o atleta melhora a resistência. Neste caso, considerando as características próprias do esporte trabalhado, o planejamento deve conter elementos específicos (objetivos, métodos, meios, etc) para desenvolvimento das capacidades deste esporte;


  • Reversibilidade: a interrupção do processo de treinamento provoca reversão dos efeitos obtidos ao longo do tempo. Essa perda apresenta um ritmo mais rápido para os treinamentos baseados em resistência e resistência de força, e mais lento para os treinamentos baseados em força explosiva e força máxima.


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  • quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

    Um grande natal para você e sua família

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  • Estamos sempre online para trazer o melhor conteúdo e informação para vocês, nossos leitores.  Desejamos então um ótimo Natal, com toda a paz, amor, felicidade e saúde que você merece.

    A Chakalat.net continuará trabalhando para trazer fatos e informações sobre o seu assunto favorito.

    Muita paz e amor!!!


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  • quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

    Treinamento Físico e Futebol

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  • Futebol peneira: aprenda como se preparar para os testes e passar ...

    O futebol é um dos esportes mais populares do mundo, praticado, segundo o boletim da Fédération Internationale de Football Association – FIFA, por mais de 60.000.000 de pessoas em mais de 150 países (Cohen et al., 1997). É o esporte mais difundido na maioria dos países, especialmente nos latino-americanos e europeus (Raymundo et al., 2005).

    O desempenho no futebol depende de inúmeros aspectos, entre eles: técnico, biomecânico, mental, tático e físico. Com isso, um sistema de treinamento adequado baseado na ciência e na fisiologia do esporte faz com que atletas possam alcançar de maneira eficaz o mais alto rendimento esportivo (Stolen et al., 2005). Entretanto, pela complexidade do esporte não se sabe ao certo a importância relativa de cada uma dessas variáveis (Rosch et al., 2000).

    Atualmente as diferenças de nível competitivo são expressas ao nível da velocidade de jogo, justeza no passe e recepção, quantidade e qualidade de remates, capacidade de exploração do terreno de jogo, etc., bem como fatores de índole psíquico-afetiva que diferenciam o potencial competitivo dos vários tipos de jogador. No entanto, hoje podemos verificar que as diferenças das metodologias de treino entre as várias equipes dos diferentes escalões competitivos são cada vez menos nítidas (Santos, 1999).

    Estudos que visam à melhora do rendimento no futebol têm focado os fatores táticos, técnicos e principalmente físicos. Dos aspectos relacionados ao rendimento físico há um interesse maior nas variáveis força, velocidade e resistência (Helgerud et al., 2001).

    Além disso, a grande evolução médico-tecnológica ocorrida nas últimas décadas teve grande impacto no esporte, com um importante avanço na preparação física e no conseqüente desempenho máximo (Raymundo et al., 2005). Logo, o grau de desenvolvimento das capacidades físicas do atleta é fator determinante do seu nível desportivo (Balikian et al., 2002).

    Cada vez mais no futebol utiliza-se o auxílio da tecnologia para se melhorar o desempenho dos atletas. Entre as variáveis físicas envolvidas nesse esporte destaca-se o consumo máximo de oxigênio (VO2máx), por ser um índice relevante na predição de condição aeróbia, além de servir como parâmetro para prescrição de treinamento.

    Esse quadro transformou o estilo do futebol, com a substituição da ênfase na técnica (futebol-arte) pelos componentes físicos (futebol-força) e táticos. O futebol atual exige capacidade anaeróbia (especialmente velocidade e explosão muscular) para as ações de jogo e resistência aeróbia para os curtos períodos de recuperação entre as ações nas partidas (Raymundo et al., 2005).

    Com o alto nível de demanda física durante os jogos, os atletas de futebol devem se adaptar cada vez mais a intensidades elevadas nas partidas. Logo, o desenvolvimento de boa capacidade aeróbica, anaeróbica, força, velocidade e coordenação neuromuscular tornam-se imprescindíveis. Portanto, uma boa avaliação dessas variáveis torna-se necessário sob esse prisma (Metaxas et al., 2005).

    Parece ser fato que para apresentação de um bom padrão de condição aeróbia seja necessário adequado nível de consumo máximo de oxigênio, limiar anaeróbio e economia de trabalho (Metaxas et al., 2005). Logo, o consumo máximo de oxigênio parece ser bastante relevante somado a essas outras variáveis. Além disso, estudos têm revelado correlação entre consumo máximo de oxigênio e distância percorrida pelos atletas nas partidas (Helgerud et al., 2001).

    Apesar da vasta literatura a respeito das características fisiológicas de desportistas de diferentes modalidades, poucos trabalhos analisaram a influência de diferentes funções táticas sobre as características fisiológicas de futebolistas.

    Retirado de http://www.areadetreino.com.br/?p=531

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  • quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

    Treinamento em golfe

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  • Quando vier ao treinamento da aptidão para seu jogo de golfe que é o mais importante: flexibilidade, força, ou poder? Os advogados da flexibilidade forçam a importância de poder balanç um clube através de uma série completa do movimento completamente uninhibited de limitações físicas. Os advogados do treinamento da força reivindicam que o músculo de construção o permitirá de bater mais distante sua movimentação. Os suportes do treinamento do poder afirmam que desenvolver e utilizar exercícios baseados poder podem beneficiar movimentações e tiros do fairway. Quem deve você acreditar? A flexibilidade joga um papel maior em seu jogo de golfe? Ou deve você fazer a força que treina a base de seu programa do exercício?

    A resposta é que você deve se centrar sobre todos os três aspectos ao treinar para o golfe. Os exercícios e os estiramentos para cada área podem ser personalizados para todo o jogador de golfe. A chave é incorporar a flexibilidade, a força, e o poder em seu programa de aptidão do golfe. Empregando uma variedade de exercícios e estiramentos você pode treinar seu corpo e seu jogo com um regime well-rounded da aptidão.

    A flexibilidade, a força, e o poder não estão isolados na natureza quando você bate a esfera de golfe. Com treinamento da aptidão sob sua correia, estas três áreas trabalham junto para navegar sua movimentação para o verde. Cada jogador de golfe tem necessidades diferentes quando vem a um programa de aptidão. Por exemplo, você tem o ritmo interrompido ou um teste padrão quebrado do balanço? Isto é comum e pode ser um resultado de bater o tiro com apenas seus braços e de não mover seus quadris. Esta falha pode ser reparada pelos exercícios que usam uma esfera de medicina. A flexibilidade em seus quadris e a força em seus músculos do núcleo precisam de ser endereçadas.

    Há uns exercícios que envolvem a flexibilidade, a força, e o poder que pode reparar quase cada falha em seu jogo de golfe. Centrando-se sobre a aptidão para o golfe, você pode usar os exercícios e os estiramentos que pode ser feito de seu próprio repouso com ou sem equipamento da aptidão e em uma ginástica. Os exercícios e os estiramentos precisam de alvejar áreas específicas para a melhoria. Seu jogo de golfe lucrará com uma planta da aptidão que seja específico do golfe, mas integra ao mesmo tempo a flexibilidade, a força, e o poder.

    Fonte



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  • quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

    Ofertas para o seu Natal

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  • O Submarino guardou grandes produtos e esperou o momento certo para revelar todos para você. E agora, chegou a hora de você desvendar essas ofertas secretas e antecipar as compras de Natal. 

    São vários produtos em condições especiais. Navegue pelas categorias do site e encontre preços imbatíveis para suas compras de fim de ano. Mas não perca tempo. 

    Assim que esses segredos forem revelados, todo mundo vai correr para aproveitar.

    E você vai perder?  Aproveite as ofertas para o Natal e não deixe para o último momento.


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  • terça-feira, 1 de dezembro de 2009

    Especialização precoce nos esportes

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  • As atividades esportivas podem contribuir para um desenvolvimento bio-psicosocial harmonioso da criança e do adolescente nos diferentes períodos etários. Tal fato indica a necessidade de se estudar como as crianças estão sendo iniciadas, bem como se a forma utilizada é correta e coerente com suas condições, características e necessidades, correspondendo ou não ao seu estágio de desenvolvimento.
    A ciência do esporte tem procurado determinar a faixa etária mais adequada para se iniciar um processo de treinamento esportivo específico ou de uma única modalidade, assim como os subsídios para a elaboração de programas adequados para crianças e adolescentes que praticam o esporte de rendimento. As idades em que os jovens atletas começam o treinamento específico e a competição de forma regular variam de acordo com as tradições existentes em cada país, assim como a modalidade esportiva considerada.

    Alguns pesquisadores consideram a faixa etária de 12-14 anos como a mais indicada para que a criança comece a participar do treinamento de uma modalidade específica, assim como, de eventos competitivos. De acordo com Roberts (1980) e Roberts & Treasure (1992), a criança até os 12 anos não deve participar de atividades esportivas específicas e de competições formais, por não possuir maturidade suficiente para compreender e assimilar tudo o que está envolvido em um processo competitivo.

    A questão da especialização esportiva é complexa porque envolve além dos aspectos biológicos e ambientais, aspectos sócioculturais. Incluídos neste contexto estão representantes de vários segmentos da sociedade, como dirigentes, técnicos, professores e pais, os quais, em algumas situações de treinamento, esperam “resultados imediatistas”, através de uma boa atuação e resultados esportivos de seus jovens atletas em jogos e competições. Uma especialização esportiva precoce, dependendo da forma como é conduzida, poderia provocar a perda da perspectiva de melhores resultados na idade adulta, mesmo com bons resultados em competições infantis e juvenis.


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  • sábado, 28 de novembro de 2009

    Evolução da Preparação Física e Fisioterapia Esportiva no Brasil

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  • O melhor é ir para o Brasil 
     
    Preparação física e fisioterapia esportiva vêm evoluindo e cada vez mais atletas querem se tratar aqui

    Já virou uma rotina no mundo do futebol. Quando um jogador brasileiro, em qualquer parte do mundo, se machuca, dificilmente não pede para o seu clube liberá-lo para voltar ao Brasil e se tratar por aqui. Porém, quem imagina que essa solicitação é apenas para poder ficar perto dos amigos e dos familiares enquanto se recupera, está muito enganado. Acontece que a fisioterapia e a preparação física brasileiras estão entre as melhores do mundo. Talvez até mesmo sejam as melhores.

    O que se costuma dizer, até mesmo em faculdades, é que o diferencial brasileiro está na mistura de estilos entre o europeu (que baseia a sua fisioterapia na técnica) e o americano (que baseia sua fisioterapia em aparelhos). Mas, na realidade, o avanço de nossas técnicas está além da combinação de estilos. A qualidade da maioria dos clubes brasileiros é fruto de um trabalho conjunto entre médicos, fisioterapeutas e preparadores físicos, como explicou o fisioterapeuta do Flamengo, Gláucio.    

    "Nós escutamos muitas coisas. Realmente, os americanos gostam muito de utilizar aparelhos, e, aqui, no Brasil, temos a tendência de adequar a melhor forma de acordo com o paciente, e não de generalizar. Misturamos a técnica e os aparelhos e trabalhamos em conjunto com os médicos e com a preparação física. Isso é algo muito importante. Não sei se somos os melhores porque nunca trabalhei na Europa, mas, realmente, é algo comum os jogadores voltarem para se tratar aqui no Brasil", disse o fisioterapeuta rubro-negro.

    O preparador físico Ronaldo Torres, que além de ter trabalhado nos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro teve uma grande passagem por clubes no Japão e no Oriente Médio, disse que o segredo do sucesso da recuperação em clubes brasileiros é o trabalho em conjunto de todo o departamento médico, algo que pouco se vê fora do Brasil.

    "O grande segredo dos clubes brasileiros é que nós não temos a vaidade e trabalhamos em conjunto. Ao mesmo tempo em que um atleta está se tratando clinicamente, continuamos o preparando fisicamente. Pode reparar que, em alguns clubes, como o Flamengo, por exemplo, uma recuperação de atleta que demoraria seis meses, demora apenas quatro. Graças a Deus, tive a sorte de sempre trabalhar com bons profissionais no Brasil. Lá no Japão e no Oriente Médio, eles tratavam os atletas como se trata os sedentários, e isso não pode acontecer. Tive que implantar um novo sistema por lá", disse Ronaldo Torres.

    O meia do Vasco Carlos Alberto, que já atuou no Porto, de Portugal, e no Werder Bremem, da Alemanha, contou que no Brasil o trabalho é maior e mais qualificado, principalmente porque dura a temporada inteira.

    "Aqui, a gente treina mais. Lá na Europa, a gente joga três competições ao mesmo tempo e o treinamento não é tão forte. O puxado lá é a pré-temporada, mas eles exageram. Já fiz coisas difíceis de imaginar, como subir uma montanha. Podemos não ter aqui os mesmos recursos que lá, mas os profissionais brasileiros são os melhores", completou Carlos Alberto.

    Fonte

    Você já visitou o blog Esporte com Saúde hoje? E o de Fisioterapia Ortopédica?



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  • terça-feira, 24 de novembro de 2009

    Exercícios para aquecimento no tênis

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  • Exemplo de exercícios para aquecimento - em todos os exercícios, a posição deve ser mantida sem insistências, nem movimentos rápidos (balísticos). A posição extrema deve ser atingida sem dor (não forçamos tanto como quando treinamos a flexibilidade). Cada posição mantém-se por cerca de 30 a 40". Os exercícios dinâmicos também devem ser executados a uma velocidade reduzida. Na maioria dos exercícios, a posição é mantida à custa da contracção dos grupos musuculares antagonistas (em relação aos que pretendemos estirar).

    -

    1. Flexão do Tronco à frente;
    2. Hiper-extensão do Tronco;
    3. Elevação do joelho ao peito, fixando-o com os braços;
    4. Flexão da perna atrás;
    5. Flexão lateral do tronco;
    6. Rotação do tronco, mantendo a posição em cada extremo;
    7. Flexão dorsal do pé, estirando os gémeos;
    8. Flexão do tronco à frente, a cada perna;
    9. Extensão dos flexores e extensores das coxas;
    10. Hiper-extensão dos ombros (e bicípedes);
    11. Extensão dos tricípedes (e não só...)
    12. Rotação dos ombros;
    13. Extensão da musculatura dos antebraços;
    14. Cinco a 10' de corrida lenta.

    Retirado daqui


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  • Brasil não combate o doping

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  • Um teste surpresa feito pela Federação Internacional de Ginástica acusou que Daiane dos Santos estava dopada. O resultado, anunciado no último 30 de outubro, foi o mais chocante, mas não o único caso de doping a chamar atenção do Brasil. Em agosto, dez dias antes do Mundial de atletismo, cinco brasileiros foram pegos nos testes também — e voltaram para casa. À parte às controvérsias se o número está ou não dentro da normalidade, ele reflete uma realidade grave do país que vai receber os Jogos Olímpicos de 2016: o Brasil não tem uma política de combate ao doping.

    O Ministério do Esporte tem uma Comissão de Combate ao Doping, mas a única função do órgão, criado em 2004, é aprovar a lista de substâncias da Agência Mundial Antidoping (WADA). "A comissão foi criada para manter a legislação brasileira de acordo com a internacional", justifica o médico Eduardo de Rose, membro do Comitê Olímpico Brasileiro e presidente da Comissão. "Eventualmente, ela poderia até fazer algo, mas não tem recursos para isso", justifica.

    Alexandre Pagnani, membro da comissão, presidente da Associação Brasileira de Estudo e Combate ao Doping (ABECD) e presidente da Confederação Brasileira de Culturismo e Musculação, reclama que o problema vai além. Como a comissão é subordinada ao Conselho Nacional do Esporte (CNE), nem as orientações que dá são necessariamente acatadas e chegam a virar ação. "Montar a comissão, do jeito que ela está, simplesmente para se reunir uma vez por ano para aprovar a lista de substâncias, que por lei tem que passar por aprovação, e depois passa na CNE, está sendo inútil."

    Mas há quem defenda o funcionamento da comissão. Para o representante do Conselho Federal de Educação Física, Alexandre Nunes, o grupo cumpre o seu papel dentro do possível. "O andamento dentro do processo democrático é lento. Mas discutimos as demandas que os representantes das 13 instituições levam." E ele destaca que o papel de combate ao doping será feito pela Agência Brasileira Antidoping (ADA). "Qualquer fiscalização em um país do tamanho do Brasil é difícil. As confederações têm dificuldades e nem a comissão nem o ministério têm poder de gerir isso."

    A comissão se reunirá hoje, e a pauta, mais uma vez, é apenas a lista de substâncias da WADA. O e-mail de convocação para os membros diz que "outros assuntos serão pautados oportunamente".

    Poucos encontros

    A Comissão foi criada em 2004. Ela tem 13 membros: representantes de órgãos do governo, do esporte e da sociedade, ligados ao tema doping. De acordo com os membros, já houve anos em que foram realizadas quatro reuniões. Em 2009 só uma aconteceu, por enquanto.

    Muitas promessas, nenhuma ação

    Como a Comissão de Combate ao Doping não tem poder de decisão nenhum, não há quem responda pelo tema no Ministério do Esporte. Alexandre Pagnani denuncia que o governo prometeu ajudar as confederações nacionais, cedendo cotas de análise de doping, no Ladetec, mas não pagou.

    "Desde 2006 o governo prometeu cotas de controle de exame antidoping, tanto aos esportes olímpicos quanto aos não olímpicos, e não cumpriu com seu papel na doação dessas cotas de análise de controle. A alegação do governo, e visitei várias áreas do ministério, é que não existe dotação e nem rubrica orçamentária específicas para a ação do sistema de controle antidoping." A confusão começa por não saber a quem reportar sobre o tema, dentro do ministério, denuncia Pagnani. "O alto rendimento declarou, pelo antigo secretário, que não é competência dele, a ciências e tecnologia, não é competência dela, a educacional, não é competência dela, de quem é então? Estamos no limbo."

    Procurado pela reportagem do Correio, o Ministério do Esporte simplesmente respondeu que neste mês de novembro, o ministério receberá a visita de uma missão da Wada que vai ajudar a definir um plano nacional antidoping que contemple a criação de uma agência e a demanda de investimentos em laboratório de controle de dopagem. Informações sobre quanto tem sido reservado do orçamento ou quem é o responsável no órgão pelo tema combate ao doping não foram prestadas.

    Casos deixados ao acaso

    Das 29 modalidades olímpicas, poucas fazem controles permanentes. De acordo com o médico Eduardo de Rose, maior autoridade em doping no país, futebol, atletismo, natação, ciclismo e vôlei mantêm uma boa regularidade de controle. "A maioria faz antes dos mundiais", explica o médico.

    "As demais modalidades não o fazem e só são realizados quando entra a ação do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na participação dos Jogos Sul-Americano, que é o Odesur, Pan-Americano e Olimpíada. Fora isso, não existe controle", garante Alexandre Pagnani.

    O COB não quis entrar na discussão e, por meio de sua assessoria, disse apenas ter a informação dos exames feitos pelas confederações, mas que elas são confidenciais. Muitas das confederações, entretanto, confirmam: exame antidoping só nas principais competições e olhe lá. No pentatlo moderno, por exemplo, os atletas só são avaliados quando o COB pede. A razão, explica Celso Sasaqui, diretor técnico e vice-presidente da confederação, é o alto custo e o baixo número de atletas. "A gente não faz o controle com exames. É mais na confiança. Os técnicos nos avisam quando algum atleta tem que tomar um remédio que esteja na lista proibida da WADA." Hoje, um exame completo simples, custa cerca de US$ 500 por atleta.

    O custo também é o argumento da Confederação Brasileira de Esgrima, que só faz o controle no campeonato brasileiro. "É um exame um pouco caro", justifica Edinilson Cesano, do departamento técnico da confederação. Mas ele logo lembra que o ciclo olímpico ainda está no início e garante que ano que vem o controle deve ser regular.

    Pagnani questiona o argumento do custo. "Nós temos que abrir o leque de ser declarado, eu como dirigente até mesmo de um esporte polêmico (culturismo), quanto mais controle fizer, mais vai pegar. Será que é vantagem em que o mundo saiba o que acontece no Brasil? Por que não fazer esses controles? Há alegações de que não há recursos por parte das confederações — as olímpicas eu desconsidero, já que elas têm o repasse da Lei Piva, elas poderiam separar 1% desse valor que eles recebem para destinar a campanhas educativas de controle. Algumas confederações iniciam o controle e param de repente."

    Fonte: Correio Brasiliense



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  • quinta-feira, 19 de novembro de 2009

    Dicas para correção no treinamento

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  • Corrigir fundamentos técnicos e táticos é fundamental para um bom desempenho do praticante em qualquer esorte. E é responsabilidade do técnico/professor fazer esse "acerto".

    Algumas dicas para essa hora:

    Uma habilidade por vez Corrija apenas um comportamento ou movimento por vez.
    Pergunte antes de corrigir. Dê-lhes a chance de explicar o que acham que fizeram. Isso os faz sentir-se como uma parte do processo.

    Encontre a causa. A causa para um erro pode ser algo que você não vê. Novamente, pergunte ao atleta o que ele pensa estar fazendo.

    Ofereça instrução construtiva. Evite excesso de “o que não está certo” e concentre-se em “como fazer certo”. Sempre contribua com o atleta; nunca o humilhe.

    Elogie antes de corrigir. Comece com um comentário positivo sobre algo que ele está fazendo corretamente. Agora eles estão atentos a você. Você ganhou sua atenção e confiança. Continue com instrução construtiva. Seja conciso e direto. Lembre-se de enviar outra mensagem de elogio e encorajamento.

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  • quarta-feira, 18 de novembro de 2009

    Treinamento Físico e o profissional

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  • O treinamento físico é a base para o treinamento dos atletas, é através dele que os atletas condicionam seu corpo para a prática esportiva, aumentando força e massa muscular, diminuindo o percentual de gordura, aumentando a flexibilidade, melhorando as capacidades aeróbia e anaeróbia, enfim melhorando seu condicionamento físico geral.

    Aliando diversidade com atualidade, a Dvd Sports lançou esse kit que pode ser muito útil a profissionais que trabalham com esporte e preparação física.


    Trabalhar com um assunto sabendo todas as sua varíaveis é fundamental para um profissional bem atualizado.


    Acesse agora e veja maiores informações.

    Publieditorial
    *Texto fornecido pelo anunciante


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  • terça-feira, 10 de novembro de 2009

    Recompnesar vale a pena em treinamento?

  • Treino Funcional e Cross - Passo a Passo (em vídeo)
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  • Recompensar atletas nem sempre é tão fácil quanto parece. Será que é certo dar uma recompensa, seja ela qual for, quando um atleta se esforça mais do que o normal ou tem um resultado melhor?

    Abaixo há algumas dicas para recompensar seus atletas:

    Recompense o desempenho e não o resultado.

    Recompense os atletas tanto pelos seus esforços quanto para os resultados desejados.

    Recompense pequenas conquistas na direção do aprendizado de uma nova habilidade.

    Recompense aprendizado e desempenho de habilidades emocionais e sociais desejadas também.

    Recompense freqüentemente, especialmente quando novas habilidades são adquiridas.

    Recompense o mais breve possível quando novas habilidades forem adquiridas.

    Recompense um atleta quando ele merecer.

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  • quinta-feira, 5 de novembro de 2009

    Habilidades de ensino de qualquer esporte

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  • Há dois tipos básicos de habilidades: simples e complexas. Aprender habilidades simples tipicamente requer pouca prática. Entretanto, elas só serão consideradas simples se o atleta puder aprendê-las rapidamente. O que é simples para um atleta pode não ser tão simples para outro.

    Habilidades simples
    Habilidades simples são dominadas mais facilmente pela observação de sua execução. Considera-se em geral que 80% do aprendizado ocorre pela observação. Os métodos básicos de ensinar habilidades simples são imitação e demonstração. Basicamente, os atletas copiam o que você mostra a eles (“Veja isto...Tente”). Se a imitação é precisa, retorno imediato e positivo é uma boa forma de confirmar isso ao atleta. (“Sim, você conseguiu”. Bom trabalho Agora, vamos praticar mais algumas vezes para termos certeza de que você vai se lembrar.”)

    Habilidades complexas
    Habilidades complexas requerem um pouco mais de esforço por parte do técnico. Primeiro aprenda a dividir habilidades complexas em pequenas tarefas para ajudar os atletas a aprenderem a habilidade. Alguns técnicos e educadores chamam isso de política de formação. Como eu divido habilidades complexas em pequenas tarefas? Seu guia específico de treinamento esportivo vai fornecer maiores detalhes e ilustrar progressões de ensino reais.

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  • segunda-feira, 26 de outubro de 2009

    O perigo da especialização esportiva precoce

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  • Quando pensamos em esporte para crianças, com certeza vem a cabeça a aula de educação física na escola. Aquela "grande bagunça" pode trazer benefícios incalculáveis para a formação não só física como moral da criança.

    Quando a aula de educação física ou um própria atividade física passa para o campo do esporte infantil, onde a atuação do professor é essencial para uma boa experiência, ela deve se sentir altamente recompensada e precisa se sentir útil. Sentindo assim, foi dado o ponto de partida para que haja continuidade e dedicação, fundamentais para o inicio da vida esportiva.

    E essa vida esportiva não pode ser pautada como se crianças fossem adultos. A rigidez de regras ou de movimentos que atendem a um determinado esporte, acelerando a especialização esportiva assim reclamações ao juiz, manifestações violentas e criticas acirradas não são beneficas a formação infantil.

    O medo de errar, a pressão exagerada de pais, falhar na execução de gestos técnicos que muitas vezes o desenvolvimento não permite um movimento perfeito, pode aumentar a agressividade, a violência e acentuar o sentimento de fracasso e medo da criança. É inaceitável o esporte entrar na vida de uma criança apenas como referenciais de competição e rendimento, fazendo-a persegui-los a qualquer preço.

    É importante que o professor que for responsável por essa esportivação da criança saiba os beneficios e malefícios que essa especialização precoce pode causar. O objetivo é descobrir talentos naturais para prática de esportes e não tranforma-los em mini adultos.

    Já está comprovado por algumas literaturas que iniciar uma carreira desportiva cedo encurta a carreira de um atleta e não prolonga.

    Acredito que fazer a criança passar por diferentes experiências motoras é mais importante do que treinar o movimento do toque no voleibol. Ou você acha que depois de 10 anos fazendo o mesmo movimento não há um desgaste natural de estruturas corporais?

    Essa experiência deve acontecer até mais ou menos aos 13,14 anos quando amadurecida ela escolhe qual o esporte a seguir e aí começara a fazer movimentos mais específicos e complicados.



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  • domingo, 25 de outubro de 2009

    O treinador e o treinamento no futebol

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  • Essa apresentação deve ser lida para quem quiser ser um bom treinador de futebol.

    Nela mostra as principais características de um treinador, aspectos de relacionamento com o grupo, principais fundamentos.

    Acesse agora!!!

    http://www.unb.br/fef/downloads/paulo-henrique/treinador_e_treinamento_futebol.pdf

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  • domingo, 18 de outubro de 2009

    Kit de alongamento desportivo

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  • O alongamento é uma das partes mais importantes do treinamneto desportivo. Se os exercicios não forem realizados com segurança, pode trazer lesões que prejudicam e muito a pratica da atividade física.

    Nós, da CdsUniversitários, disponibilizamos um kit com 3 dvds de alongamentos divididos em níveis: do iniciante ao avançado.

    Estamos disponibilizando a usuários desse blog, a um preço especial. Clique no botão de comprar e adquira esse kit um preço especialissimo.




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  • terça-feira, 13 de outubro de 2009

    Treinamento em Natação

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  • Ola Amigos.

    Achei um excelente artigo que fala osbre treinamento na natação, porém ele está escaneado e não diigitado.

    Embora a qualidade para se ler seja ideal, dar uma lida é importante por causa da qualidade do que é falado.

    O link é http://www.revistadeeducacaofisica.com.br/artigos/1964/PLANOSDETREINAMENTO.pdf

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  • domingo, 11 de outubro de 2009

    Promoção "Tá na Mão"

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  • Portal Educação, parceiro da Chakalat.net e seus blogs, está com uma promoção excelente você tem que participar. Você pode ganhar notebook, netbook, smartphone.  Para participar basta você fazer algum curso ou palestra no portal. E como eles oferecem cursos interessantes e com excelente qualidade, não é difícil de participar!  


    Clique aqui e saiba quais os cursos sobre esporte que eles oferecem. 


    Educação a Distância


    -

    Quer ter um anúncio desse da sua página ou sua empresa? Clique aqui!



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  • sábado, 10 de outubro de 2009

    Pliometria no futebol

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  • Uso de Pliometria em treinamento de futebol

    Você não precisa planejar treinos específicos enfatizando o treinamento pliométrico. Para jogadores de futebol, o treino pliométrico pode ser incorporado após o aquecimento e antes do treinamento principal do corpo. Esses treinos devem enfatizar uma ordem de movimento completa e sem problemas mais do que uma excêntrica sobrecarga e usar o pré-alongamento do músculo para facilitar o movimento rápido, eficiência mecânica e coordenação.
    Assim como em outros tipos de treino, exercícios pliométricos são executados em intervalos ao longo da temporada. Quantidade e intensidade vão variar conforme ao longo da temporada. Em geral, a quantidade de exercícios pliométricos para jogadores de futebol vai ser de baixa a moderada. A intensidade também vai ser de baixa a moderada.
    Comece cada temporada com uma boa introdução ao treino pliométrico usando treinos simples de ritmo. Quando seus atletas estiverem acostumados aos exercícios e seu preparo físico tiver crescido, aumente de forma gradual a quantidade e a intensidade.
    Uma vez que os atletas tiverem aprendido treinos básicos de ritmo, aos poucos introduza exercícios de força. Jogadores de futebol empregarão uma pequena quantidade de treinos de força combinados com exercícios de ritmo.
    Assim que a temporada de competição começa, o trabalho pliométrico pressiona o ritmo e o desenvolvimento da velocidade. Uma vez que começa a fase de pico da competição, reduza o treinamento pliométrico para uma sessão leve por semana, para seu atleta continuar incluindo treinos pliométricos no aquecimento. Pare qualquer treino pliométrico extenuante de 7 a 10 dias antes das finais.

    Treinos de ritmo

    Treinos de ritmo são um bom método de ajudar os jogadores a desenvolverem resistência durante os treinos pliométricos. Esses treinos geralmente seguem os exercícios de alongamento e flexibilidade, e são realizados em conjunto com exercícios de resistência, como abdominais e investidas. Além disso, treinos de ritmo ajudam os jogadores a aumentar o preparo físico em geral e o desenvolvimento de músculos específicos.
    Tipos de treinos de ritmo usados em treinamento de futebol
    • Saltos — fácil
    • Saltos — fácil
    • Saltos com chutes
    • Chutes para trás
    • Joelhos altos
    Chutes para trás
    Os chutes para trás são um treino universal no esporte. São uma ótima opção, usada no treinamento de futebol para ajudar os atletas a desenvolverem aqueles músculos que se contundem facilmente devido às constantes saídas, paradas, giros e voltas que o futebol requer.
    Chutes para trás, parte superior do corpo
    Ao executar chutes para trás, as costas devem ficar eretas com uma ligeira inclinação do corpo. A inclinação do corpo é natural na corrida.
    Lembre-se, braços são pernas altas. Incentive seus atletas a permanecerem, estimulando-os e impulsionando-os durante o treino.
    Chutes para trás, parte inferior do corpo
    Enfatize a rapidez em trazer os calcanhares até as nádegas, não no movimento no campo de futebol. Seus atletas podem praticar o treino parados ou em movimento, uma vez que tiverem dominado o treino até o máximo de suas habilidades.


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  • sexta-feira, 2 de outubro de 2009

    O beneficio das Olimpiadas para professores de educação física

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  • Acabamos de saber que o Brasil será sede das Olimpiadas de 2016. O Rio ganhou a disputa.

    Lembro-me que na eleição para as Olimpiadas de 2004 e que o Rio participava, eu estava ainda na faculdade. Lembro-me do  Sergio Guida, professor de anatomia, falando dos benefícios em geração de empregos para treinamento desportivo tanto em atletas de alto rendimento quanto de inclusão social.

    E nessa área, a educação física pode ter um grande crescimento. Precisaremos, mais do que nunca, de pessoas qualificadas para o treinamento de atletas que participarão dos jogos e para atletas que disputarão vagas para os jogos. Profissionais para laboratório, profissionais para execução, profissionais para orientação. Precisaremos de professores para incentivo da prática esportiva, para a inclusão social, e os profisisonais são essenciais para o crescimento do esporte universitário e do esporte escolar.  

    Professores, agora é a hora. Hora de valorizar o esporte e quem trabalha com esporte, seja como técnico desportivo, seja como treinador físico é o profissional de educação física.


    Visite o meu blog profissional.


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  • terça-feira, 29 de setembro de 2009

    Anuncie no Blog

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  • Esse é um blog específico, sobre um determinado assunto. Assunto que liga diversas especialidades de profissões, assim como serviços atrelados.

    O leitor de blog deste blog é ávido por informação. Se ele tem uma dúvida, aqui ele procura esclarecer.

    Para anunciar nesse blog é simples. Basta mandar uma mensagem pelo formulário abaixo, especificando o blog que há a preferência do anúncio, efetuar o pagamento pelo link que será enviado ou por deposito bancário no Banco do Brasil e escolher ou enviar o formato do banner.

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    Posicionamento: À direita, parte superior do blog, aonde há uma maior visibilidade para o leitor;
    Não é permitido anúncio de cunho pornográfico ou que fira qualquer legislação em vigor, incluindo sites de compartilhamento de arquivos.
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    O valor do investimento para se fazer esse anúncio mensal é de R$ 20,00 , iniciando no primeiro dia e terminando no último dia do mês. Se quiser optar pelo anúncio trimestral o valor é de R$ 50,00.

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    É um anúncio específico, para um público específico. Aproveite!

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  • terça-feira, 15 de setembro de 2009

    Newsletter sobre Educação Física

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  • sexta-feira, 21 de agosto de 2009

    Metodologia do jogo condicionado para o aprendizado das funções e posições no futsal

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  • No Futsal moderno os jogadores ocupam vários lugares na quadra, jogam normalmente sem posição fixa. O importante é que o atleta/aluno desempenhe a função determinada pelo treinador. Para isto devemos treinar nosso atleta/aluno em todas as funções. Todas as funções e posições têm suas características próprias e para isto devemos treina - las especificamente. Existem cinco funções no Futsal: Goleiro, Fixo, Ala Direita, Ala Esquerda e Pivô.

    Em estudo organizado pelo professor Nicolino Bello 1998, observou-se que o fixo e os alas percorrem uma maior metragem que os pivôs durante uma partida de Futsal, sendo os alas os que mais andam na quadra. Neste mesmo estudo evidenciou-se que os pivôs tocam mais na bola que os alas e os fixos. A respeito deste assunto temos poucos trabalhos publicados, por esta razão pretendo escrever algo a respeito.

    Este trabalho de jogos condicionados para treinar as posições no Futsal, é um método novo onde dividimos a quadra em espaços e funções, onde nossos alunos/atletas devem cumprir funções na quadra, e principalmente aprendem a se posicionar na quadra não ocupando o espaço dos colegas ou correndo errado. Neste método tentamos fazer com que nossos alunos/atletas, não joguem todos no mesmo setor, ou todos em volta da bola.

    Começamos de forma intuitiva e premeditada dando-lhes funções e posicionamentos. Podemos utilizar estes jogos da iniciação ao alto nível, dependendo é claro do objetivo que queremos alcançar. Para trabalharmos com jogos condicionados nesta perspectiva faz-se necessário caracterizar as funções e posições do futsal.

    FUNÇÃO DE GOLEIRO

    Talvez seja o jogador mais importante da equipe, deve coordenar a equipe, pois joga de frente para o adversário. Hoje também, o goleiro têm que saber usar os pés como passador e ter bom chute. Lançar com as mãos e reposição rápida com a bola é fundamental para o goleiro. Deve orientar sua equipe o tempo todo, vibrando com a mesma. Deve saber os movimentos táticos, principalmente os de saída de bola e dar cobertura ao sistema defensivo. Atenção é primordial para esta posição.

    CARACTERÍSTICAS FÍSICAS - altura ideal de 1.70 á 1.85, o goleiro deve ter: agilidade, flexibilidade, equilíbrio, coordenação, impulsão, velocidade de reação.

    CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - pegada, habilidade com as mãos, queda e rolamento, reposição e lançamento com as mãos, passe, chute.

    CARACTERÍSTICAS TÁTICAS - colocação, saída do gol, entrosamento com a defesa, reposição rápida de bola, armação de jogadas com pé e mão.

    CARACTERÍSTICAS PSCICOLÓGICAS - liderança, coragem, controle emocional, atenção, concentração, tranqüilidade e iniciativa.

    FUNÇÃO DE FIXO

    Geralmente é o atleta encarregado de desarmar as jogadas dos adversários, são atletas de excelente marcação. Hoje também são criadores de jogadas, com bom chute de longa distância. Deve ter grande senso de distribuição de jogo e cobertura. O fixo deve ter bom sincronismo com os alas e com o goleiro na marcação. O pivô adversário é quem marca o fixo, por isto ele deve saber deslocar-se, para sair nas costas do adversário e criar situações de vantagem no ataque. Antecipação é fundamental para ser um bom fixo.

    CARACTERÍSTICAS FÍSICAS - altura ideal de 1.75 á 1.85. Os fixos devem ter agilidade, impulsão, força, coordenação e velocidade de reação.

    CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - antecipação, marcação, chute, passe, cabeceio e deslocamentos.

    CARACTERÍSTICAS TÁTICAS - colocação, entrosamento com o goleiro, noção de cobertura, domínio da antecipação, saber usar o corpo e noção de ocupação de espaço.

    CARACTERÍSTICAS PSCICOLÓGICAS - coragem, controle emocional, tranqüilidade, decisão, determinação e iniciativa.


    FUNÇÃO DOS ALAS

    São responsáveis pela armação das jogadas. Devem deslocar-se constantemente, com ou sem bola. È importante ter na equipe sempre um jogador destro e um canhoto em cada ala. Normalmente os alas jogam em posições invertidas (ala direito no lado esquerdo e ala esquerda no lado direito). Os alas devem ser jogadores que utilizam bem os espaços vazios da quadra, com grande percepção das jogadas e precisão nos passes. Devem saber marcar e atacar na mesma proporção, ter excelente controle de bola, dribles e boa finalização são características importantes para os alas.

    CARACTERÍSTICAS FÍSICAS - altura ideal de 1.65 á 1.75, Os alas devem ter: agilidade, resistência aeróbia e anaeróbia, coordenação, força e velocidade.
    CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - drible, passe, deslocamentos, condução, chute e marcação.

    CARACTERÍSTICAS TÁTICAS - armação das jogadas, coberturas, atacar e defender, boa finalização, criatividade e visão de jogo.

    CARACTERÍSTICAS PSCICOLÓGICAS - coragem, combatividade, controle emocional, agressividade, determinação e iniciativa.

    FUNÇÃO DOS PIVÔS

    Quase sempre é o jogador que têm maior poder de finalização, também como característica a proteção da bola de costas. È importante para o pivô saber o tempo certo de passar a bola para seus companheiros. Hoje, o pivô têm que se preocupar com a marcação, pois é dele o primeiro combate. Existem pivôs de referência (mais parado na frente) e pivôs de movimentação (deslocam-se pela quadra).

    CARACTERÍSTICAS FÍSICAS - altura ideal de 1.75 á 1.85, Os pivôs devem ter agilidade, força, equilíbrio, impulsão e velocidade de reação.

    CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - controle de bola, cabeceio, drible, finalização, passe, recepção, finta, deslocamento lateral e antecipação.

    CARACTERÍSTICAS TÁTICAS - colocação, criar espaços, servir os companheiros, primeiro combate, movimentação e conclusão.

    CARACTERÍSTICAS PSCICOLÓGICAS - decisão, determinação, coragem, personalidade e agressividade.

    Após caracterizarmos as posições e as funções dos jogadores de futsal, mostrarei a técnica de trabalho dos jogos condicionados com cinco exemplos. Estes cinco exemplos de jogos são organizados numa progressão metodológica e pedagógica, e serve também como iniciação ao aprendizado dos sistemas táticos ofensivos 2.2 3.1 e 4 em linha. Os jogos podem ser aplicados em qualquer faixa etária atendendo o critério da progressão cognitiva e motora dos alunos/atletas.

    JOGOS CONDICIONADOS PARA AS POSIÇÕES E FUNÇÕES NO FUTSAL

    1-JOGO – 2 x 2 - QUADRA NA VERTICAL

    MATERIAL – 1 bola de futsal, giz e marcadores de quadra.
    FAIXA ETÁRIA – a partir dos 7 anos.

    OBJETIVOS TÉCNICOS - passe, recepção, chute, marcação, antecipação, drible, finta e deslocamentos.

    OBJETIVOS GERAIS - noção de ataque / defesa, cobertura, noção de marcação individual, diminuir espaços, noção de marcação por zona, atenção, noção da função de alas e noção do sistema 2.2 e 4.0.

    OBJETIVOS ATITUDINAIS - inclusão, respeito aos limites do colega, cooperação, respeito à integridade do colega, valorização aos jogos, autonomia, respeito às regras e criatividade.

    DESCRIÇÃO – jogo de futsal, mas a quadra é dividida pela metade na vertical em direita e esquerda, onde os jogadores realizarão as funções de alas, não podendo mudar de setor.

    2- JOGO 2 x 2 QUADRA NA HORIZONTAL
    MATERIAL – 1 bola de futsal, giz e marcadores de quadra.
    FAIXA ETÁRIA – a partir dos 7 anos.

    OBJETIVOS TÉCNICOS - passe, recepção, chute, marcação, antecipação, drible, finta e deslocamentos.

    OBJETIVOS GERAIS - noção de ataque / defesa, cobertura, noção de marcação individual, diminuir espaços, noção de marcação por zona, atenção, noção das funções de fixos e pivôs e noção do sistema 2.2.

    OBJETIVOS ATITUDINAIS - inclusão, respeito aos limites do colega, cooperação, respeito à integridade do colega, valorização aos jogos, autonomia, respeito às regras e criatividade.

    DESCRIÇÃO – jogo de futsal, mas a quadra é dividida pela metade na horizontal, onde os jogadores realizarão as funções de fixos e pivôs, não podendo mudar o setor.

    3- JOGO DA QUADRA DE VOLEI

    MATERIAL – 1 bola de futsal, giz e marcadores de quadra.
    FAIXA ETÁRIA – a partir dos 15 anos.

    OBJETIVOS TÉCNICOS - passe, recepção, chute, marcação, antecipação, proteção de bola, giro, drible, finta e deslocamentos.

    OBJETIVOS GERAIS - noção de ataque / defesa, cobertura, noção de marcação individual, inteligência tática, diminuir espaços, noção de marcação por zona, atenção, noção das funções de alas, fixos, pivôs e noção do sistema 3.1 e 4.0.

    OBJETIVOS ATITUDINAIS - inclusão, respeito aos limites do colega, cooperação, respeito à integridade do colega, valorização aos jogos, autonomia, respeito às regras e criatividade.

    DESCRIÇÃO – jogo de futsal, mas na quadra de vôlei jogam os alas. O pivô e o fixo jogam pelos lados da quadra.

    VARIAÇÂO 1 – trocar os posicionamentos (alas fora e pivô e fixo dentro da quadra de vôlei).
    VARIAÇÃO 2 - o pivô só joga na quadra de ataque e o fixo na quadra de defesa.

    4- JOGO DA QUADRA EM TRIÂNGULOS (X)

    MATERIAL – 1 bola de futsal, giz e marcadores de quadra.
    FAIXA ETÁRIA – a partir dos 15 anos.

    OBJETIVOS TÉCNICOS - passe, recepção, chute, marcação, antecipação, proteção de bola, giro, drible, finta e deslocamentos.

    OBJETIVOS GERAIS - noção de ataque / defesa, cobertura, noção de marcação individual, inteligência tática, diminuir espaços, noção de marcação por zona, atenção, noção das funções de alas, fixos, pivôs e noção do sistema 3.1.

    OBJETIVOS ATITUDINAIS - inclusão, respeito aos limites do colega, cooperação, respeito à integridade do colega, valorização aos jogos, autonomia, respeito às regras e criatividade.

    DESCRIÇÃO – jogo de futsal, mas a quadra é dividida em 4 setores em forma de triângulo (duas faixas na diagonal) onde os jogadores realizarão as funções de alas, pivôs e fixos, não podendo mudar de setor. O pivô pode se deslocar pelos triângulos ofensivos como variação para o jogo.

    5- JOGO DA QUADRA 3 FAIXAS NA VERTICAL

    MATERIAL – 1 bola de futsal, giz e marcadores de quadra.
    FAIXA ETÁRIA – a partir dos 15 anos.

    OBJETIVOS TÉCNICOS - passe, recepção, chute, marcação, antecipação, drible, finta e deslocamentos.

    OBJETIVOS GERAIS - noção de ataque / defesa, cobertura, noção de marcação individual, diminuir espaços, noção de marcação por zona, atenção, noção das funções de alas, fixos, pivôs e noção do sistema 3.1.

    OBJETIVOS ATITUDINAIS - inclusão, respeito aos limites do colega, cooperação, respeito à integridade do colega e regras, valorização aos jogos, autonomia e criatividade.

    DESCRIÇÃO – jogo de futsal, mas a quadra é dividida em três setores na vertical, onde os jogadores realizarão as funções de alas, pivôs e fixos, não podendo mudar de setor.

    VARIAÇÃO 1 – O pivô pode jogar em toda a meia quadra de ataque.

    VARIAÇÃO 2 – O pivô e o fixo podem jogar em toda meia quadra de ataque.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    Este trabalho é fruto de estudo diário e observação constante de técnicos e professores. Penso que estou contribuindo com uma nova técnica de trabalho para o futsal, esta mais motivante e desafiadora. Os exemplos citados podem servir de origem e inspiração para outras dezenas de jogos condicionados visando o aprendizado das posições e funções no futsal. Basta que nós, técnicos e professores coloquemos nossa imaginação e façamos nossa criatividade aflorar e prol do aprendizado do futsal.

    Autor: Otávio Nogueira Balzano

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  • sábado, 15 de agosto de 2009

    Alongamento no volei

  • Treino Funcional e Cross - Passo a Passo (em vídeo)
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  • Atualmente nos clubes observamos todas as modalidades esportivas iniciando seus treinamentos com um alongamento bastante conhecido pelos praticantes de qualquer atividade física. Durante vários anos em minha prática como preparador físico e na eterna busca do diferencial em condutas físicas que produzissem um alto rendimento de meus atletas e que por sua vez respeitassem seus limites e oferecessem vidas esportivas de melhor qualidade, não me contentava com os alongamentos iniciais e convencionais que realizava todas as sessões de treinamento.

    Percebi que a flexibilidade era uma capacidade física deixada um pouco à margem das grandes importâncias no treinamento diário. O convencionalismo nas formas de trabalhar as posturas. A busca do estiramento analítico não satisfazia esta necessidade de novas conquistas no planejamento desta capacidade.

    Algo ficava patente, a necessidade de incrementar o conhecimento em estratégias atualizadas e mais eficazes no treinamento da flexibilidade.

    A revisão bibliográfica de trabalhos em flexibilidade nos oferta uma imagem muito simplista, na minha opinião, sobre desenvolvimento desta capacidade. Modelos de treinamento que fragmentam o corpo–atleta a cada articulação, ou seja, esta imagem do corpo ser um amontoado de músculo, tendões e ligamentos, acredito não corresponder à verdade. Discursos nada conclusivos, porém em sua maioria, convergem para um nível ótimo de flexibilidade como fator preponderante de uma boa qualidade de saúde para todas as tipologias corporais.

    Os atletas em sua carreira estão expostos aos desvios posturais em duas situações: estruturais, que geneticamente estão determinados e os funcionais, relacionados aos gestos específicos e repetitivos da prática esportiva profissional. Sendo estes, os desvios funcionais, responsáveis por patologias conhecidas por várias modalidades. Podendo promover quedas de rendimento em que o fisiologismo pode estar imperando sobre outras questões globais do treinamento. Por exemplo a leitura do corpo–atleta reagindo à inúmeros fatores que estão alterando a sua estrutura, funcionamento, e por fim o rendimento e performance.

    Reações das combinações entre força e flexibilidade, encurtamento e alongamento, treinamento e repouso, tensão e relaxamento, etc. Chego à idéia do equilíbrio. Equilíbrio das solicitações desta máquina corpo. Leitura do corpo atleta global.

    O atleta deve e merece ser submetido à treinamentos que o enxerguem como um todo. Treinamentos que compensem o desequilíbrio muscular, realinhem o desalinhamento, reorganizem o desorganizado, e promovam o rendimento com saúde ou a mesma saúde que nos trará o desejado alto–rendimento.

    Baseado nesta hipótese, venho sugerir estratégias de trabalho que promovam flexibilidade, fortalecimento, alinhamento, organização à este corpo–atleta tão solicitado.

    A RPG (Reeducação Postural Global) técnica desenvolvida pelo francês Philippe Souchard que apresenta o SGA (Stretching Global Ativo) como possibilidade de trabalhar a técnica em grupo de atletas promovendo posturas associadas à necessidade do gesto desejado no esporte gerando relações mecânicas diretas entre a descrição das posturas e a necessidade específica do esportista.

    O GDS, método de cadeias ósteoarticulares e músculo aponevróticas concebida pela biomecanicista, fisioterapeuta e osteopata Godelieve Denys Struyf. Segundo ela o corpo funciona por meio de grandes circuitos musculares traduzidos por cadeias e cada circuito é um caminho de tensão.

    Outra estratégia bastante utilizada atualmente a FNP (Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva), é uma forma de alongamento que usa uma contração isométrica antes do alongamento para que sejam obtidos ganhos maiores em amplitude de movimento. Herman Kabat e suas experiências levaram–no a perceber que os movimentos ocorrem em padrões espirais – diagonais. Esses padrões se assemelham aos gestos esportivos e físicos, provocando reações de alongamento e encurtamento em muitos músculos em graus diversos.

    A visão das fáscias, ou melhor fáscia, malha única de tecido conjuntivo formado por essencialmente colágeno e elastina. A elastina determinada e de difícil variação durante a vida do esportista, porém o colágeno e sua síntese dependerá dos estímulos ofertados nos treinos de força e flexibilidade. Podendo este colágeno estar organizado em série ou paralelo, favorecendo um nível de tensão maior ou menor. Sugerindo movimentos esportivos de maior ou menor amplitude. Amplitude esta extremamente necessária em movimentos explosivos.

    Muitas outras estratégias de trabalho que estão surgindo, sendo desenvolvidas, estudadas, comprovadas deverão fornecer contribuições importantes na organização e planejamento de treinamentos.

    Concluo que as estratégias de trabalho estão disponíveis, as universidades estão desenvolvendo condutas que estão auxiliando cada vez mais na ampliação do repertório de treinamentos que poderão ser ofertados aos atletas de alto nível. O profissional do esporte deve estar se atualizando cientificamente a todo momento e individualizando ao extremo os treinamentos, pois em uma equipe esportiva o técnico ou preparador físico recebe em suas mãos atletas de várias idades, de vários históricos de trabalhos diferenciados, e principalmente cada atleta é um corpo–atleta diferente e certamente solicitará leituras e orientações diferentes.

    Retirei daqui

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  • domingo, 2 de agosto de 2009

    Principios do treinamento desportivo

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    O treinamento desportivo apresenta-se como uma atividade física de longa duração, graduada de forma progressiva, individualizada, atuando especificamente nas funções humanas, fisiológicas e psicológicas, com objetivos de superar tarefas mais exigentes que as habituais. É assim que Bompa (1983) define treinamento desportivo. Ele, como muitos outros autores, apresenta definições baseadas em inúmeros estudos científicos sobre o tema.

    O treinamento desportivo, quando aplicado adequadamente, provoca no organismo humano, adaptações morfológicas e funcionais, elevando assim o nível de forma física do indivíduo. Para tanto, alguns princípios devem ser seguidos para que a aplicação desse treinamento seja eficaz.

    Vamos tratar daqueles considerados fundamentais em qualquer processo de treinamento:

    Individualidade Biológica: a aplicação de cargas de treinamento respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo é uma regra. Encontramos atletas que recebem a mesma sobrecarga de trabalho e reagem, sofrem adaptações, completamente diferentes. Neste caso, até as recuperações são diferentes. Para atletas jovens, é importante considerar as fases de crescimento e desenvolvimento em que se encontram. Para todos, o estilo de vida também conta;

    Sobrecarga: o primeiro passo para acertarmos na determinação da sobrecarga são os testes de avaliação. Eles nos indicam em que patamar de forma o atleta se encontra e como poderemos estabelecer o volume e a intensidade da sobrecarga aplicada. Conforme os objetivos do atleta e seu nível de forma, devemos programar as cargas quanto aos aspectos de qualidade (intensidade) e quantidade (volume) de forma gradual e crescente;

    Densidade: em todo treinamento existem dois parâmetros - a carga ou estímulo e a pausa ou recuperação. Como já mencionado, a carga produz um desajuste dos sistemas e durante a recuperação, por meio da reação do organismo, ocorre a adaptação e supercompensação. Essa recuperação demanda um tempo de repouso, ou diminuição da carga, para produzir todos os efeitos regenerativos e supercompensatórios. Essa relação temporal entre a aplicação da carga e a recuperação denomina-se densidade. A correta utilização dessa relação determina a eficácia do treinamento.

    Especificidade: outra regra bastante clara: se aplicarmos cargas de resistência, o atleta melhora a resistência. Neste caso, considerando as características próprias do esporte trabalhado, o planejamento deve conter elementos específicos (objetivos, métodos, meios, etc) para desenvolvimento das capacidades deste esporte;

    Reversibilidade: a interrupção do processo de treinamento provoca reversão dos efeitos obtidos ao longo do tempo. Essa perda apresenta um ritmo mais rápido para os treinamentos baseados em resistência e resistência de força, e mais lento para os treinamentos baseados em força explosiva e força máxima.

    A orientação do planejamento do treinamento por estes princípios nos leva a estabelecer uma aproximação enorme do treinamento chamado científico e nos afasta, por outro lado, do empirismo que muitas vezes põe em risco a saúde de indivíduos sãos.
    Fonte: Webrun.com.br

     


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  • Preparação física para o montanhismo

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  • O montanhismo é uma atividade muito complexa, que engloba uma série de modalidades e técnicas auxiliares nem sempre exclusivas da mesma. Esta complexidade é muito atrativa para o estudo da fisiologia esportiva.

    Antes de uma discussão mais ampla devemos conceituar os termos atividade física e esporte aplicados ao montanhismo , pois o que existe atualmente , devido a exposição constante na mídia, é uma grande confusão na sua nomenclatura.

    Atividade física é qualquer movimento corporal, produzido pelos músculos esqueléticos, que resulta em gasto energético maior que os níveis de repouso (GASPERSEN). Para o esporte uma definição mais precisa é difícil, mas uma das mais aceitas é que é um sistema ordenado de práticas corporais de relativa complexidade que envolve atividades de competição institucionalmente regulamentadas, que se fundamenta na superação de marcas/resultados anteriores estabelecidos pelo próprio esportista (GENERALITAT DE CATALUNYA,1991) . Portanto o esporte, divide-se em competitivo e recreativo.

    O montanhismo é praticado pela maioria apenas como lazer, outros o praticam como "filosofia de vida". As competições em estruturas artificias de escalada e também em rochas vem se tornando rotina para um número cada vez maior de atletas também.

    Uma das técnicas auxiliares do montanhismo, em especial a descida em corda ou rapel, tem se destacado como alternativa mais simples de diversão e lazer, mas que erroneamente tem sido definido como esporte.

    Um esporte é totalmente respeitado quando ele é bem definido, principalmente pela mídia. Cito o exemplo de uma repórter que definiu um grupo de jovens descendo em corda ao lado de uma cachoeira como "Alpinismo molhado".

    Gafes a parte, o montanhismo aos olhos da fisiologia esportiva é uma atividade das mais completas para aperfeiçoamento das qualidades físicas do homem, tornando-se assim um excelente meio de se melhorar a aptidão física de um indivíduo.

    A iniciação, o treinamento de um atleta, a preparação para montanha, o estresse ambiental e outros pontos importantes serão apresentados.

    Normalmente, quando falamos em treinamento ligamos o termo a um atleta ou aquele indivíduo que vai a academia para dar uma "malhada". Na verdade, o TREINAMENTO é uma soma de componentes que mais se adapta ao primeiro caso , sendo eles:

    - Preparação Física

    - Preparação Técnico-Motora

    - Preparação Tática

    - Preparação intelectual ou psíquica

    No montanhismo, a preparação física é um dos componentes do treinamento que mais merece atenção pois é o mais exigido em sua prática, não tirando, é lógico, a importância das outras preparações, principalmente a técnico-motora e a psíquica.

    O preparo físico é fundamental mesmo para um iniciante. Para escalar uma parede de graduação mínima, o indivíduo deve ter uma aptidão física razoável. Para iniciar no basquete ou futebol, um sedentário, obeso, que não faz nenhum tipo de exercício pode pelo menos se divertir alguns minutos, respirar fundo e continuar mais alguns, na parede de rocha provavelmente não levaria nem na brincadeira. Não é discriminatório não, é apenas característica do esporte.

    Sem dúvida a melhor maneira de se preparar fisicamente para escalar é efetuando a própria escalada. As qualidades físicas básicas devem ser treinadas separadamente, como apoio.

    A preparação de algumas dessas qualidades é muito importante:

    - Melhorar sua aptidão cardio-respiratória através de uma corrida ou caminhada com sobrecarga (mochila com peso nas costas), aumentando sua resistência, aumentar sua força através de exercícios com peso, melhorando sua resistência anaeróbia.

    - Alongamentos, antes e depois da escalada para aumentar sua mobilidade e evitar lesões.

    O estudo do treinamento e seus componentes é uma matéria extensa e junto com o montanhismo se torna muito mais interessante e até polêmico pois estamos tratando de uma atividade esportiva das mais complexas, se não a mais, das modalidades existentes.

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  • quinta-feira, 23 de julho de 2009

    Futsal e a preparação física

  • Treino Funcional e Cross - Passo a Passo (em vídeo)
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  • A prática do futsal tem evoluído no mundo nos últimos anos. Isto se deve à globalização das regras do jogo e, principalmente, à evolução do treinamento.

    O treinamento e a preparação física passam por uma utilização dos conteúdos das características do próprio jogo de futsal, pois facilita a compreensão e a busca de conteúdos específicos e consequentemente a orientação do treinamento.

    No próprio jogo de futsal aprenderemos com certeza o que é preciso para treinar, usando no treinamento situações semelhantes e integradas.

    A partida de futsal desenvolve-se em duas partes de 20 minutos cronometrados --cada uma delas com um intervalo de dez minutos. Os jogadores realizam atividades motoras complexas e que se alternam de forma aleatória, havendo diversas fases variáveis em sua intensidade e volume de trabalho e pausa. As ações se realizam em alta intensidade e são normalmente de curta duração, com substituições livres.

    Como vemos, a dinâmica de jogo não é fixa, tem características mutáveis. As exigências de competição são cada vez mais elevadas. A preparação física nessa modalidade terá que se adptar à essas exigências, buscar uma maior especificidade, adequar métodos tradicionais de treinamento a metodologias atuais e buscar definitivamente um trabalho que venha suprir realmente as necessidades deste esporte.

    Sabendo realmente das características do futsal, fica evidente para a preparação física que a força, a velocidade e as capacidades coordenativas são as bases do treinamento físico. Mas sabemos a importância do trabalho de resistência, em que a melhora destas capacidades físicas elevará o rendimento individual do atleta e consequentemente de toda equipe, resultando assim num melhor rendimento em competição.

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